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MAURO CEZAR EXPLODE: ‘Quem Tá Vazando Isso do Presidente da CBF? Tem Coisa Esquisita Acontecendo!

O que pipocou aqui no Brasil ontem foi as notícias aí, ó. Eh, e esses negócios tem que ser dito. Como é que vaza essas paradas? Como é que vaza? E depois do jogo do Marrocos, por que não antes? O Léo Dias já sabia antes, porque ele prometeu no programa, tava vendo que se o Brasil não ganhasse ele ia soltar a parada. E tem uma relação lá de mais gente, viu que ele falou?

É, V, foi exatamente isso que eu falei, é que não dá para ignorar o assunto, mas eu Thago, por já ter passado coisas que mexeram muito com a minha família, inclusive eu não gosto muito de falar da vida pessoal e eu respeito para caramba, tá? Você eh o Flávio, se quiser falar, o Mauro, se quiser falar, eu não entro muito na opinião porque, cara, é vida pessoal, é coisa que mexe com família. mas de apuração, porque aí eu faço jornalismo e é óbvio que eu tentei apurar depois de tudo o que aconteceu, o que eu recebi como informação, né? Você levantando o tema aqui agora e você é um cara que eu sempre falo, você pode fazer o que você quiser nesse programa. Primeiro que a antiguidade épois eu cheguei aqui, você já tava lá deitadinho no ônibus e segundo que você é incaível. Então você pode levantar o tema que você quiser, como todos os nossos companheiros, como eu falei na abertura do programa.

Agora, o que eu recebi é que não há guerra política. Pelo contrário, que a entidade hoje ela faz uma retaguarda que o Sabia Xaú, ele tem sim uma retaguarda da CBF, tá? Porque é visto como um problema pessoal, foi o que foi passado para mim, que não existe essa situação de guerra política. E aí outra coisa que eu fiz questão de deixar clara, tá bom? Mas e as federações? Como é que isso caiu nas federações? E aí o que foi falado, CPF e federações hoje encaram como um problema pessoal. Ele tem a retaguarda. Por quê? Porque tem uma boa gestão. Ele faz uma boa gestão e hoje, por enquanto, é visto como um problema pessoal. É isso. Isso foi o que eu recebi agora que eu também abro para você, pro Mauro, pro Flávio, porque a minha apuração é uma. Agora, outras pessoas podem ter outras, claro, como a gente já viu aí na imprensa, né? E foi até minha pergunta. Falei: “Ó, tá se falando de uma guerra política dentro da CBF e aí a informação foi: não tem guerra política, pelo contrário, nós estamos na retaguarda. Ele tem hoje o nosso, não é aval, né? Como é que eu posso dizer isso aí? Ele tem hoje ali o nosso apoio, né? o nosso apoio, porque se enxerga como um problema pessoal.

Agora, Vi, você que levantou o assunto, quero saber a sua opinião. Essa é a apuração que eu fiz, porque opinião, eu como pessoa, Thiago Asmar, Bilado, eu não gosto nesses assuntos pessoais aí, eu eu eu não curto porque envolve muito família, irmão. Envolve muito família. Mas queria saber de você, que você levantou aí o time também do Flávio e do Mauro, que claro foi o assunto que tomou aí o noticiário de seleção brasileira até o Neymar não entrar no treino, que também foi muito falada aí a ausência no Neymar no treino da seleção brasileira.

Fábio não tá pipocando aqui as coisas, né? Aqui no Brasil pipocou ontem no programa do Léo Dias, né? Que é na Band e a gente não sabe, né? essas informações tá saindo toda hora chegando negó de família de questão aí. Boa tarde a todos. Não é a questão pessoal, isso também não me interessa. Vida pessoal, nome a questão é a seguinte, eh, na linha do que o Vampeta acabou de dizer, eh, quem vaza isso? De onde vaza isso? Como pode alguém ter tantos detalhes, valor, centavos e tudo? Alguém é, alguém vazou isso. O hotel, os hotéis forneceriam tais informações, companhias aéreas? Creio que não. Quem pode vazar isso? Então, a gente tem que seguinte.

Pois é, amigos bem informados. Como é que eles conseguem essas informações? O que eu quero dizer é o seguinte, a CBF, se seleção brasileira, aí que eu quero chegar, vida pessoal, pouco me interessa, mas quando o assunto esbarra no campo, aí nos interessa. Por que que a seleção brasileira é mal treinada e tudo mais? uma das razões, trocou de técnico quatro vezes. Esse treinador chegou um ano, um pouco antes da Copa. Eu acho até que tinha que est melhor, já falei isso aqui, mas é negável que ele não teve o tempo ideal. É innegável que a troca do poder, vamos lembrar, Ednaldo, a Edinaldo tirado na justiça, aí Edinaldo volta ver a justiça, depois é retirado novamente e aí surge o saúde que ninguém sabia quem era, vira o presidente da CBF, né? Eh, quando o presidente do CBF é colocado numa situação de exposição como essa, é óbvio que isso é ruim para ele, é óbvio que isso pode abalar a sua gestão e até a sua permanência eventualmente no Então, a gente pode ter uma outra troca lá na frente a partir de uma situação como essa, não sabemos. E aí vai ficar trocando, trocando, trocando, troca o presidente, troca o técnico e aí a seleção brasileira não anda, porque o futebol brasileiro não tem o norte. Quando entra um presidente, começa a fazer algumas mudanças, podemos concordar ou discordar do que é proposto. Eh, de repente, se você coloca em risco, porque quando tem esse tipo de coisa, a gente sabe, não sabe onde vai parar, se isso morre aí com uma questão pessoal ou se isso vira um uma situação de de maores proporções, né? Porque da onde vem? A partir do momento que isso é vazado por alguém, cara, você tem inimigo na trincheira, não é isso?

você tem inimigo na trincheira, né? O cara que tá do teu lado não tá do teu lado porque alguém tá vazando. Como é que pode isso, né? Então, por mais que alguém diga: “Não, tá tudo bem”. Desculpa, eu não acredito que seja tudo bem, não. Acho que tá tudo mal, tem alguma coisa esquisita acontecendo e isso desemboca no campo, porque tudo que acontece no time do futebol é reflexo da da confusão que é o futebol brasileiro. A coisa só funciona aqui na Argentina também é uma zona lá pior ainda em alguns aspectos, mas ali que por eles jogaram a Copa do Mundo. O Messi, um jogador que é um genial jogador, se juntou com o técnico, que foi um bom técnico, se blindaram ali, se fecharam com jogadores, ó, nós vamos nós aqui, esquece essa turma, deram um cartão amarelo pros cartolos, não queremos n vermelho, queremos ninguém aqui conosco, negócio de cartola aqui enchendo do saco, viajando no nosso avião, na nossa concentração, eles se isolaram e montaram um time entre eles ali. Então, tem que ser uma coisa assim, o que é difícil acontecer de uma hora para outra. na Argentina foi acontecendo com o passado do tempo, depois de derrotas, depois de momentos difíceis, trocas de treinador constantes. E é o que acontece no Brasil hoje. Em 2002 também foi meio assim, meio que família escolar. O Vampiro tava lá, não foi? É, o Felipão juntou ali o pessoal, vamos se juntar aqui, vamos lá, vamos que vamos. Deu, deu igualzinho Brasil e Argentina, porque estrutura, organização, planejamento, isso tem na Alemanha. Ganha a Copa de 14. Em seis como anfitriões, os alemães se assumiram como quadrojuvantes. Estamos reformulando nossa seleção pro futuro. Em 10 eles foram eliminados pela campeã do mundo Espanha na semifinal. Gol do Puiol, jogo duríssimo. Poderia ter ido a final, poderiam ter sido campeões. Fizeram 4 a 0 na Argentina, né? No jogo que eliminou a Argentina. Em 14 eles fazem 71 no Brasil, são campeões do mundo. Depois aí é planejamento. Aí tem algos tem planejamento, gente. Não é casual eles terem um time que tem hoje tão competitivo. Brasil não tem. Brasil é tudo. Vamos que vamos. E de repente se dá certo da liga, como se diz, né? O técnico, jogadores, você tem ali alguns jogadores importantes. No caso, em 2002, o Brasil tinha Rivaldo, tinha Ronaldo, né? Argentina, tinha o Messi e outros ótimos jogadores ao redor, você forma um time que de repente dá certo. Agora o sonhado planejamento do futebol brasileiro, partindo da CBF, com estrutura, com trabalho e eh estruturado, uma comissão técnica bem escolhida, até a própria iniciativa de renovar con lote por mais 4 anos, quando o presidente do CBF é colocado numa exposição como essa, a gente não sabe o que que vem por aí, gente. Acho que esse é o ponto. Eu também não tenho nenhum interesse falar de vida pessoal. Não estou falando de vida pessoal, tô falando da questão política da CBF, do que pode estar por trás de um vazamento como esse. Então, se alguém disser para mim, tá tudo bem, a minha pulga continua aqui atrás da orelha, cara, ela não quer sair, não. Tá difícil de tirar. Eu vou continuar com ela aqui atrás da orelha, porque não não dá para não dá para ser ingênuo. Alguma coisa tá acontecendo.

Cláudio Pr. Bom, boa tarde a todos. Da mesma forma, claro que que isso foi vazamento de amigos, né? Tem esquema, tem alguma coisa muito grande por trás, tem interesse por trás. Sinceramente, para mim não tem a menor importância se ele tem uma, 10, 20 amantes, mas valeu para por uma informação que eu realmente não tinha, que me chocou. Aonde vai o dinheiro da CBF? Tem presidentes da Série A, B, C, todos os presidentes de federações, todas as custas da CBF. Isso é gravíssimo, isso é seríssimo, porque no caso da das moças lá, eh, ele pode pagar, né, eventualmente tirar o dinheiro pagar, mas a essa esse pessoal todo aí na ele, isso é compra de votos, ele levou todos os caras que votam as custas da CBF, claro, é uma entidade particular, é até certo ponto, é porque explora as marcas do Brasil e tal, mas ele leva todo esse bando aí que não faz nada pelo futebol, né? como levaram um bando de caras com processos criminais, tal, torcida uniformizada para se juntar aquela torcida que era aquela torcida frufru lá, verde, amarelo e tal, e também tá tem muita gente mamando nas tetas desse mundial aí da da CBF. Então isso realmente muito complicado. Agora o resto, mas sem dúvida tem tragem, lógico que tem, pô. Lógico que tem, óbvio. Trairagem. Isso aí é muito. Como é que o cara vai saber disso? O Mauro foi muito feliz quando disse: “Hotel não libera isso. O a empresa era também não.” E o cara tinha tudo, né? Detalhes e tal, sentava, né? Ah, eu eu diria mais, ele deve ter sido procurado para para para ter essa informação. Ó, ligar, fala: “Tem um negócio bom aqui para você” e tal. E ele faz esse tipo de jornalismo. Cada um faz do jeito que quiser. Problema de cada um, nada contra. Ou eu não faço, mas cada um faz do seu jeito. E ele topou fazer a coisa e e e rolou. Mas realmente isso pode implicar em problema lá na frente, sem dúvida pode chegar e é aquilo que foi dito, né? Se cai o técnico da seleção, se cai o presidente, muda a história do técnico tal. E eu vou dizer mais, se a seleção for mal na Copa, isso vai ganhar uma amplitude ainda maior. Se se ganhar a Copa, ainda sabe meio que passa, fica só o caso familiar, tal, mas se perder a Copa, aí realmente a coisa vai ficar pior.

A informação, tá, que eu recebo no momento é de que por enquanto há uma retaguarda da CBF. Por que que eu digo por enquanto? Se não vazarem mais coisas, né? Eu não sei aonde isso pode parar. por enquanto é enxergado como um problema pessoal, por enquanto se diz que não há guerra política e que o seu Mirúde vai continuar da mesma forma, inclusive, né, uma defesa da gestão, eles falam muito do calendário, do fairplay financeiro, da profissionalização da arbitragem. É a versão do que eu apurei, claro, com fonte da CBF. Óbvio, é essa. Agora o Mauro trazendo aí a opinião dele, o que ele pensa, o Flávio também, o Vamp também. Entenda o que disse o Mauro. O problema pessoal vai até um certo ponto, até o ponto em que a entidade pode refletir dentro do campo. Então vamos acompanhar, né, para ver se mais coisas aí acontecer nessa situação da CBF.

O vazamento que pipocou ontem no programa do Léo Dias na Band virou o centro das atenções no futebol brasileiro. Detalhes íntimos sobre a vida pessoal do presidente da CBF, valores exatos, centavos, tudo vazando com precisão cirúrgica. Como isso acontece? Hotéis não liberam, companhias aéreas também não. Alguém de dentro, com acesso privilegiado, decidiu soltar a bomba. O Léo Dias já sabia antes, prometeu soltar se o Brasil não ganhasse. Isso mostra que o vazamento foi estratégico, calculado para maximizar o impacto depois da estreia ruim contra Marrocos.

A CBF, por enquanto, dá retaguarda ao presidente. Vê como problema pessoal, não guerra política. Tem boa gestão no calendário, fair play financeiro, profissionalização da arbitragem. Federações também encaram como questão pessoal. Mas o Mauro César tem razão: quando o presidente está exposto assim, a gestão fica abalada. Pode haver troca no futuro, mais instabilidade. O futebol brasileiro já troca técnico quatro vezes, presidente vai e vem pela justiça. Sem norte, sem planejamento de longo prazo. Na Argentina, Messi e Scaloni se blindaram, ignoraram cartolas e montaram time. Deu Copa. Alemanha planejou, reformulou, ganhou em 2014. Brasil é “vamos que vamos”. Se perder na Copa, o escândalo ganha proporções maiores.

O vazamento não é só fofoca. Reflete confusão estrutural. Traição nos bastidores, inimigos na trincheira. Alguém vazou porque tem interesse. Isso desemboca no campo: time mal treinado, desorganizado no primeiro tempo contra Marrocos. O Danilo admitiu que assustou. Eles conversaram muito, ajustaram no intervalo. Mas o Ancelotti precisa corrigir rápido. O time coletivo falhou. O Hendrick treinando com titulares é normal, mas não garante vaga. O Brasil tem opções. O foco agora é arrumar a casa antes dos jogos mais difíceis.

A seleção precisa de estabilidade. Troca constante de comando não ajuda. O presidente exposto enfraquece a entidade. O vazamento mostra que tem rachadura. Se o Brasil for mal na Copa, a pressão aumenta. Se ganhar, o caso pode ser abafado como problema pessoal. Mas o dano aos bastidores já está feito. O futebol brasileiro precisa de planejamento, não de escândalos. O torcedor quer time organizado, não drama fora de campo. O Ancelotti tem que blindar o grupo, focar no que acontece dentro das quatro linhas. O resto é distração que o Brasil não pode se dar ao luxo agora.

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A CBF vive momento delicado. Retaguarda existe, mas vazamentos mostram vulnerabilidade. O presidente tem apoio por enquanto, mas se mais coisas saírem, a situação muda. Federações veem como problema pessoal, mas o impacto é coletivo. O dinheiro público e das marcas do Brasil está em jogo. Presidentes de federações viajando às custas da entidade geram questionamentos graves. Isso é compra de apoio? Compra de votos? O torcedor merece transparência. O futebol brasileiro precisa sair dessa zona de confusão.

Enquanto isso, a seleção joga. O primeiro tempo contra Marrocos foi bagunça. Desorganização tática, emocional. O segundo melhorou, mas o susto ficou. O Danilo foi honesto. Eles conversaram, ajustaram. O Ancelotti foi duro no intervalo. Agora é corrigir. O Hendrick treinando com titulares mostra que o técnico olha opções. Ele é jovem, talentoso, entrega. Vai ter minutos. O Neymar voltando a treinar com bola é passo, mas ainda longe. Um mês parado não se recupera em dias para jogo decisivo.

O Brasil tem potencial. Tem jogadores de qualidade. Mas precisa de organização, equilíbrio. O vazamento da CBF distrai, mas o foco tem que ser o campo. O torcedor cobra. A imprensa cobra. O Ancelotti tem que entregar. Se o time melhorar, elogia. Se repetir erros, critica. É simples. Opinião muda com os fatos. O importante é a seleção evoluir. A Copa está só começando. Dá tempo de ajustar. Mas o tempo é curto. Cada jogo conta. O Brasil precisa acordar. O torcedor merece um time competitivo, não drama nos bastidores.

A história da CBF mostra o quanto o futebol brasileiro é refém de interesses pessoais. Vazamentos, traições, exposição. O presidente tem retaguarda por enquanto, mas o risco é alto. Se a seleção tropeçar, tudo explode. O planejamento de longo prazo falta. Troca de técnico, presidente, confusão constante. Enquanto isso, Argentina e Alemanha mostram o caminho: blindagem, foco, estrutura. O Brasil precisa aprender. O torcedor espera. A seleção tem talento. Falta organização. O Ancelotti tem desafio grande. O vazamento é distração. O campo é o que importa. Vamos ver contra o Haiti e Escócia. O Brasil precisa reagir. O torcedor está de olho.

A discussão sobre Neymar, Hendrick e CBF mostra o quanto o futebol brasileiro mistura campo e bastidores. Neymar voltando a treinar é positivo, mas realismo é necessário. Hendrick ganhando minutos nos treinos é bom sinal. O time precisa se ajustar. O vazamento na CBF é sério. Mostra rachaduras. O torcedor quer futebol, não drama. O Brasil tem potencial para grande Copa. Precisa de foco, organização e calma. O resto é barulho. O campo decide. Vamos acompanhar. A Copa está apenas começando.