
Presta muita atenção no que eu vou falar agora, porque o que a esquerda está fazendo contra Flávio Bolsonaro não é jornalismo, é puro desespero disfarçado de análise. Eles chamam de “repugnante”, “nojento” e “baixo” exatamente porque não conseguem explicar por que o senador continua forte nas redes, continua liderando pesquisas em vários cenários e continua sendo o nome mais forte da direita para 2026.
Flávio Bolsonaro é pré-candidato há meses. Ele não precisa inventar moda nem copiar projeto de ninguém. Ele representa a continuidade do que deu certo no governo Bolsonaro: economia crescendo, Brasil respeitado no exterior, segurança pública melhorando, valores da família defendidos. Enquanto isso, o que a esquerda oferece? Mais três anos e meio de Lula com aprovação derretendo, especialmente no Nordeste, inflação comendo o bolso do povo e escândalos que a grande mídia tenta enterrar.
Eles vêm com a tal reportagem da Financial Times e da BBC republicando. Claro! Jornais estrangeiros que sempre atacaram Bolsonaro agora são usados como bíblia. Para eles, Bolsonaro é “golpista” condenado a 27 anos. Mentira deslavada. O mundo inteiro sabe que o processo contra o presidente foi político, cheio de irregularidades, e que ele está sendo perseguido exatamente por ter dado voz ao povo brasileiro. A mesma imprensa que defendeu Lula mesmo com triplex, sítio e mensalão agora se acha no direito de julgar a família Bolsonaro.
O caso do Banco Master? Mais uma armação do Intercept, aquele mesmo portal que vive cercado de polêmicas e que mandou repórter stalkear a família de Eduardo no Texas. Financiamento para uma cinebiografia? E daí? Quantos políticos da esquerda já pegaram dinheiro de todo tipo de fonte e a imprensa fingiu que não viu? O importante é que Flávio Bolsonaro não é acusado de desviar dinheiro público. Não tem sítio no nome de laranja, não tem triplex, não tem pedalada. Ele trabalha, faz política e carrega o legado do pai.
Enquanto isso, a esquerda surta porque Flávio alcançou 8,8 milhões de interações em apenas 10 dias nas redes, mesmo com toda a campanha de difamação. A verdade é que o povo está cansado de ouvir a mesma ladainha. O antipetismo não é ódio, é memória. O povo lembra do que era o Brasil antes de Bolsonaro e do que virou depois que Lula voltou. Preço da gasolina, desemprego, vergonha internacional, censura no Supremo. O antipetismo é apenas o brasileiro dizendo: chega de roubo e arrogância.
Agora vêm com o caso do assessor no Rio de Janeiro. Mais uma tentativa de associar Flávio com crime. Mas quantos indicados do PT já foram pegos com o Comando Vermelho, PCC e toda a bandidagem? Quantos escândalos de corrupção no governo Lula são varridos para debaixo do tapete pela imprensa amiga? O padrão é sempre o mesmo: contra Bolsonaro, qualquer ilação vira manchete. Contra a esquerda, até prova concreta vira “narrativa golpista”.
O mais nojento mesmo é ver esses “analistas” criticando o uso de depoimentos emocionais de senhoras que choram pelo presidente Bolsonaro. Eles chamam de apelação. Eu chamo de realidade. O povo ama Bolsonaro porque ele foi o primeiro presidente em muito tempo que falou a língua do brasileiro comum. Que sentiu a dor do povo, que enfrentou a ditadura da toga, que levou facada e continuou firme. Quando uma senhora chora falando do presidente, isso não é manipulação. Isso é sentimento genuíno de quem sofreu nas mãos do sistema e viu em Bolsonaro uma esperança.
Flávio Bolsonaro não esconde isso. Ele diz claramente: vai honrar o pai, vai resgatar o Brasil do caminho errado e colocar o país novamente na prosperidade. Enquanto isso, o que a esquerda oferece? Mais do mesmo. Mais Moraes censurando, mais Janja viajando com dinheiro público, mais escândalos abafados, mais índio apanhando da segurança do Lula no Espírito Santo enquanto a imprensa silencia.
Lembra do que aconteceu no Espírito Santo? Lula mandou segurança descer o sarrafo em indígenas que eram aliados dele, só porque eles quiseram participar de verdade do evento. Se fosse Bolsonaro, seria manchete no mundo inteiro. Como é Lula, virou “incidente isolado”. Hipocrisia pura.
A esquerda está perdida. Eles veem Flávio crescendo, veem Carla Zambelli livre na Itália dando mais uma derrota internacional para Alexandre de Moraes, veem Trump recebendo a família Bolsonaro de portas abertas, e o desespero bate. Por isso partem para o baixo nível: atacar emocionalmente, chamar de “ódio”, tentar associar com crime sem prova concreta.
Flávio Bolsonaro não precisa de projeto mirabolante. O projeto é simples: voltar ao que funcionou. Menos impostos, mais liberdade, respeito à família, combate à corrupção, Brasil soberano. O Brasil de 2019 a 2022 foi infinitamente melhor do que o Brasil de Lula 3. O povo sabe disso. Por isso Flávio continua forte mesmo com toda a máquina contra ele.
Não é ódio. É amor ao Brasil. É cansaço de ver o país sendo destruído por incompetência e corrupção. É ver o presidente Bolsonaro sendo perseguido injustamente e querer justiça. As senhoras que choram por ele representam milhões de brasileiros que oram todo dia pela recuperação do país.
O caminho da esquerda é sempre o mesmo: atacar o mensageiro porque não conseguem refutar a mensagem. Flávio Bolsonaro é o herdeiro natural dessa luta. Ele carrega o sobrenome com orgulho, enfrenta a perseguição de cabeça erguida e continua trabalhando.
Enquanto a esquerda chora com reportagem da Financial Times, o povo brasileiro continua nas redes apoiando quem realmente representa mudança. Flávio não está sozinho. Tem o pai, tem a família, tem milhões de patriotas que não se curvam diante da narrativa podre da imprensa militante.
Brasil, não caia nessa conversa fiada. Flávio Bolsonaro representa esperança. Representa continuidade do bem que foi feito e correção dos erros do atual governo. O resto é desespero de quem sabe que nas urnas a coisa está complicada.
Deus abençoe Flávio Bolsonaro, abençoe o presidente Jair Bolsonaro e abençoe todos os brasileiros que não se vendem por narrativa barata. A verdade está vencendo. O povo está acordando. E 2026 vai ser o ano da virada.
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