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APÓS DOENÇA QUE A IMPEDE DE ANDAR ADRIANE GALISTEU DESABAFA COMO VIVE HOJE!

“DESESPERO TOTAL: Doença Grave Impede Adriane Galisteu de Andar e Ela Desabafo Tudo Sobre Vida Atual – Perdas, Rejeição de Senna e Dramas que Ninguém Imaginava!”

Adriane Galisteu sempre foi sinônimo de força, beleza e talento na televisão brasileira. Aos 53 anos, a apresentadora que conquistou o público por décadas agora abre o coração como nunca antes. Diagnosticada com uma doença que a impede de andar normalmente, ela decidiu quebrar o silêncio e revelar os bastidores de uma vida repleta de tragédias, lutas pessoais e momentos de pura resiliência. Quem vê a loira sorridente comandando o reality A Fazenda não imagina o turbilhão que ela carrega por dentro. Hoje, vamos mergulhar nessa história real que parece novela, cheia de altos e baixos, amor, perda e superação.

Tudo começou ainda na adolescência de Adriane. Aos 11 anos, em 1984, ela já sonhava com os holofotes ao integrar o grupo infantil X-Pitas. Depois veio o Meia Socket, entre 1987 e 1989, onde lançou dois discos e viveu a rotina agitada da música. Mas a vida cobrou caro cedo. Aos 16 anos, perdeu o pai, Alberto Galisteu, vítima de complicações do alcoolismo. Apesar dos problemas, ele era um pai carinhoso e animado, que cantava na rua e alegrava a família, mesmo que a mãe se envergonhasse. Essa perda forçou a jovem a trabalhar ainda mais para ajudar em casa.

A carreira de modelo decolou nos anos 90 e trouxe o encontro que marcaria sua vida para sempre: o namoro com Ayrton Senna. O piloto, ícone do Brasil, viveu um romance intenso com Adriane, mas a tragédia veio em 1º de maio de 1994. A morte de Senna em um acidente de Fórmula 1 deixou a jovem de 21 anos completamente devastada. O pior veio depois. A família de Ayrton a rejeitou de forma cruel. No velório e no enterro, ela foi tratada com frieza, enquanto Xuxa era vista quase como viúva oficial. Adriane teve que voltar de ônibus do cemitério, sozinha, após se despedir do homem que amava. Relatos de telefonemas grampeados e tentativas de provar infidelidade ainda doem até hoje.

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Essa guerra fria com a família Senna nunca acabou de verdade. Em 2024, a série da Netflix sobre Ayrton quase a apagou da história, dando-lhe apenas dois minutos. Adriane respondeu com o documentário “Meu Ayrton” no Max, contando seu lado da história. A rivalidade com Xuxa também persiste, com farpas públicas ao longo dos anos. Mesmo assim, Adriane encontrou forças para seguir. Lançou o livro “O Caminho da Borboleta”, que vendeu bem e ajudou a pagar contas. Começou na TV em 1995 e se tornou uma das maiores apresentadoras do país, comandando programas de sucesso na Record, SBT e Band.

Mas o sucesso não trouxe paz total. Em 1996, outra perda brutal: o irmão mais velho, Alberto Galisteu Jr., de 28 anos, morreu por complicações do HIV, contraído devido ao uso de drogas. Adriane, já subindo na carreira, viu o dinheiro não ser suficiente para salvar a família. Anos depois, veio o casamento com Alexandre Iódice, em 2010. Juntos tiveram o filho Vitório. Alexandre, que também é seu empresário, trouxe estabilidade, mas o mix de amor e trabalho gerou crises. Em entrevistas recentes, como a de fevereiro de 2026 com Léo Dias, ela admitiu que discussões acontecem em todo casamento e que precisa lembrar o marido de que ele não a controla. Ainda assim, ela valoriza a parceria e o humor que mantêm o relacionamento de pé.

Hoje, uma das maiores dores de Adriane é cuidar da mãe, Ema Kellem, de 76 anos. Viúva há décadas e única filha restante após a morte do irmão, Adriane assume sozinha o cuidado. A mãe enfrenta problemas de mobilidade e demência inicial, o que exige dedicação total. “O glamour da TV não é tudo”, desabafa ela. Entre gravações, compromissos e vida pessoal, o cansaço e o desespero batem forte em alguns dias. Mas ela segue firme, como sempre.

A saúde de Adriane também virou um grande desafio. Ela sonhava em ter mais filhos, mas uma doença autoimune chamada otosclerose mudou tudo. A condição causou perda significativa de audição e, se engravidasse novamente, o risco era ficar completamente surda. Médicos alertaram sobre os perigos, e o marido preferiu não ter outro filho. Inspirada por Cláudia Raia, que virou mãe aos 55, Adriane diz que toparia uma segunda maternidade mesmo na casa dos 50, mas a realidade impôs limites. “É uma doença horrível, você não sabe de onde vem nem para onde vai”, contou ela no documentário.

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Como se não bastasse, em outubro de 2025, durante os treinos para a 17ª edição de A Fazenda, Adriane sofreu uma lesão que revelou a síndrome piriforme. Essa inflamação no nervo ciático causa dor intensa nas pernas e glúteos, dificultando até andar. Ela precisou de fisioterapia e quiropraxia para melhorar. Antes do diagnóstico, nunca tinha ouvido falar da condição. “Não era normal sentir aquela dor”, desabafou no Instagram. Mesmo assim, terminou o reality com brilho, variando looks e conquistando o público. Apresentando cinco edições do programa desde 2021, ela voltou com tudo à Record após anos de ostracismo na TV aberta.

Aquele período longe da grande audiência, depois de deixar a Band em 2012, foi o pior da vida dela. Nove anos de “geladeira”, como ela mesma define. Sentia um vazio no peito, achando que tanto trabalho não seria recompensado. Fez TV a cabo, YouTube e teatro, mas o coração doía por estar distante do grande público. A volta veio em 2020, após a morte de Gugu Liberato, e hoje ela brilha novamente.

Além da TV, Adriane é empresária, embaixadora da Academia da Face, promovendo exercícios faciais e estética acessível. Aos 53 anos, continua influente, bonita e ativa. Sua imagem ainda está ligada a Ayrton Senna, mas ela segue construindo sua própria história. Surpreendentemente, em entrevistas recentes, disse que toparia um café com Viviane Senna para limpar o ar e talvez resolver pendências de mais de 30 anos.

A vida de Adriane Galisteu é prova de que força interior vence qualquer tempestade. De menina do grupo musical a musa de Senna, de apresentadora de sucesso a cuidadora dedicada, ela enfrentou luto, rejeição, doenças e crises familiares. Hoje, mesmo com dificuldades para andar e ouvidos que falham, ela desabafa com transparência e continua inspirando. O público que a acompanha há décadas sabe: por trás do sorriso, existe uma guerreira que nunca desistiu.

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Essa história nos faz refletir sobre quanto as celebridades carregam em silêncio. O que vemos na telinha é só a ponta do iceberg. Adriane perdeu o grande amor, o pai, o irmão, enfrentou preconceito e agora luta contra o próprio corpo. Mas não para. Continua no ar, cuidando da família e sonhando com dias melhores. Sua resiliência emociona e motiva quem passa por dificuldades.

Você sabia de todos esses dramas na vida de Adriane Galisteu? Qual momento mais te chocou? Conte nos comentários, compartilhe com quem admira a loira e marque os amigos. A vida não é fácil para ninguém, mas histórias como essa mostram que é possível renascer das cinzas. Adriane segue em frente, com dor, mas também com muita garra. O Brasil torce por ela! 💪✨