
Uma porta arrombada, uma mãe em choque. Apenas mais uma mãe em choque. Um corpo escondido dentro de uma garagem que nunca deveria ter sido um quarto. Minutos antes, alguém havia ligado para a polícia dizendo que um homicídio estava ocorrendo ali. Quando a polícia chegou, encontrou algo muito pior. Duas versões do crime, três relacionamentos passados entrelaçados e tantas mentiras que parecia que cada suspeito vivia em um universo paralelo.
No centro de tudo isso estão Kiara Mculey, Isaac Apodaca e Gracy Janes, uma garota de 21 anos que nunca deveria ter aceitado aquele convite. Eu sou Marcos Campos, e hoje vou narrar em detalhes um caso em que cada depoimento era mais absurdo que o anterior, com múltiplas personalidades, ordens secretas e contradições tão grotescas que parecem ficção, mas claramente não são.
E talvez essa seja a parte mais assustadora deste caso. Se você gosta de aprender sobre histórias reais, convido você a se inscrever e seguir o canal. Há vários episódios como este toda semana aqui. Se puder, por favor, torne-se um membro; isso me ajuda muito. Você sabe. Muito barato, R$ 9,99. Você já está colocando a mão na massa aqui, me ajudando com os roteiros e a edição.
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Uma mulher liga para a polícia em desespero, dizendo que seu filho está na casa da namorada e que um crime está acontecendo lá dentro. Não é uma briga menor ou algo do tipo, é uma agressão grave, uma tentativa de homicídio. A polícia então vai até lá, chegando em modo cinematográfico, armas em punho, gritando: “Polícia, saiam do caminho!” ou, na verdade, eles saem lentamente de dentro.
Sabe aquele pacote completo que você vê em séries policiais? Bem, mais ou menos assim. E como ninguém atendeu a porta na primeira tentativa, eles literalmente a arrombaram. Dentro da porta, tropas entrando, todos anunciando a plenos pulmões que era a polícia, que estavam armados.
Sabe aquela sensação estranha de quando você não está realmente aqui para tomar um café? Não, mas então uma senhora apareceu, e o curioso é que ela não parecia assustada com a presença da polícia, nem estava realmente surpresa, mas não em pânico, como se esperaria com a polícia armada em sua casa. A verdadeira preocupação da mulher era com sua porta quebrada, tipo: “Ei, boa tarde, quem vai pagar por isso agora?” Bem, era assim que ela se sentia, ou pelo menos o que ela estava vivenciando naquele momento, como se realmente não entendesse o motivo daquele espetáculo todo na frente de sua casa. Mas será mesmo?
A conversa que se seguiu foi incomum, estranha e um tanto desconexa. Cada resposta tornava tudo ainda mais bizarro, até que finalmente os policiais entenderam o que estava acontecendo ali. Havia apenas duas pessoas naquela casa naquele momento, uma mãe e sua filha.
E a filha era Kiara Mculey, de 19 anos. A mãe de Kiara então responde às perguntas que os policiais estavam fazendo e diz, com a maior naturalidade, que há outra pessoa em sua garagem, um corpo, na verdade. E essa história de garagem aqui, vale mencionar que era menos uma garagem e mais o quartinho improvisado de Kiara, ok? Filha daquela senhora.
Um local de armazenamento, um esconderijo, principalmente seu ninho de amor com o namorado, Isaac Apodaca, de 25 anos. Mas Isaac não estava lá; ele estava desaparecido, fora do roteiro até então. Em poucos minutos, o caos, aquele caos inicial, começa a se transformar em certeza. Um assassinato havia ocorrido ali. Kiara é algemada e colocada na viatura.
Enquanto isso, os peritos entram e encontram o corpo de Gracy Janes. Ei, meus amigos! A cena é brutal, sabe? Múltiplas perfurações. À primeira vista, a polícia pensou que tinha sido feito com uma faca, ou talvez uma espada, e havia sinais de uma tentativa de decapitação no pescoço. Por outro lado, quando começam a investigar mais de perto, encontram de fato a arma usada no crime, e era, sim, uma espada de 1 metro.
É isso mesmo, pessoal, uma espada, não é uma metáfora, ok? Não é uma figura de linguagem, é uma espada de verdade, ainda manchada de sangue. Durante aquelas conversas iniciais, surge um elemento que começa a complicar tudo. Digamos que Gracy não era apenas ex-namorada de Isaac, ela também era ex-namorada de Kiara.
Supostamente, embora estivessem separados, Isaac chamou Gracy para conversar com ela e Kiara. E Kiara, obviamente, não gostou disso. Ela não gostou do convite, da iniciativa ou da ideia de ver sua ex e a ex dele entrando na casa onde ela morava e dormia. A mãe de Kiara, a mesma que abriu a porta reclamando que a polícia quebrou a porta, etc., também não gostou de saber da presença de Gracy na casa. Você já percebe que havia, não sei, uma história por trás disso. Antiga rivalidade, clima tenso, amizade tóxica, relacionamento pior ainda, um arquivo inteiro de drama. A própria Kiara se referiu a Gracy como sua ex-namorada.
Sua mãe negou, dizendo que não sabia de nada. Esse é outro nó para a polícia desatar, não é? De qualquer forma, não tive escolha. Kiara seria colocada em prisão preventiva, sua mãe registrada como testemunha, e o corpo seria removido após a perícia inicial. O próximo passo é encontrar Isaac.
Ele havia sido expulso da casa de Kiara naquela mesma manhã, algo que parecia rotineiro nas discussões do casal. Mas foi ele quem contou tudo para a própria mãe e pediu que ela ligasse para o número de emergência. Aqui está uma mulher que ligou para o número de emergência cedo, desesperada, dizendo que um homicídio estava acontecendo.
Você se lembra, certo? Pois é. E como se a cena já não fosse estranha e perturbadora o suficiente, a mãe da vítima, a mãe de Gracy, chegou logo após a polícia. E provavelmente foi o próprio Isaac quem avisou essa mulher da tragédia. Ele ligou para a ex-sogra dizendo que algo terrível havia acontecido.
O aspecto mais notável deste caso, poder-se-ia dizer, foi o trabalho dos investigadores, que rapidamente conseguiram esclarecer todos os eventos. Para isso, falaram com os suspeitos, é claro, Kiara e Isaac, separadamente, certo? Não houve confronto ali, talvez depois, mas, você sabe? Vamos ver o que cada um tem a dizer.
Cada um deles, em uma sala separada, contou sua versão dos fatos. E olhem, pessoal, eu só acho que é preciso muita paciência para ser investigador, não é? É preciso muito sangue frio, na verdade, porque você vai ouvir uma quantidade absurda de bobagens, muita conversa fiada, e fingir que está tudo bem, tudo certo, apenas dando corda suficiente ao suspeito para ele mesmo se enforcar depois.
Não, não no sentido figurado, é claro. Então vamos dar uma olhada no interrogatório dela, Kiara Mculey. Na narrativa um tanto fantasiosa que Kiara contou ao detetive na sala de interrogatório, após confessar o crime, ela explicou que Gracy estava em sua garagem desde a noite anterior, tendo longas conversas com Isaac sobre tópicos que Kiara não conhece, não está familiarizada e não tem interesse, coisas como filmes, quadrinhos, o universo dos super-heróis, etc.
Em outras palavras, enquanto as duas amigas conversavam animadamente sobre tudo isso, Kiara se sentiu deixada de lado — com ciúmes, certo? Aquela coisa, entediada, um pouco irritada, eu diria mais irritada do que entediada, mas ela disse que acredita que dormiu depois disso e acordou mais de uma vez. E os dois, Gracy e Isaac, continuaram conversando enquanto as horas passavam.
Isso deixou a garota furiosa. Então ela começou a imaginar maneiras de eliminar Gracy, de fazer a garota desaparecer da face da Terra. E aqui, pessoal, estamos falando de assassinato real. Kiara fantasiou sobre possíveis formas de assassinar Gracy, que estava sob o mesmo teto, a poucos metros de distância dela.
Isso é supostamente porque a garota estava conversando com, você entende, certo? Era uma espécie de negócio, há uma falha na explicação ali, ok? Um buraco na história, eu diria. Mas vamos continuar aqui da maneira que ela descreveu. Eles ficaram na garagem. Gracy dormiu lá, mas na manhã seguinte, bem cedo, em um momento em que Isaac saiu da garagem e foi ao banheiro, deixando as duas garotas sozinhas lá, Kiara matou Gracy.
Se a vítima estava acordada ou dormindo, talvez drogada, nada disso se sabe. Não houve menção a uma discussão ou briga física. O relatório afirma que minutos depois, ao retornar à garagem, Isaac encontrou Kiara na porta, e ela confessou ter feito isso, o que significava que ela havia assassinado a outra garota. Não acreditando muito na história, Isaac entrou e viu com seus próprios olhos que era verdade.
Gracy estava deitada lá, morta, praticamente decapitada. O corpo, crivado de facadas, sangue espalhado por toda parte, Kiara com roupas manchadas de sangue — um circo de horrores. E desse circo vamos para outra sala de interrogatório. Ouça o que Isaac Apodaca tem a dizer. Pessoal, depois que Kiara foi presa, ela meio que entregou o namorado, ok? Ela já implicou o cara no crime, contando à polícia todas as informações relevantes sobre Isaac Apodaca, como seu nome, número de identificação, número do seguro social, endereço, placa do carro, cor da cueca, etc., etc., etc. O veículo foi encontrado em movimento no meio do trânsito, e parece que Isaac estava fugindo naquele momento. Dentro do seu veículo, muitos pertences pessoais. Ele foi convidado pela polícia a ir a uma delegacia como testemunha no caso, não como suspeito. Na versão fantasiosa dos fatos que ele contou, ele estava aterrorizado, com medo de Kiara, e ainda sem acreditar que ela fosse uma assassina.
Ele desconhecia os planos assassinos dela. Ele não tinha se envolvido em nada. O crime aconteceu em sua ausência, naquela janela ali, sabe, por apenas alguns minutos, quando ele saiu para pegar água, para fazer xixi, certo? E então, quando voltou para a garagem, já tinha visto tudo aquilo. Ele e Kiara então discutiram, e ela supostamente mandou o cara embora, o que era algo recorrente no relacionamento deles, aparentemente, ok? Isaac achou que essa era uma ótima oportunidade para fornecer uma linha da cena do crime. Ele saiu com seus pertences jogados no carro quando estava longe e já seguro. Ele então ligou para a mãe, contou tudo o que havia acontecido e pediu que ela chamasse a polícia, o que ela acabou fazendo. Provavelmente, ao mesmo tempo, ele também ligou para a mãe de Gracy para avisar que algo muito ruim havia acontecido com a garota na casa de Kiara.
Como eu já disse, os policiais foram muito, muito gentis com ele e encorajaram o jovem a contar tudo, até o último detalhe, porque ele havia convidado a vítima para a casa da outra mulher. Por que ele fez isso? Por causa da namorada louca e ciumenta, uma vez que as garotas tiveram um desentendimento, não havia mais amizade entre elas.
É assim que é, não é? Quando Isaac foi questionado sobre isso, ele se fez de bobo. Ele disse que não tinha intenção de causar problemas, que achava que as garotas poderiam ser amigas novamente, que elas apenas assistiriam televisão, conversariam e que tudo tinha corrido bem. Todos eles dormiram mais ou menos juntos naquele espaço, e de manhã as coisas aconteceram exatamente assim, sem mais nem menos, exceto que ele não participou.
Ei, Zinho, hein? O que você estava tentando fazer, meu filho? Convidar a ex para a casa da namorada atual (que também é ex da ex), mas ela só está pedindo problemas, certo? As contradições. Bem, pessoal, com este cenário ainda um tanto confuso, a polícia persistiu com ambos os suspeitos, com os envolvidos no caso.
Kiara disse que não se lembrava de nada, que houve uma lacuna em sua memória. Uh-hum. Um momento de branco durando algumas horas, aquelas poucas horas cruciais, sabe? Sim, ela achava que era possível que ela fosse a autora do crime, apesar disso, mas havia um detalhe ali, e vamos explorar isso mais tarde, que é bem interessante.
Mas primeiro, precisamos mencionar que esse Isaac, que passou de medroso e tenso para cooperativo e relaxado, digamos, na frente dos detetives, tão calmo que ele abriu mão do direito a um advogado e assinou a permissão para as autoridades analisarem seu celular e recuperarem informações relacionadas ao crime de Kiara a partir do dispositivo.
No entanto, as mensagens recuperadas do celular mostraram que os dois haviam planejado o crime juntos, que o convite que ele estendeu a Gracy fazia parte do plano de assassinato, uma armadilha, um laço. Gracy foi atraída para sua própria execução. E você pensou que Isaac só queria aquelas duas namoradas, mas de repente, hein? Tudo fazia parte de todo o esquema sujo.
E como vimos, ele partiu, escapou da garagem da morte e ligou para a mãe, aterrorizado e desorientado. Ok. Bem, essa ligação aconteceu cerca de uma hora ou uma hora e meia após o assassinato. Isso coloca o jovem na cena do crime como coautor, cúmplice ou mentor; em suma, ele estava lá e certamente participou da limpeza e alteração da cena do crime.
Só então ele saiu, todo assustado. Outra informação chocante, além da premeditação do assassinato, é que esse Isaac era um tremendo manipulador mental, e ele repetidamente instigou sua namorada a cometer crimes para que ela pudesse ascender dentro de uma suposta organização secreta e um tanto mística chamada Ghost.
Matar alguém, significando matar sua ex-amiga ou ex-namorada, lhe rendeu várias estrelas dentro da hierarquia daquela organização, onde Isaac era um mago poderoso, um dos líderes. Mas droga, isso é mentira, certo, pessoal? Não havia pênis, nem organização secreta de espécie alguma.
Eles eram dois imbecis, alienados do mundo, vivendo um romance estúpido dentro de uma garagem tão suja quanto suas almas. Dois desajustados, completamente fora do lugar, que não produziam absolutamente nada, viviam para seus próprios prazeres, muito provavelmente pagos, certo, por seus pais pobres. Além de tudo isso, eles eram pessoas más, sementes do mal. Mas agora vamos voltar ao depoimento de Kiara, o primeiro quartinho que mencionei que tinha coisas interessantes, lembra? Bem, é interessante de uma perspectiva de show de terror, certo? Em sua conversa com o detetive, a garota insistiu que não sabia de nada, que não sabia nada, que esqueceu, que não conseguia se lembrar das coisas. Ela começou a falar sobre ter múltiplas personalidades, que ela tinha transtorno dissociativo de identidade ou transtorno de múltiplas personalidades, que é um diagnóstico muito raro caracterizado pela existência de duas ou mais personalidades e sintomas como lapsos de memória, esquecimento de informações pessoais e falta de identificação com o próprio corpo, certo? Bem conhecido por isso.
Existem até filmes que abordam esse tema. Acontece, existe, mas não em, certo, pelo amor de Deus. É literalmente um show bizarro. Kiara diz que não se lembra de nada porque, segundo ela, outra personalidade foi quem a matou. Então é. Agora temos várias perguntas ali no interrogatório, ok? Cada um deles disse: “Vá em frente e faça isso.” O outro disse: “Não, não, não, não, não vai dar errado.” O terceiro apareceu e disse: “Mate-a.” Então ela disse: “Droga, eu não vou ter escolha, vou ter que pegar essa espadinha de 1 metro e espetar na barriga da minha amiga e cortar a cabeça dela.” O detetive continuou fazendo várias perguntas sobre essas personalidades, seus nomes e como elas se comportavam, o que ela achava que poderia ter acontecido, se uma das quatro personalidades poderia ter assumido o controle e cometido um crime, coisas assim, sabe? O detetive foi completamente profissional, e era aquela velha história, certo? Apenas continue provocando-o e veja até onde o policial vai, certo? Meio que provocando-os, certo? E a garota estava viajando, viajando, viajando, viajando, inventando mais e mais mentiras.
Porque, você sabe? Você vai inventar, mentir aqui, mentir aqui, mentir aqui. Em algum momento, as coisas vão desmoronar e o detetive saberá que você está mentindo, certo? Mas com as provas que estavam nas mensagens, apesar de toda essa conversa fiada, ficou provado que tudo foi planejado. As evidências forenses também apontaram o autor do crime, e também houve uma limpeza parcial da garagem, como mencionei, com produtos químicos.
Nada de transtorno de personalidade múltipla aqui, nada disso. No início de 2025, dois anos após o ataque, Kiara Mculey, de 22 anos, declarou-se culpada de homicídio qualificado e conspiração para cometer homicídio. Isso se deve, é claro, à morte de Gracy Janes lá em ’22. E sua confissão de culpa representa um grande avanço no caso, que enfrentou múltiplos adiamentos do julgamento.
Em troca de confessar sua culpa, a mentirosa com a personalidade única receberá uma sentença de 30 anos e testemunhará contra seu namorado covarde. Mais detalhadamente, de acordo com o acordo, ele enfrentará uma sentença de 30 anos de prisão, 20 anos pela acusação de homicídio e 15 pela acusação de conspiração, a serem cumpridos consecutivamente. No entanto, o período de agravamento de cinco anos será suspenso se ela cooperar totalmente com os promotores.
Além disso, Kiara deve cumprir pelo menos 85% de sua sentença antes de ser elegível para liberdade condicional, já que o homicídio é classificado como um crime violento e grave. A polícia e os promotores concluíram que Isaac Apodaca havia instruído Kiara Mculey a cometer o assassinato, com base em uma mensagem escrita recuperada. Após mencionar sua evolução dentro da organização secreta imaginária, o garoto escreveu o seguinte: “Eu quero que você a mate. Você tem que acabar com o sofrimento dela acabando com a alegria dela.” Olha como isso é louco, certo, pessoal? Cara, isso é bizarro. E ainda restam alguns pontos em aberto, ok? Detalhes do ataque não foram mencionados, mas acho que a vítima nem teve tempo de gritar e pedir ajuda, sabe? Outro ponto é por que Isaac denunciou o crime? Isso foi planejado desde o início, ou não estava em sua mente também? A intenção em algum momento foi esconder o corpo e o crime? Como medir o quão estúpido Isaac é, Kiara, certo pessoal? Já que ele assinou uma autorização, entregou seu celular com as evidências contra si mesmo, e ela inventou uma história insustentável de múltiplas personalidades. Como alguém poderia subestimar detetives a esse ponto? Não é impossível. Um assassinato resolvido em 60 minutos dentro de uma pequena sala de interrogatório.
Claro, no final, não houve transtorno de personalidade múltipla, não era uma organização secreta, era pura crueldade e estupidez em um nível hardcore, avançado demais. Mas sério, qual era o problema dele em ligar para a polícia, cara? Eu estava pensando, se o cara queria ser preso, ele ficou tão delirante? Ou isso é um plano brilhante em sua mente? Tipo, bancar a vítima.
Oh, Mãe, pelo amor de Deus, você não quer ter matado Gracy ou algo assim, chame a polícia. Ele realmente achou que isso ia acontecer? Uau, cara. É assim que é. É isso. Deixei este espaço nos comentários aberto para você expressar sua opinião sobre este caso. Agradeço muito a sua companhia.
Um beijo do ruivo e nos vemos no próximo episódio.