O Comandante Vesh sentou-se no escritório do diretor da estação, tentando muito não parecer um guerreiro que acabara de ser derrotado por três crianças pequenas. Sua companheira, Kira, estava sentada ao lado dele, com a mesma expressão de estoicismo militar que parecia começar a ceder. Eles eram Krathari, predadores supremos de um mundo onde força significava sobrevivência. E, naquele momento, eles estavam perdendo uma guerra contra oponentes que mal chegavam aos seus joelhos.
“Essa é a sétima babá em dois meses”, disse o diretor da estação Orthax, batendo em seu tablet de dados com um de seus muitos dedos.
O administrador Quellin parecia cansado, o que era impressionante, considerando que sua espécie quase não demonstrava emoções.
“Veja bem, a última, aquela fêmea Vargathi, registrou uma reclamação formal”, disse ele, “e eu cito: ‘Seus filhotes tentaram estabelecer uma hierarquia de dominância tentando montar em minha cabeça’.”
Vesh sentiu o rosto esquentar sob o pelo.
“Eles são apenas… bem. Eles são cheios de energia.”
“Cheios de energia”, repetiu Kira, embora o tom de sua voz sugerisse que ela sabia exatamente o quão fraca aquela desculpa parecia.
“Comandante, seus filhotes rugiram para uma veterana de combate treinada até que ela fugisse de seus aposentos em prantos. Prantos? Uma guerreira Vorgathi. Aquelas pessoas comem pedras no café da manhã.”
Orthax recostou-se na cadeira, que rangeu sob seu peso.
“Seus filhos são maravilhosos, tenho certeza, mas também são, como posso dizer isso com delicadeza? Terrores absolutos.”
“Eles são filhotes”, disse Vesh na defensiva. “Filhotes Krathari são naturalmente dominantes, agressivos, testam limites. Isso é normal para a nossa espécie. Eles precisam de alguém que entenda o comportamento de predadores, alguém que não se sinta intimidado por, bem, por comportamento de filhote, certo?”
“Sim, completamente normal”, disse Orthax, num tom que sugeria que era tudo, menos normal. “Por isso que tenho pesquisado espécies que poderiam ser mais adequadas para lidar com seus, ah… descendentes cheios de energia. E acho que encontrei alguém.”
Kira animou-se, a esperança cintilando em seus olhos âmbar.
“Você tem alguém que pode lidar com Zeph, Nala e Rook? Alguém que não vai sair correndo e gritando?”
“Bem, eu tenho uma pessoa que acabou de ser transferida para a estação. Ela tem experiência com, deixe-me verificar minhas anotações, ‘crianças difíceis de várias espécies’ e foi muito recomendada pela estação de terraformação no setor de Cygnus.”
Orthax rolou a tela do seu tablet.
“O único problema é que ela é humana.”
Vesh piscou.
“Humana? Aqueles… aqueles primatinhas moles? Aqueles que choram quando você fala muito alto?”
“Aqueles que trazem animais de apoio emocional para estações espaciais?”, acrescentou Kira, em tom cético. “Aqueles humanos?”
“Eu sei. Eu sei que parece contraintuitivo”, disse Orthax, erguendo as mãos. “Mas me escutem. Os humanos são estranhos. Eles são espécies que formam laços de grupo com uma resiliência surpreendente. E essa, Zornin Chen, ela pediu especificamente para trabalhar com casos difíceis. Palavras dela, não minhas. Ela disse que crianças quietas a deixavam entediada e, novamente, cito: ‘com vontade de arrancar os próprios olhos’. Uma humana disse isso.”
Vesh tentou processar a informação. Todo humano que ele conhecera na estação parecia tão… tão frágil. Eles se desculpavam por existir. Diziam “por favor” e “obrigado” por coisas que não exigiam gratidão. Jogavam conversa fora sobre o clima num ambiente climatizado.
“Ela começa amanhã. Já mandei o endereço de vocês.”
Orthax sorriu, o que em um Quellin parecia vagamente ameaçador.
“Vocês a encontrarão às 18h. Tentem não assustar essa. Porque as minhas opções estão acabando. E o próximo passo seria o internato em Krathara Prime, o que entendo que seja, bem… intenso.”
Vesh e Kira trocaram olhares. Internato, onde os filhotes aprendiam a caçar presas vivas e lutavam por posição. Onde a fraqueza significava dormir nos antros frios. Eles haviam se conhecido no internato. Tinha forjado seus caráteres. Mas os seus filhotes eram muito novos, com apenas quatro ciclos solares, três ciclos, e dois ciclos de idade, respectivamente.
“Nós vamos conhecer a humana”, disse Vesh finalmente. “Mas, se ela não conseguir lidar com eles, queremos um reembolso da taxa de contratação.”
As 18h chegaram com o tipo de pavor normalmente reservado para missões de combate. Vesh e Kira haviam trancado os filhotes em seus aposentos de dormir, o que era menos para proteger a humana e mais para evitar o caos imediato. Eles podiam ouvir Zeph rugindo na porta, Nala sibilando e o pequeno Rook fazendo aqueles sons de estalo que significavam que ele estava tramando algo.
A campainha tocou. Vesh abriu e encontrou uma humana em pé, pelo menos trinta centímetros mais baixa que ele, com cabelos escuros presos em um rabo de cavalo prático. Ela usava roupas simples, carregava uma bolsa em um dos ombros e olhou para ele com olhos que eram perturbadoramente calmos. Não os olhos nervosos e inquietos que ele esperava. Apenas calmos, firmes, analisadores.
“Comandante Vesh. Eu sou Zornin Chen, a babá de vocês.”
Ela estendeu a mão naquele gesto de cumprimento humano. Vesh a pegou com cuidado, com medo de que suas garras pudessem arranhar a pele macia dela. O aperto de Zornin foi firme, muito firme, quase um desafio.
“Por favor, entre”, disse Kira, dando um passo para o lado. “Devemos avisá-la, nossos filhotes são… eles não são como as outras crianças de que você deve ter cuidado.”
Zornin entrou, olhando ao redor dos aposentos com eficiência profissional.
“Já trabalhei com crias Vorgathi que tentaram me envenenar. Já lidei com recém-nascidos Kulari que cuspiam ácido. Uma vez passei três dias com um jovem Kelvin cuja ideia de diversão era colocar fogo nas coisas com a mente. Seus filhotes são Krathari, certo? Predadores supremos, espécie hierárquica, estrutura social baseada em dominância.”
“Sim”, disse Vesh lentamente. “Você fez sua pesquisa.”
“Eu sempre faço.”
Zornin pousou a bolsa.
“Então, o trato é o seguinte. Seus filhotes vão me testar. Eles vão rugir, mostrar os dentes, provavelmente tentar estabelecer dominância. Isso é normal. Isso é saudável. Não estou aqui para quebrar o espírito deles ou fazê-los agir como humanos. Estou aqui para mantê-los vivos e ensiná-los que a força respeita a força. Isso serve para vocês?”
Vesh ficou olhando para ela. Aquela humana minúscula, que mal chegava ao peito dele, estava falando sobre os filhotes guerreiros dele como se já os tivesse avaliado e concluído que eram fáceis de lidar.
“Isso… sim, isso serve”, disse Kira, parecendo tão chocada quanto Vesh se sentia.
“Ótimo. Vão para aquele jantar. Estarei aqui quando vocês voltarem.”
Zornin sorriu, e não foi um sorriso humano e suave. Havia dentes ali.
“Só uma pergunta, porém. Se eles quebrarem alguma coisa, tenho permissão para fazê-los consertar?”
“Com certeza”, disse Vesh.
“Perfeito. Nós vamos nos dar muito bem.”
Enquanto Vesh e Kira deixavam seus aposentos, Vesh não conseguia afastar a sensação de que tinham acabado de soltar algo nos filhotes para o qual eles não estavam preparados. Atrás deles, ouviram a porta do quarto se abrir, ouviram o rugido de desafio de Zeph, e depois, surpreendentemente, ouviram uma voz humana rugir de volta, mais alta, mais profunda, mais aterrorizante do que qualquer som que um humano devesse ser capaz de fazer. Vesh e Kira pararam no corredor, olharam um para o outro e, pela primeira vez em semanas, Vesh sorriu. Talvez, apenas talvez, aquilo fosse dar certo.
Zornin Chen estava no centro da sala de estar, observando três pequenos filhotes Krathari circularem-na como minúsculos predadores supremos que acabavam de encontrar a presa. E, sinceramente, eles eram adoráveis: fofos, gordinhos, com patas enormes e grandes olhos âmbar que provavelmente derretiam corações por toda a estação. Mas Zornin não havia sobrevivido a 5 anos de creche xenobiológica caindo em fofuras.
Zeph, o mais velho, foi o primeiro a se mover. Estufou o peito, ergueu a cabeça e soltou um rugido que teria sido impressionante se ele não fosse do tamanho de um gato grande. O som ecoou pelas paredes, agudo, mas determinado. O som de um filhote que aprendeu que barulho significava poder.
Zornin inclinou a cabeça, cruzou os braços e esperou.
Zeph rugiu de novo, mais alto desta vez, adicionando um pequeno rosnado no final para dar ênfase.
“Terminou?”, perguntou Zornin com calma.
O filhote piscou confuso. Adultos costumavam recuar a essa altura. Costumavam mostrar submissão. Costumavam fazer qualquer coisa, exceto ficar ali parados com cara de tédio.
“Porque se você terminou, é a minha vez.”
Zornin respirou fundo, abaixou um pouco a postura, e rugiu de volta. Não foi um grito. Não foi um berro. Foi um rugido pleno, alimentado pelo diafragma, que veio de algum lugar fundo no seu peito. O tipo de som que humanos faziam quando esqueciam que deveriam ser civilizados. O som fez a mobília tremer. Fez as luzes piscarem. Continha cada pingo de frustração acumulado por lidar com crianças alienígenas mimadas que achavam que ser predadoras significava não ter que seguir regras.
Os três filhotes congelaram. As orelhas de Zeph abaixaram contra o crânio. Nala, que vinha se aproximando de lado com as garras estendidas, parou no meio do passo. O pequeno Rook, o bebê, fez um som estridente e sentou com força em seu traseiro fofo.
Zornin sorriu docemente.
“Bom. Agora que estabelecemos que eu posso ser mais barulhenta que vocês. Vamos conversar sobre como será o andamento desta noite. Meu nome é Zornin. Vocês podem me chamar de Zornin, Srta. Chen, ou ‘ei, você’, eu não me importo, mas vocês não vão rugir para mim, me morder, me arranhar, ou me tratar como presa. Porque aqui está a questão, filhotes. Eu não sou presa. Eu sou o predador que come predadores. Entenderam?”
Zeph tentou salvar sua dignidade silvando, mostrando suas minúsculas presas.
“Ah, por favor”, disse Zornin, caminhando até sua bolsa e pegando um tablet. “Eu já fui silvada por coisas que poderiam realmente me machucar. Vocês são preciosos. Não me entendam mal. Absolutamente adoráveis com essas luvinhas de assassinato, mas vocês não são assustadores. Ainda não. Talvez daqui a 10 anos, quando derem o estirão, mas agora vocês são gatinhos com problemas de atitude.”
“Nós não somos gatinhos”, rosnou Zeph, enquanto seu tradutor captava os estalos indignados que ele emitia. “Nós somos guerreiros Krathari.”
“Vocês são filhotes Krathari que ainda dormem com bichos de pelúcia”, corrigiu Zornin, apontando para os brinquedos de pelúcia visíveis pelo corredor aberto. “Eu fiz minha lição de casa, Zeph. O seu favorito é aquele azul, no formato de um Quellin. Você o chama de Squishy. Então, vamos deixar o teatro de guerreiro de lado e descobrir como nos divertir esta noite sem que ninguém preste uma queixa. Combinado?”
Nala já havia se recuperado do choque e decidiu tentar uma abordagem diferente. Sentou-se graciosamente, lambendo a pata com um desinteresse exagerado, o sinal universal de um gato que estava absolutamente planejando algo.
“O papai diz que os humanos são fracos, moles, fáceis de quebrar.”
“Seu pai tem metade da razão”, disse Zornin alegremente. “Humanos são moles. Nós não temos pelos, garras, armadura natural, veneno, nem qualquer daquelas coisas divertidas que vocês espécies predadoras têm. Mas sabe de uma coisa? Nós temos rancor, teimosia, e a capacidade de guardar ressentimentos por décadas. Além disso, eu cresci com irmãos, três deles, todos maiores que eu. Vocês acham que podem ser mais teimosos que a irmã caçula? Por favor, eu nasci no caos, fui moldada por ele.”
O pequeno Rook, ainda sentado no chão, inclinou a cabeça.
“O que é um irmão?”
“Membros da família que compartilham os mesmos pais, como vocês três.”
Zornin agachou-se ao nível dele, suavizando um pouco a voz.
“Você é o bebê, não é? O pequenininho que todos acham que é pequeno demais para causar problemas, então você se safa de tudo.”
Os olhos de Rook se arregalaram. Como ela sabia?
“Porque eu também era a caçula”, disse Zornin, estendendo a mão lentamente para coçar atrás da orelha dele.
Para sua surpresa, ele se inclinou, ronronando de leve.
“E eu aprendi que ser subestimado é a melhor arma. As pessoas não percebem quando você ataca. Então, sim, Rook, eu conheço o seu jogo. Eu inventei o seu jogo.”
Zeph não estava pronto para desistir. Ele avançou na perna de Zornin, tentando o que provavelmente deveria ser um bote, mas pareceu mais um abraço agressivo. Suas garras prenderam na calça dela, e ele ficou pendurado, rosnando.
Zornin olhou para baixo.
“Sério? Esse é o seu movimento? Atacar tornozelos?”
“Funciona com os outros”, resmungou Zeph.
“Os outros não foram criados por irmãos que me davam rasteiras todo dia por 5 anos.”
Zornin abaixou-se, desprendeu Zeph de suas calças cuidadosamente e segurou-o na altura dos olhos.
“Ouça, garoto, eu respeito o esforço, boa postura, um comprometimento decente, mas se você quer estabelecer dominância, você precisa de táticas melhores. Morder os tornozelos é coisa de amador.”
“Então como estabelecemos a dominância?”, perguntou Nala, sua curiosidade sobrepujando seu orgulho.
Zornin colocou Zeph no chão e sentou-se de pernas cruzadas, ficando ao nível deles.
“Vocês não estabelecem, não comigo, porque eu não jogo o jogo da dominância. Eu jogo o jogo da cooperação. A nova regra é esta, filhotes. Vocês me respeitam. Eu respeito vocês. Vocês testam os limites. Eu os defino. Vocês agem como seres razoáveis. Eu os trato como seres razoáveis. Vocês agem como pesadelos selvagens. Eu ajo como a coisa de que os pesadelos têm pesadelos. Simples, limpo. Todo mundo sabe qual é sua posição.”
Os três filhotes se entreolharam, comunicando-se daquela forma silenciosa que crianças de todas as espécies utilizam.
“E se não quisermos cooperar?”, perguntou Zeph, desconfiado.
“Então vocês ficam com a Zornin chata”, disse Zornin, dando de ombros. “A Zornin chata faz vocês sentarem em silêncio e lerem materiais educativos sobre como crianças devem se comportar. A Zornin chata não brinca, não conta histórias, nem ensina coisas divertidas. Mas se vocês colaborarem comigo, eu vou ensiná-los coisas que seus pais provavelmente não sabem. Coisas de humanos, coisas furtivas. Coisas que os farão os filhotes mais impressionantes desta estação.”
Isso chamou a atenção deles.
“Que tipo de coisas?”, perguntou Nala, inclinando-se para frente.
Zornin sorriu de orelha a orelha.
“Bem, para começar, posso ensinar como se mover em silêncio. Humanos são caçadores de resistência. Nós aprendemos a rastrear presas por dias sem sermos detectados. Posso mostrar truques psicológicos que fazem os adultos fazerem o que vocês querem sem que percebam. Posso ensinar jogos de estratégia que os farão mais inteligentes do que qualquer outro filhote da faixa etária de vocês. Mas, e isso é importante, vocês têm que merecer. Vocês têm que me mostrar que podem lidar com responsabilidade.”
Rook saltitou de empolgação.
“Eu quero aprender coisas de humanos furtivos!”
“Eu também”, admitiu Nala.
Zeph resistiu por mais tempo, o orgulho guerreando contra a curiosidade, mas, por fim, suspirou.
“Tudo bem, mas se você for chata, vamos voltar para o plano A.”
“Que era?”, perguntou Zornin.
“Fazer você chorar e sair correndo.”
“Boa sorte com isso, garoto.”
Zornin se levantou, batendo na própria calça.
“Agora, seus pais mencionaram o jantar. O que vocês costumam comer? E, por favor, me digam que não são presas vivas, porque eu não trouxe nenhum roedor.”
O jantar começou como um teste. Naturalmente, pois filhotes, independentemente da espécie, eram pequenos cientistas realizando experimentos sobre a integridade estrutural da paciência dos adultos. Zornin havia preparado a refeição deles, uma espécie de purê de proteína que parecia extremamente desapetitoso, mas que aparentemente era a alta gastronomia da cultura Krathari.
Ela colocou três tigelas na mesa baixa, afastou-se e esperou. Zeph pegou a tigela, fez contato visual com Zornin e, deliberadamente, virou a tigela de cabeça para baixo. O purê se esparramou pela mesa formando uma poça molhada e desafiadora.
“Ops”, ele disse, num tom que deixava claro que não havia nada de acidental naquilo.
Nala riu. Rook observava com os olhos arregalados, esperando para ver o que aconteceria.
Zornin assentiu lentamente.
“Certo, legal. É assim que vamos brincar.”
Ela caminhou até o armário de limpeza, pegou um pano e jogou-o para Zeph.
“Limpe.”
“Não”, respondeu Zeph simplesmente.
“Sim”, Zornin retrucou, combinando exatamente com o tom dele.
“Você não pode me obrigar.”
“Você tem toda razão. Não posso te obrigar.”
Zornin sentou-se no sofá, puxando seu tablet.
“Mas a questão é essa, Zeph. Aquela bagunça vai ficar aí. Vai secar. Vai começar a feder. E quando os seus pais chegarem, eu vou contar exatamente o que aconteceu. Como você desperdiçou comida, desrespeitou a casa deles e recusou a assumir a responsabilidade. E então, esta é a parte divertida, eles é que vão lidar com você. Ouvi dizer que pais Krathari têm castigos muito criativos para filhotes que desonram a família.”
As orelhas de Zeph se moveram.
“E não tente a sorte comigo, garoto. O número de vezes que fui demitida até hoje é zero, porque sou muito boa em documentar. Farei um relatório tão detalhado que seus pais saberão a hora em que você jogou a comida, a trajetória do arremesso, e a expressão no seu rosto ao fazer isso, com direito a prova em vídeo, porque, olha só, seus pais têm câmeras de segurança.”
Zornin apontou para a pequena lente no canto da sala.
A confiança do filhote vacilou um pouco. Ele olhou para a bagunça, depois para Zornin, depois para a irmã e o irmão.
“Ou”, disse Zornin com naturalidade, “Você poderia limpar tudo, pedir desculpas e poderíamos tentar jantar de novo. Só que dessa vez sem a encenação. A escolha é sua. Eu tenho a noite toda.”
Passaram-se trinta segundos de silêncio. Um tempo total de 30 segundos em que Zeph avaliou as opções, calculou os riscos e percebeu que havia sido superado por alguém que realmente compreendia as consequências. Ele pegou o pano.
“Filhote inteligente”, disse Zornin, sem se vangloriar, apenas constatando um fato. “Nala, Rook, vocês também estão com fome ou vamos jogar as Olimpíadas do arremesso de comida hoje à noite?”
“Estou com fome”, disse Rook rapidamente, puxando sua tigela para perto num gesto protetor.
Nala olhava para Zornin com um novo respeito.
“Eu vou comer.”
A segunda tentativa de jantar transcorreu sem problemas, principalmente porque os filhotes ainda estavam processando o fato de que Zornin não havia gritado, nem recuado, e definitivamente não havia jogado de acordo com as regras habituais dos adultos. Ela apenas coexistira com as consequências, calma e imperturbável, até que eles escolhessem diferente.
Depois do jantar, os filhotes iniciaram a fase dois do protocolo do caos: a escalada. Krathari eram escaladores natos, e os aposentos da estação haviam sido modificados com móveis reforçados que aguentavam a escalada dos filhotes, que escalavam paredes como pequenos alpinistas peludos. Zeph liderou o ataque, pulando para uma estante e subindo com uma agilidade impressionante. Nala o seguiu, suas garras encontrando apoio de maneiras que dariam inveja a uma lagartixa. Até o pequeno Rook conseguiu içar-se até o segundo nível, tagarelando triunfante.
“Estamos aqui em cima e você não consegue nos alcançar”, anunciou Zeph de seu poleiro perto do teto. “O que você vai fazer agora, humana?”
Zornin olhou para cima, depois para os móveis, depois de volta para os filhotes.
“É, isso é bem alto. Vocês são bons escaladores.”
“Os melhores”, orgulhou-se Nala.
“Melhores que os humanos, obviamente”, acrescentou Zeph.
“Ah, com certeza”, concordou Zornin. “Humanos são péssimos escaladores se comparados aos Krathari. Nós não temos garras. Nossa força de preensão é medíocre. E nosso senso de equilíbrio é apenas ok. Vocês nos derrotam nisso. Sem dúvida.”
Os filhotes pareciam satisfeitos consigo mesmos.
“Claro”, continuou Zornin, esticando-se casualmente. “Nós temos uma vantagem.”
“Qual vantagem?”, perguntou Rook.
“Nós trapaceamos.”
Zornin caminhou até a estante e começou a escalar. Sem confusão, sem usar as garras, apenas encontrando pontos de apoio para mãos e pés com eficiência deliberada. Ela se içou nível por nível. Seus movimentos eram suaves e práticos. A memória muscular de alguém que passou tempo demais fazendo escalada em rocha na Terra. Os filhotes assistiram em choque enquanto essa humana supostamente frágil e sem garras subia por sua fortaleza e içava-se até o nível deles.
“Até que a vista aqui em cima é bonita”, disse ela, sentando-se de pernas cruzadas na prateleira superior. “Dá para ver o apartamento todo. Muito estratégico. Eu aprovo.”
“Como você fez isso?”, perguntou Nala, em tom inquisidor.
“Humanos são predadores de resistência. Lembra? Não precisamos ser os mais rápidos ou os mais fortes. Nós só precisamos ser teimosos o suficiente para continuar até chegarmos onde queremos. E também, passei três anos escalando montanhas na Terra porque não tinha juízo e achava divertido.”
Zornin olhou ao redor, vendo os rostos chocados deles.
“E aí, qual é o plano agora? Vamos ficar aqui em cima a noite toda ou vamos fazer algo mais interessante?”
O respeito de Zeph pela humana estava crescendo, o que era frustrante porque ele havia realmente se comprometido com a coisa toda de odiá-la.
“Que tipo de coisa interessante?”
“Bem, eu estava pensando que poderíamos jogar um jogo. Algo divertido, algo que utilize esses excelentes instintos de caça que vocês vêm exibindo a noite toda.” Zornin inclinou-se para frente conspiratoriamente. “Já brincaram de pique-esconde?”
“O que é pique-esconde?”, perguntou Rook.
“Prática de caça para espécies sem pelos e sem garras”, explicou Zornin. “Uma pessoa se esconde, e as outras a caçam usando habilidades de rastreamento, consciência do ambiente e estratégia. Basicamente, todas as coisas que tornam os Krathari bons predadores, mas de um jeito que não destrói a casa dos seus pais nem faz com que eu seja demitida.”
“Nós somos muito bons em caçar”, disse Nala com confiança.
“Prove. Vocês três são os caçadores. Eu sou a presa. Vocês têm cinco minutos para me encontrar. Vou me esconder em algum lugar do apartamento, e vocês têm que me achar. Se me acharem em menos de cinco minutos, vocês ganham. Se eu ficar escondida por mais tempo, eu ganho. Combinado?”
Os filhotes se entreolharam, e Zornin pôde ver que as engrenagens já estavam girando. Isso era um desafio, uma competição. E filhotes adoravam as duas coisas.
“Fechado”, disse Zeph. “Mas você tem que se esconder de verdade. Nada de ficar num lugar à vista de todo mundo.”
“Eu jamais faria isso”, disse Zornin. “Muito bem. Fechem os olhos, contem até sessenta e venham me procurar. E lembrem-se, bons caçadores são silenciosos, pacientes e estratégicos. Vamos ver o que vocês sabem fazer.”
Os filhotes fecharam os olhos e começaram a contar em sua linguagem de estalos. Zornin desceu da prateleira e olhou em volta do apartamento, calculando as opções. Ela tinha cerca de 45 segundos antes que três predadores pequeninos começassem a caçada. Movimentou-se silenciosamente pelo apartamento, com passos cuidadosos e deliberados. Evitou os lugares óbvios, armários e debaixo das camas, onde crianças sempre procuram primeiro. Em vez disso, abriu o armário de material de limpeza, moveu alguns itens e se apertou na prateleira superior, atrás de uma pilha de toalhas. Era desconfortável, apertado, e exigia que ela ficasse completamente parada, mas humanos eram bons com o desconforto. Humanos haviam evoluído para ficarem agachados nos arbustos por horas, esperando a presa passar. Ela conseguiria aguentar cinco minutos.
“Pronta ou não, lá vamos nós!”, ela ouviu Zeph gritar.
A caçada havia começado. Zornin ouviu os filhotes se movimentando pelo apartamento, as garras clicando no chão e seus estalos empolgados enchendo o ambiente. Eles verificaram os esconderijos óbvios primeiro, como ela havia previsto. Quarto, banheiro, armários da cozinha. Ela ouviu móveis sendo movidos, almofadas sendo atiradas de um lado pro outro, os sons de caçadores determinados que estavam acostumados a encontrar as coisas com rapidez. Mas os minutos passavam e eles não a encontravam.
“Onde ela está?”, a voz frustrada de Nala ecoou pelo apartamento.
“Ela tem que estar aqui em algum lugar”, disse Zeph. “Humanos são grandes. Não conseguem desaparecer assim.”
“Talvez ela tenha saído”, sugeriu Rook.
“A porta não se abriu, teríamos ouvido”, argumentou Zeph. “Ela está se escondendo. Só precisamos pensar como uma presa. Onde uma presa se esconderia?”
Zornin sorriu em sua caverna de toalhas. Boa pergunta, filhote. Onde uma presa se esconderia? Ela podia ouvi-los se movendo mais lentamente agora, com mais cuidado. Eles estavam aprendendo, adaptando a estratégia. Isso era bom. Era exatamente o que a caçada deveria ensinar.
“Esperem”, disse Nala subitamente. “Estão sentindo esse cheiro?”
“Que cheiro?”, perguntou Zeph.
“De humano. É mais forte por aqui, perto do armário da faxina.”
O sorriso de Zornin aumentou. Garota esperta. A porta do armário abriu. Ela ouviu fungadas, o som de objetos sendo movidos.
“Ela está aqui”, sussurrou Nala. “Mas onde?”
“Para cima”, disse Rook. “Lembra que ela escala? Humanos sabem escalar.”
Três pares de garras subiram pelas prateleiras do armário, e, de repente, Zornin se viu cara a cara com três filhotes muito orgulhosos.
“Achamos você”, disseram em tom de triunfo.
“Quatro minutos e trinta e oito segundos”, disse Zornin, checando seu tablet. “Nada mal. Usaram rastreamento pelo faro, dedução pelo ambiente e lembraram da minha habilidade de escalar. Isso é caça de nível profissional, filhotes. Seus pais ficariam orgulhosos.”
Os filhotes abriram sorrisos largos.
“Podemos jogar de novo?”, perguntou Rook com animação.
Pelas duas horas seguintes eles brincaram, e o pique-esconde evoluiu para jogos de rastreamento, que evoluíram para desafios de estratégia, e então Zornin os ensinou psicologia básica sobre leitura corporal e previsão de comportamento. Os filhotes estavam engajados, aprendendo e, mais importante, sem destruir nada.
Quando a hora de dormir chegou, os três estavam cansados, felizes e com uma vontade significativamente menor de tratar Zornin como se ela fosse uma presa.
“Tudo bem, equipe, hora de dormir”, anunciou Zornin.
“Mas não estamos com sono”, protestou Zeph, mesmo bocejando no mesmo instante.
“Claro que não estão, meu guerreiro. Vamos indo para os quartos de dormir.”
Dentes limpos, garras lixadas, pelos escovados, a rotina completa. Zornin os guiou para o quarto com uma eficiência gentil. Para sua surpresa, eles foram. Não felizes, mas foram. Enquanto ela os aninhava, certificando-se de que cada filhote estava com o seu bicho de pelúcia preferido. Rook olhou para ela com olhos sonolentos.
“Zornin, você pode ser nossa babá de novo?”
“Se seus pais me quiserem de volta depois de hoje, claro”, disse Zornin, coçando-o atrás da orelha.
“Eu quero que você volte”, murmurou Nala, quase dormindo.
“Você não é tão ruim”, admitiu Zeph, um pouco a contragosto. “Para uma humana.”
“Isso é um grande elogio vindo de você”, Zornin respondeu com um sorriso. “Agora durmam. Guerreiros precisam de descanso para se manterem no controle.”
Ela diminuiu as luzes e deixou a porta entreaberta, exatamente como Kira havia instruído. Na sala de estar, limpou a bagunça dos jogos deles, arrumou os móveis e acomodou-se no sofá para esperar o retorno dos pais.
O Comandante Vesh e Kira aproximavam-se dos aposentos com a tensão normalmente reservada para o desarmamento de explosivos. O jantar militar havia sido bom, até excelente, mas nenhum dos dois conseguia focar a mente. Eles haviam passado três horas imaginando cenários cada vez mais catastróficos envolvendo os filhos deles e a pequena humana que haviam deixado como encarregada.
“Talvez tenha ido tudo bem”, disse Kira sem convicção.
“Talvez”, concordou Vesh, também sem convicção.
Eles não receberam chamadas de emergência, o que era um sinal muito bom ou muito ruim. A última babá havia ligado em 15 minutos. A penúltima havia durado 37 minutos antes de solicitar resgate imediato.
Vesh pressionou a palma da mão no leitor biométrico. A porta deslizou com um chiado suave. O apartamento estava limpo, intacto. Nada estava em chamas, quebrado ou vazando fluidos. A mobília estava onde deveria estar. Nada de marcas de garras nas paredes, de móveis deitados ou qualquer sinal da destruição típica da passagem dos filhotes.
Zornin Chen estava sentada no sofá, lendo algo em seu tablet, parecendo completamente inabalável. Ela ergueu a cabeça quando eles entraram, e ofereceu-lhes um pequeno sorriso.
“Ei, como foi o jantar?”, ela perguntou, como se aquela fosse a coisa mais normal do universo.
“Foi tudo bem”, disse Kira, olhando em volta, confusa. “Onde estão os filhotes?”
“Estão dormindo. Foram deitar há cerca de 40 minutos. Zeph resistiu um pouco, mas estava exausto, então se rendeu rapidinho.”
Zornin ficou de pé, esticando-se levemente.
“Eles são bons meninos, cheios de energia e teimosos, mas bons.”
Vesh olhava para ela incrédulo.
“Eles estão dormindo? Todos os três? De livre e espontânea vontade?”
“Bom, vontade espontânea só depois que eu expliquei a eles que o sono não era negociável, e que discutir só atrasaria a hora de ir para a cama. Mas, de modo geral, tivemos uma noite boa. Jogamos alguns jogos, trabalhamos as habilidades de rastreamento deles, tivemos umas conversas interessantes sobre a diferença entre força e inteligência.”
Zornin pegou sua bolsa.
“Ah, e o Zeph derramou o jantar dele de propósito como um teste, mas ele limpou tudo depois de discutirmos sobre as consequências. Nada demais.”
“Nada demais”, repetiu Vesh lentamente.
Kira seguiu na direção dos aposentos, dando uma olhadinha por entre a fresta da porta. Os três filhotes estavam aconchegados nos ninhos deles, respirando profundamente, completamente inconscientes. Zeph segurava seu boneco Quellin apertado ao peito. Nala, de alguma forma, torcera o corpo igual a um pretzel. Rook se espalhara de barriga para cima, as patinhas no ar. Eles realmente estavam dormindo em paz, sem destruição de propriedades como aquecimento.
“Como?”, perguntou Kira, voltando o olhar para Zornin. “Como você fez isso? A guerreira Vorgathi não aguentou dez minutos, você aguentou quatro horas e… eles estão… calmos.”
Zornin deu de ombros.
“Falei a língua deles.”
“Você sabe falar Krathari?”, Vesh perguntou, confuso.
“Não. Eu falo a língua do predador. Tem uma grande diferença.”
Zornin colocou a alça da bolsa no ombro.
“Os filhos de vocês não estavam sendo malcriados, Comandante. Eles estavam testando limites como a prole de qualquer predador faria. Eles rugiram, eu rugi de volta. Eles tentaram estabelecer dominância, eu os mostrei que eu não brinco desse jogo. Eles tentaram quebrar regras, eu os deixei encarar as consequências. E, então, depois que passamos pela postura defensiva toda, nós nos divertimos. São filhotes muito inteligentes. Você devia sentir orgulho.”
Vesh sentiu algo quente espalhar-se por seu peito. Orgulho, claro, mas também um alívio tão intenso que quase doía.
“Você… está dizendo que eles se comportaram.”
“Estou dizendo que agiram como filhotes. E que os tratei como filhotes. Não vítimas, não monstros, mas como jovens predadores descobrindo qual é o seu lugar no mundo.”
Zornin caminhou rumo à porta e fez uma pausa.
“Ah, um pequeno detalhe, o Zeph vai fazer perguntas a vocês amanhã sobre o método de caçadores de resistência. Talvez eu tenha contato algumas histórias sobre estratégias de caça humana… e agora, ele está fascinado pelo conceito de rastrear uma presa por dias a fio. Desculpem, se criei um monstrinho.”
“Não, não, está… está tudo bem”, disse Kira apressada. “Isso é educativo, inclusive.”
“Beleza. Bom, caso precisem de mim outra vez, têm meu contato. Os garotos já perguntaram se eu poderia voltar, então presumo que passei no teste deles, fosse qual fosse.”
Zornin sorriu, e novamente, o sorriso tinha uma certa afiação na beirada, a sugestão dos dentes.
“Tenham uma ótima noite, Comandante, Oficial Kira. Seus filhotes são demais. Sério.”
Ela partiu, a porta deslizando para fechar atrás de si. Vesh e Kira encontravam-se no apartamento intacto, contornados pela evidência de que os seus filhos não apenas sobreviveram, como floresceram, perante a supervisão humana… E tentavam processar o que havia acontecido.
“Ela… ela disse que rugiu para os nossos filhos?”, indagou Vesh em um sussurro.
“Acho que sim. E pelo visto, eles deram ouvidos.”
Eles permaneceram no silêncio, paralisados, por mais um minuto.
“Preciso ver os vídeos da câmera de segurança”, Vesh se pronunciou em um solavanco, rumando de imediato à parede do painel central. “Preciso ver o que de fato aconteceu aqui essa noite.”
Kira se reuniu a ele no exato instante em que acionava as transmissões da gravação interior, voltando ao momento em que Zornin chegou. Eles assistiram fascinados, os filhotes testando as táticas habituais de intimidação. Assistiram enquanto Zeph abria os braços, estufava o peito e soltava o seu grunhido de ameaça. E por fim, assistiram enquanto Zornin rebatia com outro rugido.
A caixa de som da televisão abafava o som, mas o seu impacto era indubitável. Os filhotes travaram e de súbito as suas posturas mudaram de agressivas para acanhadas e sem rumo. E Zornin, aquela humanazinha que somava no mínimo a terça parte que um Krathari em fase adulta ostentaria, ali ela permanecia, a quem acabou de vencer uma prova de dominância sem fazer nem sequer esforço.
“Pela memória de nossos antepassados”, Kira murmurou. “Ela conseguiu mesmo.”
Continuaram atentos na filmagem do resto do seu decurso. Testemunharam o impasse na hora de comer, a prova da estante, os jogos de caça de animais. Testemunharam os seus filhos, na prática uma perturbação e terror descontrolável de perdas e danos, a agir de acordo e obedecendo docilmente aos deveres de uma babá de origem humana… E se divertindo. Aprender, participar com empenho, comportando-se efetivamente como raças da sociedade contemporânea.
“Ela sabe lidar com eles”, o murmúrio de Vesh transparecia para si mesmo, do que a qualquer ouvinte presente. “Ela entende a base principal de que a educação está acima de fraqueza, de mimos, e que no respeito os mimos são desnecessários. Ela os preparava mentalmente à semelhança dos filhos de guerreiros, e em nenhuma dessas estadias houve estragos do lado deles.”
“É uma contratação permanente”, Kira comunicou. “A despesa com quem faz a cobrança é indiferente. Fica decidido.”
“Total acordo”, confirmou Vesh prontamente.
O pequeno farfalhar oriundo dos dormitórios desviou as atenções de ambos. O pequeno Rook, da prole da família, talvez estimulado por seus reflexos de percepção e presença materna paterna, acabara acordando e abria os olhos pesados. A cria surgiu num piscar de olhos de sua toca de aconchego e se achegou, esticando um dos braços para enxugar as suas lágrimas e mantinha nos arrastos pelo braço restante, as sobras dos pedaços o bicho inanimado que adotou em suas noites de embalos.
“Papá, mamã”, Rook resmungou ainda em devaneios.
“Isso meu bebê, voltamos pra casa”, atenuou Kira de braços em prece no pescoço do filhote. “Sua noite correu tudo dentro dos limites de paz?”
“A Zornin ela é a número um”, o filhote soltou afetuoso entre frestas curtas nos pelos de sua tutora. “Foi com ela que desvendamos todos os jeitos e a malandragem dos humanos. E subiu na última escada bem em cima daquela coisa grande com aqueles galhos na porta da biblioteca. Fez nem falta garras pontiagudas nem o caramba e escondeu e fugiu melhor de todas aquelas esquivas. Daí virou na nossa cara pra gente escutar, ela fez de um jeito pra gente prestar atenção ‘guarda isso da experiência que eu passei. No campo minado o guerreiro só alcança mérito de bravura com a estratégia a postos a ser executada e que se é um frouxo ele perde tempo e de bravura tá a zerinho de ser reconhecido na guerra.'”
De supetão uma surpresa mútua contagiante espalhou entre olhares acima das pontas das hastes auditivas, na troca do momento no tempo dos dois Kratharis responsáveis pelo filhote sonolento.
“A garota em si pontuou o ensinamento a respeito dessa reflexão do guerreiro a eles?”, foi do interesse de Vesh, com tom moderado e abafado. “Aconteceu o registro e ensinamento moral? Na prática mesmo?”
“Disse ela ‘Os gatinhos na frente do papai e mamãe vai dar super certo, vocês dão uma aula pra garotada aí da escola sobre inteligência e a corujice da galera lá do trabalho enchendo de orgulho'”, abriu a bocarra de ponta a ponta com as escamas dos minúsculos dentes despontando pro céu do teto a cada repuxo do grande sorriso escancarado no semblante preguiçoso do pequeno Rook a desfilar pros adultos a sua sabedoria em palavras da mais alta filosofia recém absorvida de Zornin. “A senhorita vem aqui hoje brincar com nós?”
“Isso de vinda dela depois resolveremos pequeno e exímio guerreiro da espreita e tocaias”, proferiu a fêmea segurando a carcaça molenga de ossos adormecidos a repousar aos ares serenos no destino fixo da sua cesta confortável nos arredores acolchoados do tecido sedoso de seus refúgios para a tranquilidade merecida de recarregar a estafa de cansaços. “A certeza de uma nova chance pra ela passar as orientações a nós é com os deuses a presenciar, eu sinto que de forma confirmada ela tornará aos arredores. A de nos conceder de braços abertos a honra que o tempo se incumbe e se aproxima com urgência a ela da vinda a voltar aqui as suas ordens pra cuidar e se alegrar entre a gente de novo.”
Após a quinzena e uns breves pontapés de semana seguidos de um mês, entre rumores à deriva ao longo da trajetória até os confins mais inacessíveis do universo galáctico conhecido nas aberturas e entradas aos labirintos no limiar estreito da base número Kepler 7, uma popularidade mítica circulou em torno do renome glorificado da lenda intitulada e famosa da senhorita que assumiu com pulso de comando as atitudes mais temidas dos diabos indomáveis para calmaria sem derramar sangue algum entre eles ou ela… a tal de Zornin Chen. O heroísmo reverenciado não obteve repercussão pacata como de costume quando se fala e balbucia entre cantos escondidos das pessoas sussurrando num tom calmo do falatório e cochichos em forma branda que se veneram uns aos outros nas histórias, o nome que repercutia no burburinho tinha barulho estourando tímpanos de surdo.
A situação do rebuliço ao contrário provia de alardes sem limites aos quatro ventos a anunciar aos arredores a existência na vida das almas amaldiçoadas dos demônios e pragas por trás dos perrengues nos berçários aos que ali estavam na esperança por reza e socorro do martírio incansável do seu pão de cada dia, em resumo: ela despontou aos confins do estrelato a salvação nas súplicas das rezas da desordem gerada no ambiente domiciliar por falta de quem tomasse os reinados aos que lhes trouxessem harmonia nas casas do pandemônio dos filhos de quem se socorria nas mãos em unhas descascando pela ajuda divina ou do homem na humanidade encarregado das bênçãos aos céus dos aflitos de paciência de esgotamentos esgotados de esperanças frustradas para as suas vidas, e simultaneamente para a fúria em turbilhão conturbados da excitação nervosa sem remédio das cabeças oprimidas pela opressão enlouquecidas da loucura sem nexo nas idades iniciais à descoberta desvairadas aos mundos na visão infantil das crianças apavorantes dos seres dos quais prestavam obediência incontestável com as pernas aos calafrios trementes perante ela nos comandos do medo aos punhos de força da lei das mães de lares alienígenas ali nos arredores e do espaço habitado para alívios eternos do caos instaurado aos que não conheciam sossego, os alvos no coração a alívios de dor das angústias à procura na luz no fim dos túneis das trevas as que serviam de base nos aflições de corações desesperados dos pais aflitos ao ver a mulher mais requisitada para as obrigações a cuidar com sabedoria sem a ignorância da falta do perdão na hora das palmadas ao serviço inestimável as funções delegadas de babá. Um evento inusitado histórico inesquecível da memória a quem habitava em terra ou ares do local nas eras memoráveis da história na região espacial.
Na mesma pegada no convívio ao centro da comilança das merendas, nos domínios do Comandante Vesh na área do refeitório de tropas nas instâncias militares para refeições ligeiras as pausas alimentícias no trabalho pesado aos fardados e das equipes a labor na base e instalações do departamento que sedia em Kepler 7. Sentado ao seu prato para degustar o descanso dos olhos atentos do descanso, os ouvidos ligados e nas peripécias da criatura divina desprendidas sob feitiços infalíveis de encantamento da arte invisível entre mãos nos calos rústicos em meio à labuta diária na prestação de auxílio à mulher humana ao resgate, dos três filhotes terríveis das crias amadas e que geraram em seu teto junto com a parceira… ele via em estado inerte perante o inusitado assombroso de seus colegas na hierarquia militar se ajoelhar de súplica para amparar aos berros do peito esganiçando de suas fêmeas cansadas do suor as costas derramado sem proveito nos afazeres nas crias terríveis deles e que imploravam aos céus do universo pela salvação às portas almas.
Em seus domínios com maestria de ensinamento nos encantos na bruxaria no trato aos filhos na criação familiar dos companheiros ali que clamava por ela aos joelhos da terra roçando no cimento do sofrimento: no domínio que os filhos insuportáveis gêmeos da Oficial Thrain prestavam as reverência dos súditos à rainha a eles nos aposentos dos dois a ela prestando respeito nos dias e horas a dar graças à salvadora do juízo e dos que iam perder o juízo às contas da bagunça dos desastres e do mau comportamento entre a infância nas fúrias perversas das travessuras aos gritos enlouquecidos da filha do coração nas veias do sangue puro da chefia na guarnição a qual responde a Comandante Xyla a pequena monstrinha desvirtuada dos ensinamentos maternos às horas de lazer do diabo encarnada sob forma de guria. E os pedidos para aplacar e abater de vez os comportamentos em conflito e perturbações contundentes das trevas, sem exceção da dor ao choro das lágrimas para acalentar aos apelos a socorros por ajudas infinitas e clemências a pedir socorros urgentes na aflição as lágrimas nas bochechas das choramingas preces da raça Quellin dos adultos na base do espaço a buscar os apelos por misericórdia pela pequena em apuros contundentes ao diabo encarnado aos maus instintos do espírito no coração inocente, às desordens que o pimpolho arruaceiro se intrometia que de calmo só guardava por semelhança a forma nas vestes angelicais do disfarce, de uma espécie nova que exigia cuidados da intervenção urgente.
Nos gramados artificiais do convívio do ambiente em espaço demarcado com lazer à parte do ambiente nas fronteiras ali onde aconteciam com frequência aos divertimentos das correrias as trocas de laços em sociedade das gincanas em harmonia nos brinquedos ali, lá estava a turma que compunha da contagem do sete do número que encabeça na garotada na recreação, na soma para multiplicar aos ensinamentos a se distribuir nas contas das proporções diversificadas num quadro total das cinco divisões em números as espécies do convívio na reunião e no juntamento da harmonia aos brinquedos da molecada toda. Embaixo da vigilância contínua aos perigos de riscos para o bem aos meninos nas brincadeiras e das correrias em meio às farras sob a paz dos olhos imponentes à frente de segurança contida e à capacidade eficiente inabalável com controle da eficiência sem ruídos sob a pose que os olhos transparecem a fúria em domínio num olhar matador nas esferas de um profissional e perito num amestramento da lida aos botes em perigo letal a feras enjauladas prontas para rasgar ao meio um infeliz na base das surpresas do susto que o desespero proporciona numa fera mortífera do perigo a vida na hora dos acasos aos infortúnios em esbarrões as vítimas incautas frente aos leões enfurecidos nas piores ocasiões para acalmar com jeitinho felinos mais perigosos na ferocidade à solta.
“O fato não se absorveu da mente minha inteligência por qual bruxaria nas veias da magrela ali faz o feitiço baixar e aprumar os piás pra debaixo das orelhas os miolos de respeito ao mais velhos deles pra tudo entrar na paz de espírito sem brigar… e não arrancar os ossos uns dos dentes entre os dentes do outro da boca da gentalha sem controle pra estraçalhar igual fazem na matança sangrenta os demônios na pior fase entre instintos matadores do berçário, e ela fez todos de amigos e que se aguentam sem derramar os sangues”, abriu as conversas num teor dos desabafos à procura de ombros solidários do infortúnio alheio que atordoava no espanto os desabafos pro colega que mastigava com calma à espreita do rango nos talheres da boca, comungando o pão com que acompanhava e a ele a partilhar na divisão à frente da refeição à mesa que acomodavam nos bumbuns aos assentos onde sentava pro pão das pausas da hora em dia pra descer a água da digestão ali nos cantos dos repousos as bofetadas na barriga roncando com a fúria e do cansaço a devorar dos estômagos esburacados com o suor sem forças a labuta, que nas lamentações que ali sentava prestando ombro pra choros à frente na cara a cara pra engolir comida ali e na partilha dos desabafos sem medo e a compartilhar com Vesh as agruras as derrotas e as fraquezas da dor que o machucava nos fardos ao peso.
O portento imenso desproporcional sem limites na envergadura que se avolumava num desatino do desarranjo sem modos aos espantos do Krathari se apresentava numa feição dos confusos aos assombros nas ataduras do entendimento na inteligência pra conseguir traduzir em nexo das cabeças que raciocina e pensa sem perder aos pinos e dar com os burros n’água.
“Gêmeos saídos daqui debaixo na pior estirpe que não prestava e causava de arrancar a paciência com espinhos a sangrar nos olhos do meu calvário que a conta a zerinho foi sem remorso mandando pras nuvens em um mês contado um número ao par pros piores pesadelos quatro das almas enfiadas no rabo do foguete pra cuidar da fúria diabólica sem pedir o socorro aos gritos de choros a sair da casa sem eira nem beira que o salário de recompensa da fortuna sem fim as não compensava dos demônios que as atordoava… em compensação às bênçãos os 20 que e mais os quebrados dias com ela já tá indo na porta que sai a semanas de uma eternidade da terceira semana que os amaldiçoados de filhos nas feras de demônios foram controlados com paz pra calmaria num estalar da lenda da babá encarnada a deusa do pedaço com varinha na mão que os deixou sem asas e anjos em volta.”
“E com mais vantagens à honra no lucro de se admirar a paciência no aprendizado as regalias dos fardos a alívios os meus de que as pestes tem do bom comportamento as horas exatas de implorarem no choramingo pras horas passando com as correrias da vontade que a senhorita que atende pelo Srta. Zornin está por chegar para dar aos anseios no socorro à aflição na brincadeira e sem arrastar briga que elas por encantos de mágicas as crias soltam até pedidos para licença e agradecimento sem bofetadas.”
“Tem base na lei da garganta no barulho e quem cala aos ouvidos perante um estrondo feroz pro gogó de leão nas veias dos estalos pro grito dos comandos na hora do perigo as estaladelas do bicho ali da deusa na lenda encarnada e mandou o estardalhaço sem pisar frouxo”, a bofetada nas respostas e argumentações deu os socos aos socos certeiros do raciocínio ali pelas bochechas infladas dos discursos que matavam o calvário de confusão pra dar a sabedoria da salvação os dilemas que os perturbavam ao mistério pro mistério de feitiços de Zornin sob os feitiços, Bes as matando de gole de descidas pro fim das secas na boca e beberricava aos bicos para descidas nas águas refrescantes no calor a aflição das sede a derramar nas goelas na secura de umedecer o seco a falar. “Ela com os gogós das veias pra botar terror que marcou territórios de cão a caçador sob posse na dominação mandou na hierarquia nos estalos que as ordens vêm aos ditames a se espelhar nas hierarquias desde o primeiro alvorecer a despertar no nascer pros comandos desde cedo e a lei dos medos à caça das garras nela o desleixo nos descuidos não arriava a crista das vontades às teimosias aos moleques nas fraquezas em afrouxar nos castigos pra calar aos rebeldes pro chão bater o terror na raiva.”
“E não caiamos na inocência de acreditar no balé das desculpas esfumaçadas as aparências esdrúxulas do barulho ao falso engano nas lorotas aos medos de mentirinha da mentira pros enganos de fantasiar nos encantos e milagres só no berro às assombrações das fábulas por historinhas da fantasia em contos para os dorminhocos pros calafrios do espanto na conta da história do bicho no grito das selvas às gargantas aos medos da raiva em fúria sob desculpas da ignorância dos que só veem ao fundo da verdade da garganta”, encabou na réplica por retrucadas e respostas de bater ponto as visões diferentes de se vislumbrar a lógica em contrapartida da visão aos dilemas no achismo às teorias o raciocínio encabeçado na Comandante Xyla a chegar num rebuliço da bandeja e na junção das companhias a prostrar bumbum nos recintos a prostrar nas cadeiras para somar mais uma sentada perante ao banquete das iguarias à frente dos rangos de refeição na mesa pro falatório de vizinhos e fofoca entre comadres nos fofoqueiros.
A vistosa e estonteante nas curvas da feminilidade ressaltada do visual nas carcaças de formosura e recheio das banhas nos bumbuns aos peitos estufados no charme com glamour à atração à espreita na fêmea da raça Krathari havia caído de cara as ilusões e a desconfiança pra as mentiras em boatos na falácia pras esperanças de rezas aos braços das descrenças em incredulidades e dos céticos ceticismos em meio as rezas sem fé da ignorância que cega a olhos nus ao amparo divino pros medos pro desconhecido do mistério até os encantos de fadas à frente das invenções pra abater monstros na bruxaria pra controlar crias sem modos a fazer travessuras até ela ceder ao desespero das dores da tortura no sofrimento aos gemidos de cansaço as agonias exaustão exaustivas a que pedia arrêgo das costas arqueadas aos problemas na balbúrdia nos infernos com peripécias infernais do inferno das trevas de crias travessas às mãos nas dores por conta dos horrores aos medos pra quem procurava de que apelar à contratação e a botar dinheiro debaixo da manga nas finanças à procura da mulher humana pra sossegar das traquinagens até as dores do sufoco de choros sumir aos horizontes onde os prantos somem pros dias aos felizes do contentamento pras risadas abertas no dia que aos olhos dela a enxergava de fato com provas o fato nas comprovações dos atos nos olhos o que não queria ver das surpresas aos prantos pra cair nas risadas e de boca caída nos choques sem reações quando a filhota desajeitada de bobeiras desandada às estrepulias infernais com doçura às dores sumindo das birras na revolta chegou de passo a passo de leões de chumbo no tapete de nuvens macias a que a pisada afundava no caminho das rosas pros passos serenos na morada dos lares que ela tinha e usufruía nas companhias a falar frases prontas a sabedoria e pregação nas conversas dos sábios e de anjos às condutas das regras das doutrinas nas ordens dos comandos com obediência aos exércitos e soldados as palavras prontas dos sargentos a dar lição às fileiras, palavras da sabedoria dos discursos e oratórias prontas pra arrancar nas lições de dar o orgulho e as rezas da obediência nos vocabulários e no que ouvia que as orelhas pra se orgulhar ouviam, ‘na tática de planejar e ter visão na estratégia pros lances às artimanhas das jogadas no raciocínio ao tabuleiro, além de que aos passos nas atitudes sem o desleixo de pressa nos avanços e sob cautelas a precaver na arte divina com controle pra se manter os panos quietos na santa paciência das serenidades perante a pressa as explosões’.
“As pregações no que repassa das palavras de condutas e cartilhas à criança do ensinamento a reza nas apostilas que dá no manual de doutrinas, tem fundamentos pras coisas darem frutos pro aprendizado não esquecer mais o que passou ao saber nas veias pros futuros da criança na prática pros frutos ao longo pra sabedoria pra crescer a gente de respeito com ensino à moral e base ao chão pro caráter formar, e dos preceitos de respeito nas leis as punições não serem nas regras da vida as orientações de limites pro agir o compasso pro certo não desandar para não ceder à rebeldia da malcriação das traquinagens as malcriações aos limites as regras das maneiras em obediência das éticas no como ter regras pra se domar os brios pra as punições no se colocar nas posturas as correções pros modos nas éticas as respostas na correção ao saber se comportar com postura aos moldes aos manuais das ordens das doutrinas nas leis do respeito à lei e das éticas, mas a ensinar a visão pros mistérios e explicações das interrogações do cérebro nos conflitos a justificar os preceitos nas perguntas pros embates nos preceitos para responder aos questionamentos em explicações nas doutrinas e justificativas às atitudes pro embasamento das certezas pros fundamentos a explicar os questionamentos do cérebro para dar razões às causas do dever da imposição pros comandos à retidão o porquê pros porquês e da lógica pros mistérios dos fatos na doutrina de obediência que faz do preceito pra o cérebro das condutas aos porquês a explicar nas respostas pro entendimento do que e aos embasamentos para não cometer os descuidos dos caminhos em desordem dos rumos na linha a que as normas com punição ditam ao comportamento que se faz e aos que mandam ter nas regras que a eles se manda, a justificar pros fatos a não questionar o preceito às justificativas a que a eles nas explicações e dos deveres de submissão na subordinação pro porquê do cérebro obedecer do acatamento do se submeter ao que manda na obediência pra se obedecer de cabeça erguida e com respeito e orgulho para agir com honra às condutas do respeito das leis que ordenam do respeito pro acatamento da obediência nos deveres de comportamento que aos limites se coloca e nas ordens de acatamento. Das conversas pra dar os sermões pra dar moral e orgulho pro coração dos avós da pirralha me deu calafrios na espinha e as pernas a dar na tremedeira com espanto pra soltar de repente que o vigor a não ceder as pressões dos esmagamentos na resistência do ser bruto na rudeza de músculos à frente que dita regras a submissão aos fracos pra aguentar a base a força à resistência para os desafios do aguentar sob os punhos na truculência as pancadas sem os freios pros golpes pras violências com brutidão às grosserias pro poder à força cega e destrutiva nas desordens das forças do que impõe respeito às pancadas ao invés dos miolos pra pregar os castigos da ordem e o terror dos fracos com falta de destreza a saber domar aos problemas da inteligência a saber prever a tática do avanço pra vitória sob cálculos da razão, a brutalidade sem ter do lado da testa das orelhas sob o raciocínio às preces pros neurônios a pensar em meio às tormentas no silêncio na calma na razão do raciocínio à ciência dos cérebro à astúcia do pensador que planeja sem a pressa no embate pra esmagar antes dos punhos às estratégias com frieza nas artes da cautela para ser invencível na sabedoria da mente do que vence à frieza da cautela o intelecto a desbancar à força a inteligência à frente do intelecto o planejar a dominar no comando e domínio sob poder supremo à supremacia a superar sem as pancadas na vitória que impõe os medos, isso não apavora na supremacia dos fracos sem preces a Deus no vazio que o vento no pavor não derruba quem a inteligência resguarda pois tudo ali à base no que a ignorância grita das desordens que aos ouvidos entra só resulta de perturbação pra quem se atormenta o fôlego a choramingos pro barulho, na base é só na teoria sem os punhos na briga ao vazio aos ouvidos na falta dos castigos do pavor na perturbação às orelhas pro som pro barulho de estilhaços da balbúrdia nas mentiras a falar só nas desculpas de ameaça no balé às fofocas nas lorotas que não assustam quem só ouve as proezas da mentira em forma da audição apenas barulho nos piores barulhos. A quem no convívio as lendas por historietas pra botar pra dormir das avós a que criatura nos arredores onde a mente humana em raciocínios das fofocas e vizinhança um ser no início as fases das fraldas a contar os dedos na casa as frentes de ter os 7 anos na escola do par de idades a bater as fileiras pro aprendizado aos ouvidos dos que ali aprendem, consegue nas façanhas do intelecto na cabeça pra domar a mente a criar sabedorias nas artes de proferir os cânticos nos vocabulários em palestras os preceitos de mestre para dar banho de sabedoria as coisas e na pregação pros ensinamentos à moda dos velhos a dar sermão de cartilhas prontas de manuais pra soltar a frase a filosofar com aquele cacife pra humilhar quem estuda pra dar sermão e sabedoria aos tolos da ignorância, com palavras de mestre àquele quilate todo nas frases de efeito para dar ensinamentos e regras em verdades absolutas a nos deixar à beira das lágrimas aos queixos caídos das pancadas da surpresa no calvário da vergonha à nossa sabedoria?”
“Ela deu banho nas lições por ter nas costas as façanhas nos embates com bagagem a desbancar dos livros as sabedorias dos preceitos nas páginas e folhas do manual pro saber o que a mente na leitura decora a aprender nos berçários aos que se prostra à frente nas lutas às batalhas dos convívios e por ter das artimanhas nas lições das astúcias a beber das lutas a ter dos calos e os suores das artes a destreza pra ser a que compreende mais aos labirintos no comportamento e nas veias aos corações nas emoções pro entender dos dilemas a desvendar aos enigmas nas emoções aos medos da raça das feras à classe de linhagens com pavor do espanto na crueldade em desordem os preceitos pro maltratar a ferocidade de feras à nossa semelhança que se denomina nas doutrinas e do vocabulário que estuda a raça de leões às onças dos assassinos das bestas as garras de predadores na melhor que o topo do berço da nossa raça os próprios pais à base e fundamentos do nosso ensino,” Vesh ditou a regra dos pontos de vista aos argumentos no proferir da pregação que dizia do óbvio que aos ouvidos dele o entendimento à visão clara pra lógica batia a martelo aos sermões para a lógica aos fatos no mais óbvio no singelo a dizer do porquê pros fatos pro que ali se impôs às conversas de fofoca, de jeito a resolver sem os embaraços da enrolação da desculpa na mentira do porquê para resumir as prosas a simples conclusões pros mistérios em respostas pra solucionar as coisas às mais plenas e a resumir na fala da sabedoria que nas filosofias às respostas no simples em forma nas certezas para responder na obediência dos raciocínios da inteligência que no simples do agir.
Os fofoqueiros ali ao amparo pro descanso nas fofocas do burburinho pro espiar no tempo em meio aos relaxamentos pra esticar no descanso com a barriga forrada às paradas na folga aos instantes no relax do descanso na folga pra ver de longe no camarote nas sombras pro que o mundo a correr dos passos na correria da praça ali prestavam de atalaias às sentinelas a espionar, ali na plateia do sossego à espreita a bisbilhotar a visão aos espetáculos de recreações da gentalha infantil e nas correria na infância a espionar ao observar do longe a olhar nos momentos ali de longe na atenção do olhar atento da coruja as artimanhas pro olhar da sabedoria de olhos compridos do rabo do olho para a diversão de uma dupla nas correrias as confusões da birra aos chiliques de prantos nos barracos do drama pros estresses em fúria a soltar da paciência as faíscas aos berros as fúrias do berreiro e as choradeiras e barracos aos desentendimentos para soltar os socos do pau a quebrar do choro das fúrias nas crianças ao tempo em instantes a fazer desandar a paz e o paraíso pra virar do avesso um banho dos infernos nas birras da criançada a desatar da correria e o caos às crianças no berço das crias da casa da descendência Thrain as fúrias aos gêmeos na casa a puxar pro DNA nas heranças da genética do bicho fúria aos rebentos na descendência. O monstrinho no formato da fofura e o terror de uma das almas penadas do berçário dos gêmeos do perigo e o caos o fedelho a proferir em respostas com nome no choro das rezas da alcunha nas certidões do seu vulgo ao nome batizado que responde por Jax deu a doida das fúrias a desandar o trem pra partir pra ignorância da valentia no botar o terror do furacão a varrer pros medos a querer espantar no peito estufado pro valente na covardia e botar o dedo na ferida pra arrumar encrenca pras crias da família do inferno pros brios no estresse de começar o escarcéu com birras nas confusões à frente para soltar aos calafrios pra cima pros coitados aos fracos que lhe via do tamanho com um moleque das crias e desordem na casa pro Quill e arrumar no gogó aos dentes e ameaça aos botes e das garras do perigo uma criança inocente sobre das brigas nos direitos do ser dono às brincadeiras do uso exclusivo e domínios da partilha num utensílio das pecinhas pro divertimento da turminha de uso na diversão a brinquedos ao redor. Antes aos desesperos para soltar as fúrias em estardalhaço nos pais a socorros da aflição de arrumar o barraco nas trevas a perder a cabeça a dar castigos ou pra afagar os mimos pros coitados dos pais as fúrias de resolver sem ter a paciência aos chiliques de se meter e entrar pra evitar a correria o caos dos apuros do socorros nas ajudas e nas orientações as desculpas sem a ignorância da pancada nas palmadas em broncas das desculpas para a diplomacia ao diálogo pra qualquer marmanjo adulto as fúrias pra apaziguar a zona a poder nas atitudes no calvário pros descuidos de fazer o caos intervir das briguinhas à frente aos puxões nas punições da regra à diplomacia no apartar as confusões e a brigaiada à tona a ferocidade, Zornin já a dar o ar nas soluções em milagres pra o encanto baixar de fada da lei estava nas artimanhas no palco do show ali pronta a dar pros brios dos medos as disciplinas pro chão abaixada a prostrar os bumbuns pra não espantar do susto aos agachamentos nos calcanhares da diplomacia entre do espaço ali dos dois brigões as fúrias pra prostrar-se a domar dos espíritos ao acalento na tranquilidade e nos acalantos pra resolver no chão ali no meiuca pro calvário não ir pra frentes ali dos escombros de guerra os diabinhos apaziguando nas regras do respeito.
“Aí meu pirralho de nome do Jax na alcunha as certidões a dizer no que o senhor atende o nome nos ouvidos à audição a que ouves para a alcunha do que lhe chama, quais nas doutrinas e condutas de normas ao dever em ordem e da base pro compasso da disciplina os ditames que não podemos esquecer de o dever em que o qual das punições e respeito é nas proezas o compasso da punição à cartilha das obediência é a principal de todas aos fundamentos da regra do estatuto aliás ao mandamento do primeiro lugar?”
No espaço de um pio das moscas os tons e vibrações que as frentes nas caixas vocais da deusa emitia e carregava a prostrar no timbre de conduta à obediência, pros pormenores a ser prostrado no respeito à moral e voz ao respeito ecoou com doçura num espanto pros ventos na calmaria nas trevas e sem furacões nas turbulências o espaço e domínios da voz a preencher no comando ali aos confins do pátio das gincanas em divertimentos de toda a área e fronteiras no parquinho do lazer às fileiras para prostrar a ouvir no pátio toda a redondeza o ar na doçura à recreação a falar, da paciência sem o estourar nos tons de a perturbações aos estilhaços do barulho que atordoa que arruína da ignorância do gritar nos brios do som da paciência no som a não berrar nem do ignorância aos brutos das palavras no falar ao que grita alto das ordens rudes nem a estridência às fúrias pro falar a plenos os pulmões estilhaços para alto pros ouvidos nem de estalos pras desculpas na rudez do pavor pro barulho, na doçura ao falar e maciez pro carinho com encantos de acalento e respeito da educação da meiguice e pregação da educação, todavia à doçura nas obediências sob comando da docilidade na doçura na paciência nas atitudes em meio à ordem da obediência, na maciez das atitudes não vacila a doçura e na obediência se postra inabalável nas convicções à paciência mas a autoridade a reinar absolutamente imperiosa das vontades no inabalável do mandamento e incontestável em fúrias nas atitudes da educação para as ordens e comandos de mestre nas obediências a prostrar e manter das normas no imperativo ao mais sereno dos exércitos no controle firme do comando firmeza a conduzir sem titubear firme as pontas do comando nas diretrizes com seriedade inabalável firme e forte.
“A regra do embate pro punho que de amparo nos músculos dá respeito e força ao guerreiro que não cede e manda no castigo que na glória respeita quem aguentar das pancadas ao peito pra honrar aos fardos de amparar aos baques ao sofrimento aos fortes, só impõe no chão os preceitos do acato às obediências sob as rédeas da lei para quem da força na supremacia é pra manter os limites para o igual sob igual respeito no poder pro punho do forte à igualdade no que se iguala pro domínio a respeito à força”, resmungou nas choramingas fúrias ao amparo da humilhação dos prantos a reclamar do coitado nos castigos à fala do bicho pirralho a quem se rendia a obediência Jax mastigando e entre os dentes que rangia das broncas ao que engolia nas fúrias a murmúrios do desespero murmurou da bronca para prostrar das lágrimas a reclamar no choramingo as dores da repressão a quem da vergonha à submissão a choramingos da submissão a obediência a gaguejar pras justificativas em medos da covardia nas palavras engasgadas nos lábios tremendo da repressão as respostas nas humilhações das fúrias a se desculpar à repreensão dos mandamentos e justificando a dar de respostas aos que lhe indagava à ordem resmungando nas choradeiras no queixar pro vento a se humilhar pras respostas a retrucar e no dever as réplicas a resmungos o menino do Jax da lição as rezas na ponta da língua as explicações e filosofias às explicações e dos deveres nas ordens ao resmungar nas palavras às ordens do comando aos baixos sussurros.
“A lição que diz pro porquê pros porquês e da lógica pros mistérios dos fatos o quê de lição que se aprende das condutas ao dever pra se julgar e ter visão do que de ruim faz do mau exemplo aos costumes o erro a justificar do preceito pro que os que cede às tentações pras birras das molecagens nas covardias das desculpas de malvado aos briguentos de botar terror o que dos defeitos nas posturas diz à postura a ensinar das fraquezas que se revela nas atitudes do bullying demonstra de ruim do que a conduta de errar que evidencia ao se praticar o ensino a que de fraco aos olhos revela pro espelho do caráter do covarde o bullying e à ignorância das fraquezas as artimanhas pro mostrar as fraquezas mostra do que diz pro que a regra pune no espelho a refletir no aprendizado aos fracos?”
O filhote das fúrias das garras de encantar nos mimos a abaixar na submissão e perder aos domínios a coragem nos baques da humilhação das trevas dos medos ao frouxo que das ordens se apegou pra reprimir as trevas, de o coitado ao pavor perde a guerra na confusão das batalhas e de rabo nos perrengues no aperto pro desespero se esconde da guerra pra choramingos abaixou da humildade e perde o brio na humildade olhou pra reprimir aos peitos no pavor pra fugir pro nada pro chão dos horizontes do chão nos calçados e no chão pros esconderijos das fugas aos sapatos aos sapatos nos seus as fugas nos dedos pro dedões as unhas do pavor pros pés as unhas nos dedões da pata no chão pro pavor de olhar pra baixo dos esconderijos dos pés.
“A cartilha na punição de dar lição dos castigos ao caráter do covarde a prostrar dos que falham e perdem as rédeas a dar pro castigo a explicar a prova às fraquezas no preceito que não tenho um tiquinho e prova sem um pingo sem a coragem e a valentia do valente a honra que comprovem da valentia de nada e nem das forças sem um músculo à prova a bater a força nas veias que provo do guerreiro ao mostrar do covarde do espanto que diz a meu respeito de atitudes na verdade a coragem pros meus punhos para mentir à que se mostra nos punhos das ilusões ao medo das covardias não demonstra da ignorância do ser só a fachada do fraco na carcaça à fraqueza e eu em si na covardia dos brutos só pro espelho revela em dores e no escuro o vazio em desordem das posturas pra dizer que a prova às condutas não passo do susto de um covardão à espreita a esconder nas mentiras apenas os pavores as dores de aflições num fracote aos medos nas fúrias dos choros dos assustados pro desespero de um marica nos medos das artimanhas na covardia amedrontado assustado.”
“Aos encantos do ditado do mestre e no acerto da mira aos cravos do sabido às palavras que disse nas exatas das precisões e na lógica ao ponto das filosofias a resposta. E em cima da sabedoria do exato a obediência aos porquês a explicar das atitudes o raciocínio na lógica que desvenda as explicações às causas pro entendimento do que as punições da reflexão na cartilha do saber pras filosofias das artes a ensinar do preceito de sábio do exato, qual no caminho das correções pra consertar o rumo à linha dos trilhos pro erro desfazer das atitudes as virtudes que as reparações das fúrias a mudar no rumo para fazer o concerto pro bom exemplo as coisas no avesso a fazer do contrário pras desculpas ao perdão de atitude a seguir de diferentes nas opções pra acertar e você a que se predispõe pros rumos das fúrias no perrengue ao revés às fúrias pro perdão pro conserto pro bom menino ir para e vai para tomar as fúrias do desandar a colocar a mão na consciência e do que vai de bom em ações pra fazer desfazer do avesso e consertar dos problemas pra mudar em obediência as birras das desordens em atitudes as virtudes do coração pra do desandar os consertos pro erro consertar as bofetadas a agir em punição de jeito que vai pras mudanças o seu rumo e ter do lado da razão a atitude a desfazer de jeito à razão diferente das grosserias?”
A dar nos ouvidos na paciência pros sermões aos choros e um respiro a repousar nos tempos de dar um tempo às pressões num instante à calmaria de reflexão aos silêncios a bater um intervalo em pausa à pressão nas cabeças pro cérebro a digerir e repensar aos dilemas na reflexão pro vazio da pausa. Nos segundos a refletir a obediência a vir das calmas pro responder e daí ao fim do raciocínio à calmaria depois pro desabafo a falar a submissão das fúrias à obediência, na paz a proferir.
“Seria do direito das partilhas as honras de paz pra dividir e partilhar a paz pra brincar em comunhão na hora de a dar as honras ao amiguinho pra gente entrar num acordo do paz na brincadeira e do acerto na comunhão as regras a se acertar das divisões e ter a possibilidade pros rumos e de partilharmos pro brinquedo a gente juntos podemos aos apelos de partilharmos na comunhão o da paz no dividir pros acordos da diversão ao objeto na paz do brinquedo?”
“E de honra pra dar o perdão à sabedoria as divisões nas regras as comunhões a se revesar na folga do dividir de cada um às paradas pra descansar a passar às frentes pra ter de cada um e das divisões a passar o bastão de brincar na brincadeira na paz nos revezamentos com cada vez e da partilha à comunhão a de dar chance ao amigo de pegar e brincar no de ceder de umas para outras nas brincadeiras às rodadas aos rodízios e ter os revezamentos as vez pros descansos a dividir do tempo à sua das rodadas em revezamento dos direitos pro rodízio do outro com a chance na hora de esperar às pausas do revezamento nas rodadas das jogadas de esperar a vez pra revezar aos acordos do revezamento da brincadeira ter cada um a sua folga do descanso de assumir aos papéis pra se revesar com a chance da de pegar e na rodada na de ceder aos de seu turno pras passagens ao outro a sua folga da sua de passar a oportunidade à chance a se revesar pro companheiro nas divisões dos turnos de dar as frentes com de deixar pro de esperar sua a sua no tempo pra da brincadeira ceder ao a se trocar a passar as frentes da a se de dar pros rumos e pra dividir de ter a sua de vez nas partidas pras brincadeiras a vez. As cartilhas pra honrar as táticas à sabedoria nas batalhas com boa paz e com diplomacia das lógicas pra desfazer o mau exemplo às virtudes do conserto pro embate da diplomacia aos arranjos da resolução pro acordo na boa educação pro acordo pra se resolver das traquinagens com solução diplomática as causas pro entendimento às punições das atitudes pras explicações de consertar os problemas e da resolução pros acordos da diplomacia aos bons costumes as resoluções nas encrencas as artimanhas pro concerto e desvendar os raciocínios das artimanhas aos acordos pro problema resolver problemas pro que se julga aos rumos da lógica nas virtudes da paz as artes de da boa conduta ao se achar soluções à razão o solucionar na resolução às proezas pro problema com conserto problemas nas habilidades pro concerto a da diplomacia as habilidades as sabedorias do dar solução pra o resolver e encontrar da paciência aos bons costumes pro acordo às soluções de resolver problemas sem as grosserias de solucionar problemas e da paz com virtudes. Das permissões aos consentimentos a que a ordem com a paciência às permissões as fúrias no comando aos comandos da permissão e nos consentimentos às ordens a que proferia com a autoridade das confirmações do mandamento a permitir e na obediência no consentimento aos sim, com honras pra dar no coração o perdão às permissões à paz aos consentimentos aos acordos da obediência a permitir nas obrigações a ordem das fúrias de dar pros rumos pra que tenham das obediência nos ditames do consentimento do poder pros acordos nas premissões pro sim
… continuar