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PRISÃO EXPLOSIVA NO CASO DAS PRIMAS DESAPARECIDAS: EX-NAMORADA DE CLEITON PRES A POR AJUDAR O FORAGIDO! CELULAR APREENDIDO PODE REVELAR TUDO – ONDE ESTÃO STTELA E LETYCIA?

PRISÃO NO CASO DAS PRIMAS DESAPARECIDAS: EX-NAMORADA DE CLEITON É PRES A E CELULAR APREENDIDO PODE MUDAR TODO O RUMO DA INVESTIGAÇÃO

O caso que abala o Paraná desde o dia 21 de abril de 2026 acaba de ganhar um capítulo explosivo. Enquanto o principal suspeito, Clayton Antonio da Silva Cruz, o Cleiton, conhecido como “Cleitinho do Pó”, “Dog Dog” ou “Sagaz”, continua foragido, a Polícia Civil do Paraná realizou uma prisão que ninguém esperava: a ex-namorada dele, uma jovem de 23 anos, foi detida temporariamente em Paraguaçu Paulista, no interior de São Paulo. A prisão, cumprida na última sexta-feira (15 de maio), acendeu o alerta máximo entre os investigadores e levantou uma pergunta que agora domina as ruas de Cianorte e Mandaguari: até onde vai a rede de proteção que permitiu Cleiton permanecer escondido por tanto tempo?

Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, duas primas de apenas 18 anos, saíram de Cianorte na madrugada do dia 21 de abril rumo a uma suposta festa em Paranavaí. Elas entraram na caminhonete preta de um homem que se apresentava como “Davi Sagaz”. Imagens de câmeras de segurança mostram as jovens animadas, sem imaginar o destino trágico que as aguardava. Desde então, nenhum sinal delas. Nem corpos, nem rastros, nem mensagens. Apenas silêncio e uma angústia que cresce a cada dia para as famílias.

Cleiton, de 39 anos, não era um desconhecido. Com extensa ficha criminal que inclui condenações por roubo agravado, tráfico de drogas e dezenas de passagens pela polícia desde a adolescência, ele usava nome falso para circular em Cianorte e evitar mandados antigos. A Justiça decretou sua prisão preventiva no dia 29 de abril. Desde então, o homem virou fantasma. Mas como alguém com esse perfil consegue ficar invisível por semanas em um país com tantas câmeras e inteligência policial? A resposta pode estar na ex-namorada presa agora.

De acordo com o delegado Luis Fernando Alves Silva, responsável pelo caso, as investigações avançaram e apontaram que a jovem de 23 anos forneceu apoio financeiro e logístico direto ao foragido. Contas bancárias em nome dela teriam sido usadas por Cleiton para movimentar dinheiro enquanto ele fugia. Transferências, saques, possíveis compras – tudo isso deixa rastros digitais que a polícia agora analisa minuciosamente. Além da prisão temporária, os agentes cumpriram buscas em três endereços em Paraguaçu Paulista e apreenderam um celular que será submetido a perícia completa.

Polícia investiga duplo homicídio em caso de primas desaparecidas no PR | CNN Brasil

Especialistas em investigação digital afirmam que o aparelho pode ser a peça-chave que faltava. Mensagens apagadas, conversas arquivadas, histórico de localização, chamadas, fotos, áudios e até dados recuperados podem revelar contatos, rotas de fuga, endereços e até indícios do que realmente aconteceu com as primas. Celulares raramente “esquecem” tudo. Mesmo com exclusões, a tecnologia forense consegue recuperar informações cruciais.

A prisão levanta suspeitas graves: Cleiton não estava sozinho. Alguém o ajudava a se manter escondido. Testemunhas relatam que ele foi visto em Mandaguari, no norte do Paraná, especialmente no bairro Jardim Boa Vista, onde nasceu e onde mora a mãe. No Dia das Mães (11 de maio), moradores disseram ter reconhecido “Cleitinho” passando de moto em alta velocidade. Outra informação em análise: ele teria procurado um agiota pedindo R$ 25 mil emprestados para fugir para outro estado. Será que o dinheiro vinha da ex-namorada?

A caminhonete preta usada para levar as jovens ainda não foi localizada. Desaparecer um veículo inteiro não é tarefa simples. A polícia suspeita que alguém pode ter ajudado a esconder ou desmontar o carro, o que reforça a hipótese de apoio logístico maior. Enquanto isso, o principal foco da investigação continua sendo o duplo homicídio. As chances de encontrar Sttela e Letycia com vida são consideradas mínimas pelos investigadores, mas as famílias ainda se agarram à esperança.

O que exatamente aconteceu naquela madrugada? As jovens foram convidadas para uma festa que nunca existiu? Houve alguma discussão, violência, ou algo pior? Cleiton agiu sozinho ou tinha cúmplices? Essas perguntas ainda não têm respostas definitivas. A polícia não descarta outras linhas: sequestro, cárcere privado ou até tráfico. Mas o silêncio das últimas semanas torna o cenário cada vez mais sombrio.

A ex-namorada presa nega envolvimento direto no desaparecimento das primas. A detenção é temporária, destinada a aprofundar os depoimentos e análises. Ainda não há condenação, mas o simples fato de ter ajudado um foragido já configura crime de favorecimento pessoal. Se for comprovado que ela sabia dos fatos graves, as consequências podem ser ainda maiores.

Homem que convidou primas para festa usava nome falso e era foragido | G1

Enquanto isso, Cleiton continua sendo caçado. Apesar de rumores de fuga para o Paraguai ou outros estados, os investigadores acreditam que ele pode estar relativamente perto, contando com rede de contatos no norte do Paraná. O cerco está se fechando: análises financeiras, perícia no celular, depoimentos e buscas em áreas de mata já foram realizadas com base em sinais de celulares.

O caso das primas desaparecidas virou um dos mais comentados do Brasil em 2026. Famílias devastadas, uma comunidade em choque e uma polícia que trabalha contra o tempo. Cada nova informação, como essa prisão, reacende as esperanças de que a verdade venha à tona. O que o celular apreendido vai revelar? Mensagens comprometedoras? Localizações exatas? Conversas sobre o destino das jovens?

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A ex-namorada pode ser apenas a ponta do iceberg. Se ela ajudou, quantas outras pessoas sabiam e ficaram caladas? O medo, lealdade ou cumplicidade mantiveram Cleiton livre até agora? Essas perguntas não saem da cabeça de quem acompanha o caso.

Sttela e Letycia saíram para se divertir. Eram jovens cheias de sonhos, como qualquer garota de 18 anos. Hoje, seus nomes estão estampados em cartazes de desaparecidos e nas manchetes de todo o país. A angústia das famílias é indescritível: dias viram semanas, e a ausência continua doendo como no primeiro dia.

A Polícia Civil pede que qualquer pessoa com informações entre em contato pelos números 197, 181 ou diretamente com a delegacia de Cianorte. Anonimato garantido. Enquanto o celular não entrega seus segredos e Cleiton não é capturado, o Paraná inteiro acompanha cada movimento.

Este caso não é apenas sobre duas primas desaparecidas. É sobre como um criminoso com histórico pesado conseguiu se aproximar de duas jovens inocentes, sobre redes de proteção que ainda existem no interior e sobre a esperança que resiste mesmo quando a realidade é cruel.

O que você acha? A prisão da ex-namorada vai finalmente levar à captura de Cleiton? O celular vai revelar o paradeiro das primas ou o que aconteceu naquela noite? Deixe sua opinião nos comentários. Casos como esse só se resolvem com pressão popular e informação. Compartilhe, comente e ajude a manter o caso vivo. A verdade sobre Sttela e Letycia precisa aparecer.