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Após 5 Anos de Silêncio, Filho de Eva Wilma Revela Tudo: “Ela Ainda Está Aqui!”

Após 5 anos da partida dolorosa de Eva Wilma, uma das maiores damas do teatro, cinema e televisão brasileira, seu filho John Herbert Jr. decidiu finalmente quebrar o silêncio que guardava com carinho e dor. A atriz icônica, que encantou gerações com sua elegância, talento e força inabalável, nos deixou em 15 de maio de 2021, aos 87 anos, vítima de um câncer no ovário que se espalhou rapidamente. Mas agora, em 2026, John Herbert Jr., o músico e parceiro de palco da mãe, abre o coração em uma revelação que promete emocionar fãs antigos e novos. O que ele conta não é apenas uma homenagem: é um mergulho profundo na vida, na luta e no amor eterno por Eva Wilma, a mulher que foi muito mais do que uma estrela – foi uma inspiração viva para toda a família.

Nascida em 14 de dezembro de 1933, em São Paulo, Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini veio ao mundo em uma família multicultural. Filha de Otto Riefle Jr., um metalúrgico alemão da Floresta Negra, e Luiza Carp, uma argentina de ascendência judaica russa, Eva cresceu entre culturas, idiomas e uma determinação feroz pela arte. Desde jovem, ela brilhou como bailarina clássica, mas logo trocou os sapatilhas pelo palco do teatro. Sua estreia marcante veio nos anos 1950, e rapidamente ela se tornou uma das protagonistas mais queridas da televisão brasileira, especialmente na Rede Tupi com o icônico programa “Alô, Doçura!”, ao lado de seu primeiro marido, o ator John Herbert. O casal, que se casou em 1955 e ficou junto por 21 anos, formou não só um par romântico na ficção, mas também na vida real, e teve dois filhos: Vivien Riefle Buckup e John Herbert Riefle Buckup, conhecido como John Herbert Jr. ou Johnny Beat.

John Herbert Jr. lembra com carinho desses primeiros anos. “Minha mãe não me acordava para ir à escola, não preparava café da manhã nem almoçava comigo todos os dias. Enquanto ela construía uma das carreiras mais brilhantes do Brasil, eu crescia feliz, absorvendo o exemplo dela de dedicação, profissionalismo e paixão. Ela era a maestrina do palco, e eu tive o privilégio de dividir esse espaço sagrado com ela mais tarde na vida”, revela ele agora, cinco anos depois, em uma entrevista emocionante que quebrou o silêncio familiar. Essa declaração, cheia de gratidão, mostra o quanto Eva equilibrava a fama com a maternidade de forma única, inspirando os filhos a seguirem seus caminhos artísticos. Vivien tornou-se diretora de teatro e preparadora de elenco, enquanto John seguiu como músico, cantor e compositor.

A carreira de Eva Wilma foi monumental. Com quase 70 anos de trajetória, ela atuou em mais de 30 filmes, 34 peças de teatro e dezenas de novelas e programas de TV. Papéis inesquecíveis como em “O Rei do Gado”, “Verdades Secretas” (onde interpretou a polêmica Fábia), “Plumas e Paetês” e muitos outros a consagraram como uma das maiores atrizes da teledramaturgia nacional. Prêmios não faltaram: Troféu Imprensa, APCA e dezenas de reconhecimentos que celebravam sua versatilidade, desde comédias leves até dramas intensos. Seu segundo casamento, com o ator e diretor Carlos Zara, durou 23 anos, até a morte dele em 2002, e completou uma vida pessoal rica, cheia de amor e arte. Eva tornou-se avó de cinco netos: Miguel e Mateus (filhos de Vivien), e Gabriela, Francisco e Vitorio (filhos de John Herbert Jr.).

Mas por trás dos holofotes, a família enfrentava desafios. John Herbert Jr. conta que, mesmo com a agenda lotada da mãe, o lar era um porto seguro de valores: liberdade, honestidade, trabalho duro e dignidade. “Ela me ensinou que a matéria-prima do ator é a imaginação, e que há um dedinho de Deus nisso tudo. Dividir o palco com ela em ‘Casos e Canções’ foi um dos momentos mais preciosos da minha vida. Cantávamos Vinicius de Moraes, Inezita Barroso e clássicos brasileiros, e o público se emocionava tanto quanto nós”, relembra ele. Esses shows, inclusive, continuaram mesmo durante a pandemia, com lives emocionantes de casa.

O ano de 2021 foi marcado pela luta silenciosa contra a doença. Eva Wilma já havia enfrentado problemas de saúde antes, como uma embolia pulmonar em 2016. Em janeiro de 2021, foi internada novamente, mas voltou para casa. Em 15 de abril, retornou ao Hospital Israelita Albert Einstein para tratar problemas cardíacos e renais. No dia 7 de maio, veio o diagnóstico devastador: câncer no ovário, já em estágio avançado. Apenas oito dias depois, em 15 de maio, ela partiu devido a uma insuficiência respiratória causada pela disseminação do tumor. A notícia chocou o Brasil. Amigos como Tony Ramos, Lilia Cabral e tantos outros prestaram homenagens emocionadas, destacando sua “grandeza” e “brilho particular”.

John Herbert Jr. guardou silêncio por anos, processando a dor. Mas agora, cinco anos depois, ele revela detalhes íntimos dos últimos dias. “Ela continuou trabalhando até o fim. Gravou narração para o filme ‘As Aparecidas’, uma comédia dramática com cinco mulheres acima de 80 anos em uma aventura inesquecível. Mesmo na UTI, ela ensaiava e gravava vozes. Mostrei o filme para ela no Dia das Mães, e seu sorriso iluminou tudo. Ela disse que ‘o show tem que continuar'”. Essa resiliência é o que mais marca o filho: Eva nunca parou de sonhar, mesmo diante da morte. O filme foi concluído postumamente, um último presente para os fãs.

Na missa de sétimo dia, na Paróquia Nossa Senhora do Brasil, a família se reuniu. Gabriela, neta de Eva, leu “A Morte Não É Nada”, de Santo Agostinho, e falou: “Ela viverá para sempre em nós. Foi mãe, filha, esposa, madrasta, tia, chefinha… e tantas personagens inesquecíveis como Ruth e Raquel”. John Jr. publicou fotos no palco com a mãe, com legendas simples mas profundas: “Obrigado, mãe. A saudade é o amor que fica”. Hoje, ele revive esses momentos em shows e homenagens, mantendo o legado vivo.

Cinco anos se passaram, e o filho decide falar mais abertamente sobre o impacto emocional. “A ausência é gigante, mas ela reverbera em cada canção, em cada cena. Meus filhos – Gabriela, Francisco e Vitorio – crescem ouvindo histórias dela. Vivien, minha irmã, continua no teatro, preparando novos talentos como nossa mãe faria”. Ele revela também desafios familiares: a saudade misturada à gratidão por ter tido uma mãe que priorizava a arte sem nunca abandonar os valores. “Ela me fez melhor a cada dia. Sou privilegiado por tê-la tido ao meu lado”, repete, ecoando as palavras que emocionaram o Fantástico em 2021.

Eva Wilma não foi apenas uma atriz; foi um símbolo de perseverança. De bailarina a estrela da Globo, ela enfrentou mudanças na indústria televisiva, a ditadura, crises pessoais e, por fim, a doença. Seus fãs relembram novelas como “História de Amor” e reprises que ainda conquistam novas gerações. John Jr. planeja mais projetos: possivelmente um espetáculo em homenagem à mãe, trazendo-a “de volta ao palco” através de projeções e memórias. “Em breve você estará com a gente novamente, assim como continua dentro de mim”, diz ele nas redes.

Essa quebra de silêncio não é só sobre dor, mas sobre celebração. Eva deixou um legado de mais de 90 prêmios, uma carreira que se confunde com a história da TV brasileira e uma família unida pela arte. Seus netos carregam o nome Buckup com orgulho, e o público continua aplaudindo. Para John Herbert Jr., falar agora, após cinco anos, é uma forma de curar e compartilhar: “Ela espalhou amor por onde passou. Que sua luz eterna brilhe”.

Fãs ao redor do Brasil e do mundo comentam: “Vivinha eterna!”, “Obrigado por tantas emoções!”. A história de Eva Wilma prova que grandes almas nunca morrem de verdade. Seu filho, ao quebrar o silêncio, nos lembra que o amor e o talento transcendem o tempo. Se você cresceu assistindo suas novelas, ou descobriu recentemente, mergulhe nessa jornada – e sinta a presença dela ainda viva. O show, como ela diria, continua. Viva Eva Wilma! 🎭❤️

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Disclaimer : This content may be created by AI for entertainment purposes. Any resemblance to real persons, events, or places is coincidental.