
Advogado de Trump intima Moraes nos EUA: o golpe que pode derrubar o rei da censura brasileira
Em um dos capítulos mais explosivos da guerra global pela liberdade de expressão, o advogado Martin De Luca, representante da Trump Media & Technology Group (empresa de Donald Trump) e da plataforma Rumble, não está brincando. Moraes, o todo-poderoso ministro do Supremo Tribunal Federal, foi formalmente intimado pela Justiça americana. A bomba estourou: um juiz brasileiro está sendo arrastado para os tribunais dos Estados Unidos por supostamente violar a Primeira Emenda da Constituição americana, censurar vozes conservadoras e agir como um ditador digital.
Tudo começou em fevereiro de 2025, quando Trump Media e Rumble entraram com uma ação federal na Flórida contra Alexandre de Moraes. O timing não poderia ser mais simbólico: horas após a Procuradoria-Geral da República apresentar denúncia contra Jair Bolsonaro por suposto golpe de Estado, as empresas americanas decidiram contra-atacar. Acusam Moraes de ordenar bloqueios arbitrários de contas, suspensões de perfis e remoções de conteúdo de usuários brasileiros que residem legalmente em solo americano, incluindo o influenciador de direita Allan dos Santos.
Martin De Luca, o advogado que está liderando essa cruzada, não poupa palavras. Em entrevistas recentes, ele afirma que Moraes atua “fora do escopo de suas funções oficiais”, violando tratados internacionais, a soberania americana e os direitos fundamentais de cidadãos e empresas dos EUA. “Ninguém, nem mesmo um ministro de outro país, pode ditar o que americanos e residentes legais nos Estados Unidos podem ou não falar em plataformas americanas”, declarou De Luca em tom de guerra.
Os detalhes da ação que estão abalando o Brasil
A ação judicial, protocolada no Tribunal Federal de Tampa, na Flórida, é cirúrgica e agressiva. Trump Media, dona do Truth Social, e a Rumble alegam que as decisões de Moraes criam um “efeito extraterritorial” ilegal. Ou seja, o ministro brasileiro estaria tentando impor a lei brasileira sobre empresas e usuários protegidos pela Constituição dos Estados Unidos.
Um dos casos centrais envolve o blogueiro Allan dos Santos, que vive nos EUA e teve contas bloqueadas por ordens de Moraes. Para as empresas americanas, isso representa censura pura e simples. Elas pedem que a Justiça americana declare que tais ordens são inválidas em território dos EUA e que Moraes seja responsabilizado pessoalmente pelos danos causados.
Recentemente, a juíza americana autorizou a intimação por e-mail – uma medida excepcional – após tentativas convencionais falharem. No último final de semana, Moraes recebeu o documento diretamente em sua caixa de entrada. Ele tem 21 dias para responder. Ignorar? Responder? Qualquer escolha pode ter consequências históricas.
Fontes próximas à defesa de Moraes, via Advocacia-Geral da União (AGU), afirmam que o Brasil está monitorando o caso e prepara intervenções. Mas nos bastidores, o pânico é visível. Um ministro do STF sendo processado nos EUA por uma empresa do presidente americano é algo inédito na história diplomática.
Martin De Luca: o gladiador de Trump contra a censura
Martin De Luca surge como o grande protagonista dessa história. Advogado experiente em liberdade de expressão, ele representa não apenas Trump Media e Rumble, mas uma ideologia: o combate ao que a direita chama de “ditadura do judiciário” no Brasil.
Em conversa com veículos brasileiros, De Luca foi direto: “Seria um julgamento muito justo”. Ele argumenta que Moraes cometeu abusos graves, incluindo prisões preventivas sem devido processo, bloqueios de redes sociais inteiras e perseguição política seletiva contra conservadores, bolsonaristas e críticos do governo Lula.
De Luca não para por aí. Ele compara as ações de Moraes a regimes autoritários que tentam silenciar a oposição. “Estamos defendendo a soberania digital americana. Se deixarmos um juiz estrangeiro ditar regras aqui, o que virá depois? Censura chinesa? Russa? Brasileira?”, questiona o advogado.
A parceria entre Rumble e Trump Media não é casual. Ambas as plataformas se posicionam como refúgio para vozes conservadoras banidas no Twitter/X (antes das mudanças de Elon Musk), Facebook e YouTube. Rumble, especialmente, ganhou popularidade entre bolsonaristas após bloqueios massivos no Brasil.
O contexto: Moraes, o homem mais poderoso do Brasil?
Desde 2022, Alexandre de Moraes consolidou poder inédito. Inquéritos das fake news, atos antidemocráticos e o 8 de janeiro deram a ele controle quase absoluto sobre redes sociais, investigações e até prisões. Críticos o chamam de “ditador de toga”. Defensores dizem que ele salvou a democracia.
Mas os números impressionam: milhares de contas bloqueadas, perfis suspensos, multas milionárias e prisões de jornalistas, influenciadores e até deputados. O caso de Allan dos Santos virou símbolo: um bolsonarista radical vivendo nos EUA, acusado de incitar violência, mas que para seus apoiadores é um exilado político.
Agora, com Trump de volta à Casa Branca, a briga ganhou contornos internacionais. Trump nunca escondeu simpatia por Bolsonaro e ódio por censura. Em 2025, com sanções Magnitsky sendo discutidas contra Moraes (congelamento de bens nos EUA e proibição de entrada), o cerco aperta.
Impactos geopolíticos: uma crise Brasil-EUA?
Especialistas em relações internacionais tremem. Um confronto direto entre o Judiciário brasileiro e o Executivo americano pode virar crise diplomática. O Itamaraty já atua nos bastidores. A AGU prepara defesa. Mas o que acontece se Moraes for condenado nos EUA? Se bens dele forem bloqueados? Se ele se tornar “persona non grata” em solo americano?
Do lado brasileiro, o governo Lula vê isso como interferência estrangeira inaceitável. Do lado trumpista, é defesa da liberdade contra tirania judicial.
Martin De Luca reforça: “Isso não é sobre política. É sobre direitos humanos universais. Liberdade de expressão não pode ser calada por um único homem em Brasília”.
Reações no Brasil: polarização no máximo
Nas redes, o assunto virou febre. Bolsonaristas celebram: “Finalmente alguém enfrenta o monstro”. Esquerdistas condenam: “Ataque à soberania brasileira”. Influenciadores conservadores fazem lives diárias acompanhando o caso. Jornalistas tradicionais tentam minimizar, chamando de “estratégia política de Trump”.
Mas os fatos são irrefutáveis: um ministro do STF está sendo processado nos EUA. Pela primeira vez, o “intocável” Moraes sente pressão externa real.
Fontes próximas à Trump Media garantem que o caso vai avançar. Pedidos de discovery (obrigação de apresentar documentos) podem expor ordens internas do STF, conversas e decisões questionáveis.
O que pode acontecer agora?
Cenários possíveis:
- Moraes responde à ação e tenta anular o processo alegando imunidade judicial.
- Ignora a intimação, e a Justiça americana profere sentença à revelia, com possíveis sanções.
- O governo brasileiro reage diplomaticamente, elevando o caso a conflito entre nações.
- Trump usa o caso para pressionar ainda mais, com tarifas, sanções ou apoio explícito a Bolsonaro.
Seja qual for o desfecho, uma coisa é certa: o mundo assiste atônito a esse embate. Um juiz brasileiro contra o império Trump-Rumble. Liberdade de expressão versus ordem institucional.
Martin De Luca promete: “Vamos até o fim”. Enquanto isso, Moraes permanece em silêncio público – estratégia ou arrogância?
O Brasil vive dias históricos. A censura tem data para acabar? O rei da toga vai cair ou resistir? Acompanhe, porque essa história está apenas começando.
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