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ESTRELA DO FANTÁSTICO ACABOU ESQUECIDA E CAIU DO OITAVO ANDAR DE PRÉDIO…

Imagine uma estrela que iluminou os anos 80 e 90 no Brasil: modelo internacional, apresentadora de sucesso no Fantástico, dançarina clássica, ginasta olímpica e musa que fazia corações dispararem ao posar nua em revistas como Playboy e Sexy. Doris Giz era sinônimo de glamour, talento e poder. Namorou nomes como Chiquinho Scarpa e Aécio Neves, estrelou campanhas publicitárias milionárias e comandou programas de alto ibope. Mas o destino preparou uma queda brutal – literalmente do oitavo andar de um prédio. Hoje, aos 64 anos, ela vive longe dos holofotes, quase esquecida, depois de perder fortuna, enfrentar depressão profunda, problemas com álcool e um acidente que quase a matou. Esta é a história real e devastadora de uma das maiores estrelas da TV brasileira que o tempo e a vida cruel tentaram apagar.

Nascida em 18 de maio de 1960 em Valença, Rio de Janeiro, filha de imigrantes alemães, Doris foi criada em Campinas, São Paulo. Diferente de muitas artistas que abandonam os estudos, ela se formou em Pedagogia pela Unicamp e em Filosofia pela PUC. Mas sua verdadeira paixão sempre foi o corpo em movimento. Formou-se como bailarina clássica na Royal Academy of Dance em Londres e aperfeiçoou-se na J. Willard School em Nova York. Dançou em companhias renomadas como Cisne Negro e Stadium nos Estados Unidos, além de ser ginasta olímpica. Essa base sólida a preparou para conquistar o mundo.

De volta ao Brasil, bastaram 24 horas após entregar seu book de modelo para assinar contrato e estampar a capa da Claudia. Logo vieram desfiles internacionais e capas de Vogue, Nova e Veja. Nos anos 80, estreou no cinema em “Sonho de Menina Moça” (1987) e abriu a novela “Brega e Chique” da Globo. Mas foi como apresentadora que brilhou de verdade. Em 1988, venceu dezenas de candidatas e comandou o “Jornal da Vanguarda” na Band. A Globo, impressionada, ofereceu uma fortuna e a levou para o Rio. Em 1990, ela explodiu no Fantástico, onde ficou até 1992. Seu programa “Doris para Maiores”, de 1991, misturava humor irreverente, informação e ousadia – um sucesso estrondoso com apenas 11 episódios no ar.

Aniversariante do dia, ex-musa do Fantástico sobreviveu após cair do oitavo  andar

O público amava seu visual andrógino: cabelo curto loiro, voz grave e o personagem Android Dorf. O programa inspirou até “Cacete e Planeta Urgente”. Mas o sucesso foi tão grande que gerou polêmica. Doris posou nua na Interview e o programa foi cancelado. Anos depois, ela revelou que Roberto Marinho temia que o humor ousado manchasse a credibilidade do Fantástico. Frustrada, não renovou contrato. Tentou jornalismo, mas se sentia presa, cercada de regras. Voltou a Londres para dançar até 1994, casou com o jornalista Alex Sonic e teve gêmeos: Débora e Daniel.

Nos anos 90, ainda brilhou: passou pela SBT no “SBT Repórter”, apresentou a primeira fase do “Fala Brasil” na Record e continuou em campanhas e ensaios sensuais. Parecia invencível. Mas a partir dos 2000, tudo desmoronou. Convites rarearam, projetos não decolaram. Doris sumiu da TV. Ensinou balé, mas a depressão bateu forte. Problemas com álcool vieram junto. Em 2002, ela apareceu em programas falando abertamente das dificuldades financeiras, fraudes que a deixaram sem bens e até uma tentativa de suicídio. A musa que tinha o mundo aos pés agora lutava para sobreviver.

O ponto mais dramático veio em 15 de abril de 2007. No bairro de Perdizes, em São Paulo, Doris caiu do oitavo andar do prédio onde morava. Tentava salvar seu gato quando o mosquiteiro cedeu. Caiu sobre um telhado de zinco que, milagrosamente, amortizou o impacto. Foi socorrida no Hospital das Clínicas com fratura no cotovelo. “Tudo passou pela minha cabeça… Eu bati a cabeça, mas sabia que não ia morrer ali”, contou depois. Negou veementemente que fosse tentativa de suicídio e disse estar em boa fase. Mas o acidente expôs sua vulnerabilidade. Perdera fortuna, enfrentava problemas familiares e a fama que um dia a elevou agora a deixava para trás.

Após o tombo, Doris criou o blog “Doris para Maiores”, onde publicava poemas e crônicas. Em 2013 lançou site com temas de dança, saúde e comportamento para mulheres maduras. Deu entrevistas reveladoras, como no “Luciana by Night” da RedeTV, falando da depressão, álcool e do acidente. Em 2013, osteoartrite na virilha a obrigou a parar as aulas de balé. Flertou com retorno à Globo em reality de dança, mas nada aconteceu. Em 2014, participou do “Jogo dos Três Pontinhos” no Silvio Santos, onde o apresentador mostrou sua Playboy antiga, gerando constrangimento. Seu marido Alex Sonic criticou duramente, mas Silvio se desculpou.

Ainda em 2015, aos 54 anos, fez ensaio sensual nas ruas de São Paulo, provando que a beleza resistia ao tempo. O marido se perguntava por que uma símbolo dos 90 não conseguia retomar a carreira. Hoje, aos 64 anos, Doris Giz vive discretamente como dona de casa, apresentadora de eventos e consultora jornalística. Raramente aparece na TV. A última aparição pública foi em 2019 no canal do marido no YouTube. Sem redes sociais ativas, evita holofotes. Planejava um canal no YouTube, mas os projetos não saíram do papel.

Quem é a ex-musa do Fantástico que sobreviveu à queda do 8º andar

Sua trajetória é um soco no estômago de quem sonha com a fama. Do auge como bailarina internacional, modelo de capas, apresentadora ousada do Fantástico e musa sensual, para a solidão, depressão, álcool, perda financeira e um acidente quase fatal do oitavo andar. Doris ensina que o brilho da TV pode apagar rápido. A mulher que inspirou gerações agora vive longe dos flashes, priorizando família e uma vida mais simples, mas carregando cicatrizes profundas.

O que mais impressiona é a resiliência dela. Apesar de tudo, nunca parou de criar: blog, site, poemas, ensaios. Sobreviveu a quedas literais e figuradas. Enquanto muitos ídolos dos 90 desapareceram, a história de Doris Giz continua comovente e cheia de lições sobre os perigos da fama, a fragilidade da saúde mental e a importância de ter uma rede de apoio real.

Você conhecia essa história trágica de Doris Giz? Qual momento mais te chocou: o sucesso no Fantástico, a queda do 8º andar, a luta contra depressão e álcool ou o esquecimento total pela mídia? Comente aqui, deixe seu like, compartilhe com quem acompanhava os anos 90 e marque os amigos que precisam ler isso. Histórias como a dela nos fazem refletir sobre o que realmente importa quando as luzes se apagam.

Doris Giz pode não estar mais nos programas dominicais, mas seu legado de ousadia, talento e superação permanece. Uma estrela que caiu, mas que, de alguma forma, ainda brilha na memória de quem viveu aquela época dourada da televisão brasileira. Que sua jornada inspire quem hoje enfrenta batalhas invisíveis. A vida pode dar tombos brutais, mas a força interior sempre pode reconstruir. Fique ligado para mais revelações impactantes de celebridades que o tempo tentou esquecer!