Ele pensou ter resgatado um filhote — um ano depois, não conseguia acreditar no que realmente era.
Os cães são frequentemente considerados alguns dos animais mais leais e amorosos que se pode ter em casa. Uma vez que se tornam parte de uma família, são tratados como seus e farão de tudo para protegê-la. Além disso, são incrivelmente fofos e podem trazer muito conforto e alegria para as pessoas que cuidam deles.
É exatamente por isso que Ezra amava cães. Ele não media esforços para ajudar um animal necessitado. Ezra Tounes, de 27 anos, morava em uma vila tranquila no interior. Era um lugar pequeno e pacífico, onde todos se conheciam e os vizinhos estavam sempre prontos para ajudar quando alguém precisava. Ezra passou a vida inteira ali.
Ele nasceu e cresceu nessa vila, e sua família morava lá há gerações. Ele amava tudo naquele lugar, mas sua parte favorita era a floresta que fazia fronteira com a cidade. Ele não era um homem comum, como muitas crianças em tempos de guerra. Esse profundo amor pela natureza e pela floresta nunca se apagou. Mesmo adulto, Ezra costumava passear com frequência. Às vezes, depois de um longo dia, outras vezes em um fim de semana tranquilo, quando não tinha compromissos. Ele nunca ia sozinho, porém. Seu dobermann, Dobby, estava sempre ao seu lado. Ezra havia trazido Dobby para casa quando filhote, e eles rapidamente criaram um forte laço. Os dois eram inseparáveis.
Certo dia ensolarado, Ezra e Dobby estavam juntos em seu espaço reservado na floresta. O tempo estava perfeito, e tudo parecia calmo e tranquilo. De vez em quando, Ezra jogava um graveto para Dobby, que corria atrás, abanando o rabo, ansioso por outro arremesso. Mas depois de um arremesso que fez o graveto voar mais longe do que o normal, Ezra parou perto de um pequeno riacho para esperar.
Minutos se passaram, e Dobby parecia não fazer diferença. Estranho, já que o cachorro normalmente era rápido e nunca se afastava por muito tempo. Preocupado, Ezra começou a chamar seu cachorro, esperando que Dobby voltasse correndo por entre as árvores. Mas, sem obter resposta, ele começou a correr na direção de Dobby, com o coração cada vez mais pesado a cada passo.
Continuou chamando e procurando, mas não havia sinal do Doberman. Pensamentos sobre antigas armadilhas de caça ou animais selvagens passaram pela cabeça de Ezra. Finalmente, Ezra desistiu e voltou para a aldeia, pronto para pedir ajuda. Dobby significava tudo para ele, e ele não podia simplesmente deixá-lo lá sozinho. Ao se aproximar da borda da mata, Ezra ouviu um forte farfalhar nos arbustos ao seu lado.
Ele congelou, preocupado que pudesse ser um animal selvagem prestes a atacá-lo. O arbusto farfalhou novamente. Curioso com o som, Ezra se aproximou e espiou entre os arbustos. Para sua surpresa, era Dobby, preso em meio aos galhos densos. Mas o que surpreendeu Ezra ainda mais foi que Dobby tinha algo na boca. Rapidamente, Ezra ajudou seu fiel cão a sair da vegetação rasteira emaranhada.
Assim que Dobby se libertou, Ezra se agachou para ver o que ele carregava. Com cuidado, Dobby colocou o objeto no chão à sua frente. Ezra olhou para ele incrédulo. É uma guerra vencedora. A criaturinha obviamente tinha acabado de nascer; seus olhos ainda estavam bem fechados. Ezra sentiu uma onda de admiração o invadir enquanto pegava cuidadosamente a criatura frágil.
Ele não conseguia acreditar que algo tão pequeno e indefeso pudesse ser tão adorável. Não havia como deixá-lo lá sozinho. Ezra soube imediatamente que levaria o filhote para casa e cuidaria dele até que estivesse forte o suficiente para talvez encontrar um lar definitivo com outra família. As primeiras mulheres se fortaleceram.
Ezra precisava programar um alarme a cada duas horas para alimentar o filhote com uma pequena seringa. Ele também precisava dar a ele um leite especial para substituir o que sua mãe teria recebido. Conforme os dias se transformavam em semanas, o pequeno filhote começou a crescer rapidamente. Mas, à medida que crescia, Ezra notou algo estranho. Ele não se parecia com nenhum tipo de cachorro que ele já tivesse visto.
Ezra precisava programar um alarme a cada duas horas para alimentar o filhote com uma pequena seringa. Ele também precisava dar a ele um leite especial para substituir o que sua mãe teria recebido. Mesmo que os velhos tempos fossem repletos de conteúdo online, e o dinheiro não fosse abundante, um pouco de dinheiro ainda seria útil. A luta contra isso era a mesma. Ele amava o pequeno de qualquer maneira, e Dobby também. O Doberman fazia questão de estar por perto em todas as refeições e se aconchegava ao lado do pequeno filhote em frente à lareira todas as noites para mantê-lo aquecido e seguro.
Um dia, enquanto Ezra, Dobby e o pequeno que Ezra havia apelidado de “Pipsqueak” brincavam em casa, algo inesperado aconteceu. Pipsqueak, de repente, subiu até o topo de uma estante alta, algo que não seria nada demais. Ezra ficou parado, atônito. Esse tipo de escalada não era algo que se via normalmente em um filhote.
Esse momento foi interrompido. Talvez aquele pequeno não fosse um cachorro, afinal. Para obter uma resposta definitiva, Ezra marcou uma consulta com seu veterinário. Ele imaginou que alguém que trabalhava com animais diariamente poderia finalmente ajudá-lo a desvendar o mistério do que Pipsqueak realmente era. No dia da consulta, Ezra colocou Pipsqueak cuidadosamente em uma pequena caixa de transporte e partiu para a clínica, nervoso, mas curioso.
Assim que entraram na sala de exames, Ezra contou tudo ao veterinário. Ele explicou como Dobby havia encontrado a pequena criatura na floresta e como a criara desde que tinha apenas alguns dias de vida para garantir que estivesse segura, saudável e amada. O veterinário ouviu atentamente e então começou a examinar Pipsqueak. Após alguns minutos de silêncio, o veterinário finalmente sorriu e deu a resposta a Ezra.
Acontece que Pipsqueak não era um filhote. Na verdade, era um filhote de furão. O veterinário explicou que os furões às vezes podem ser um pouco teimosos e ocasionalmente morder, mas também podem ser ótimos animais de estimação. O que aconteceria a seguir, disse ele, dependia inteiramente de Ezra. De volta para casa, Ezra abriu a caixa de transporte e soltou Pipsqueak.
Dobby resistiu muito bem e começou a lambê-lo, claramente feliz por ter seu amiguinho de volta. Enquanto Ezra os observava juntos, percebeu que não podia deixar Pipsqueak ir embora. Dobby obviamente havia criado um forte laço com ele e, para ser honesto, Ezra também. Ele também sabia que Pipsqueak não havia aprendido importantes habilidades de sobrevivência com sua mãe.
Coisas como caçar, evitar perigos e encontrar comida — habilidades que um furão selvagem precisaria — nunca lhe foram ensinadas. Como Ezra o criou à mão, o pequeno cresceu mais como um animal de estimação do que como um animal selvagem. Por tudo isso, Ezra sabia que só havia um lugar que parecia certo para Pipsqueak: em casa, com ele e Dobby.
E, honestamente, eles não poderiam estar mais felizes em tê-lo como parte de sua pequena família. Para uma história emocionante, deixe um comentário. E não precisa comparar, compartilhar ou se inscrever para ouvir mais histórias reais como esta. Quer mais? Visite o canal para ainda mais histórias incríveis.