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APÓS 4 ANOS DE VÍCIO E RECLUSÃO, INGRA LIBERATO EXPÕE COMO VIVE HOJE: ABANDONADA E SEM AMIGOS! 

APÓS 4 ANOS DE VÍCIO E RECLUSÃO, INGRA LIBERATO EXPÕE COMO VIVE HOJE: ABANDONADA E SEM AMIGOS! 

“Então, naquele momento, o álcool estava me impedindo de entrar em contato com a minha dor. Agora, vou mergulhar nesse luto e preciso transformá-lo.” Musa dos anos 90, ela abandonou a carreira no auge e desapareceu da TV, vivendo vícios, relacionamentos conturbados e décadas de reclusão.

Agora, aos 59 anos, ela finalmente reapareceu e revelou tudo o que suspeitávamos. Como está Ingra Liberato e onde ela vive hoje em dia? Por ser filha de dois artistas, essa atriz, natural de Salvador e inicialmente conhecida apenas como Ingra de Souza Liberato, fez sua estreia no cinema ainda muito jovem, aos 7 anos, no início dos anos 1970, em produções escritas e dirigidas pelos seus próprios pais.

Chico e Alba Liberato, dois cineastas baianos. Mais tarde, nos anos 1980, Ingra entrou para a Rede Globo para aparecer em algumas novelas, mas apenas com participações especiais, deixando sua marca em produções conhecidas como Pacto de Sangue, Tieta e Top Model, todas de 1989. Isso foi até ela ir para a extinta Rede Manchete participar de um dos maiores sucessos entre as novelas brasileiras, a clássica Pantanal.

“Desculpe minha ousadia, mas eu estava tão curiosa.” “Sim, eu pude perceber. Qual é o seu ponto?” “Qual é o seu nome?” “José Leôncio, seu criado. Eu sou Madeleine. Prazer.” Ela também fez outras aparições até conseguir um papel regular em uma minissérie na rede e, logo depois, tornou-se a protagonista Ana Raio na icônica novela A História de Ana Raio e Zé Trovão.

“Nós inventamos a minha morte, Zé. Recebi um bilhete da amiga de Maria Lua me pedindo para encontrá-la. Mas não era ela, era o Cangerê. E ele me agarrou, me levou para aquela casa e tentou me estuprar de novo. Foi quando Biratã chegou, tentou matá-lo, disparou um tiro e eu desmaiei.”

A partir de então, Ingra tornou-se a queridinha do momento. E assim começou sua ascensão no início dos anos 90. Em uma época em que, mesmo não sendo uma grande atriz da Globo, suas novelas atraíam considerável atenção e dividiam a audiência com as produções da emissora. Ingra chegou a ser considerada uma musa.

Não demorou muito para ela voltar à Globo para interpretar papéis significativos em produções de grande destaque. Em 1994, Ingra já estava interpretando Rosa na novela Quatro por Quatro, mas antes disso ela teve que passar por várias etapas para impulsionar sua carreira, o que aconteceu na virada dos anos 80 para os 90, quando namorava o conhecido ator Nuno Leal Maia.

Segundo notícias publicadas em 2020 em diversos portais da internet, Ingra revelou que o conhecido diretor Jaime Monjardim estava procurando Nuno para um papel na novela Cananga do Japão. Então, a jovem, não sendo boba, mentiu dizendo que tinha material do ator, seu namorado, pronto para entregar ao diretor.

Mas quando ela se encontrou com ele, não havia material, apenas seu currículo e um pedido para que ele lhe desse uma oportunidade como atriz. Foi então que o diretor, segundo Ingra, disse: “Espero que você seja tão boa atriz quanto é cara de pau”. “Olha, eu tenho aqui um envelope do ator Nuno Leal Maia para Jaime Monjardim.” “Ah, você não fez isso?” “Eu fiz isso.”

Eu subi e falei com ele. Eu disse: “Não, olha, isso não é do Nuno, é o meu currículo e eu quero fazer um teste para a sua novela.” Apesar da mentira deslavada, as coisas acabaram dando certo para a artista, já que meses depois ela foi convidada para fazer o teste para a novela Pantanal.

Dizem também que a química entre ela e o ator Paulo Gorgulho foi tão forte que ambos conseguiram o papel imediatamente. A atriz também admitiu que foi durante as gravações da novela que se apaixonou pelo diretor Jaime Monjardim, mas garantiu que eles só ficaram juntos quando ambos estavam solteiros, na época em que trabalharam juntos novamente na minissérie O Canto das Sereias.

O relacionamento desenvolveu-se e os dois mais tarde casaram-se em 1990, em uma união que ficou conhecida como um romance entre um diretor e uma atriz em ascensão no momento. O relacionamento durou até 1995. Eles não tiveram filhos juntos, mas o que marcou ainda mais a vida da atriz foi o fato de seu ex-parceiro ter se casado com a atriz Daniela Escobar logo depois, no mesmo ano em que se separaram, o que aparentemente a fez sentir-se substituída.

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Em meio a todo o sucesso que Ingra merecidamente alcançou nos anos 90, participando de grandes produções, também residia o medo do que tanta fama trazia. Ela falou abertamente sobre esse assunto, chegando a dizer que durante o auge de sua carreira ela costumava sabotar-se por um simples, porém irônico, medo do sucesso e das consequências que estar sob os holofotes poderia trazer.

“Tem a ver comigo e com o meu próprio processo, né? Então, nesse momento de avaliar minha vida, eu disse: ‘Cara, eu amarelei aqui, eu amarelei aqui’. Comecei a ver todas as vezes que eu amarelei, e essa foi uma delas.” Então, em 2016, aos 50 anos e quando estava prestes a lançar seu primeiro livro, O Medo do Sucesso, Ingra revelou o que passou naquele momento.

O início de sua carreira, seu auge e seu desaparecimento. Ela admitiu que brilhou, mas que seus papéis de sucesso eram sempre intercalados com sua autoexclusão do mercado. Isso porque ela se sentia incomodada com a responsabilidade da fama, o crescimento como artista e a exposição. Sempre que se sentia assim, acabava fugindo para o Rio Grande do Sul, distanciando-se dos lugares que poderiam ter rendido maiores resultados em seu trabalho.

“Houve momentos na minha vida em que tentei fugir do sucesso, especialmente quando as coisas começaram a crescer demais e senti que precisava continuar acertando, sabe?” Ela chegou até a deixar a carreira de lado durante seu auge para criar cavalos, uma atividade que durou quatro anos, dos 24 aos 28 anos.

Isso parece impensável quando dito em voz alta, especialmente quando se refere a alguém que finalmente atingiu o nível desejado em sua profissão. Isso sem mencionar os outros anos em que Ingra ficou longe da televisão. E apesar de afirmar que nunca pensou em abandonar a carreira completamente, nem nunca sofreu de depressão, Ingra acredita que atuar é o que ela realmente gosta e sabe fazer.

Isso contrasta fortemente com o que ela confessa em seu primeiro livro e autobiografia, onde falou justamente sobre as coisas irem bem, sobre sucesso, prêmios, reconhecimento e elogios, mas que de repente o desejo de proteger-se surgia, e ela abandonava o barco. Mas, embora sua carreira possa ser resumida por momentos de atuação e momentos de ausência, a atriz esteve em muitas obras renomadas, tanto nos vários filmes nacionais em que apareceu, chegando a ser premiada em 2007 quando atuou em Valsa para Bruno Stein.

Em novelas como O Clone e outras, na Globo e Record. Ingra também revelou que até alguns anos atrás ela sentia que tudo estava indo bem, mas que de repente sentia a vontade de deixar tudo para lá. Em 2016, quando decidiu falar sobre esses assuntos. Ao abrir o coração para discutir sua carreira e alguns momentos pessoais, ela não só lançou seu primeiro livro com tais revelações, agora mais madura, reconhecendo suas falhas e sucessos, mas também começou a criar e escrever séries documentais e colocou-se disponível para novos projetos e oportunidades como atriz, o que acabou acontecendo depois quando participou de várias produções diferentes, incluindo a novela Segundo Sol de 2018 na Globo. No entanto, este foi seu último papel regular na rede até então.

Apesar de seus erros e sucessos, mesmo após esse período, ela voltou a falar sobre o assunto anos depois, em podcasts e até em eventos corporativos, já que sua experiência vivida reflete o medo e a angústia de qualquer pessoa comum em seu cotidiano. Isso porque o medo de se expor e de cometer erros pode ser vivenciado por qualquer um.

Ingra deixa isso muito claro quando questionada, tanto em seu livro quanto em outras aparições públicas. Mas enquanto esteve longe da televisão, sua vida passou por vários estágios diferentes, especialmente durante o auge de sua carreira. O casamento com o diretor Jaime Monjardim não deu certo. Algum tempo depois, ela conheceu o músico Duca Leindecker, conhecido por fazer parte das bandas Cidadão Quem e Pouca Vogal.

Os dois se conheceram em 2001 durante o Rock in Rio, onde Duca se apresentou com sua banda. Eles começaram a namorar, casaram-se e tiveram Guilherme, nascido em 2003, único filho de Ingra. Mas o relacionamento durou apenas até 2012, quando decidiram se separar. Mas acontece que seu segundo casamento e a maternidade não foram tudo o que aconteceu na vida da atriz.

Além de uma segunda separação, que a própria artista descreveu como um momento de infelicidade diante das dificuldades que estava enfrentando, ela acabou caindo no vício nocivo do alcoolismo, que, segundo ela, tornou-se uma espécie de muleta diante da situação em que se encontrava.

Quando decidiu falar abertamente sobre o assunto em suas redes sociais, Ingra Liberato afirmou: “Eu estava passando por um momento muito infeliz na minha vida. Durante a separação do meu segundo casamento, o álcool começou a se tornar uma muleta. Foi um caso específico. Eu realmente comecei a me sentir dependente daquele ritual. Era apenas uma bebida, mas era todo dia”.

“Então, naquele momento, o álcool estava me impedindo de entrar em contato com a minha dor. Ok, então me ajudou por um tempo. Até que chegou a hora em que eu disse: ‘Não, agora vou enfrentar essa dor, agora vou mergulhar nesse luto e preciso transformá-lo’.” Ela continuou enfatizando que sempre prezou sua liberdade, mas que por causa do álcool estava perdendo esse sentido, sentindo-se de certa forma entorpecida, o que a impedia de entrar em contato com sua dor e enfrentar aquele luto.

Ao perceber que estava exagerando e era, de fato, dependente de álcool, ela disse que o removeu de sua vida, não como uma forma de autoproibição ou repressão, mas simplesmente porque não o queria mais em sua vida. Ao mostrar esse lado pessoal e abrir o coração para falar sobre o vício, Ingra também aproveitou a oportunidade para alertar outras pessoas, especialmente porque o álcool é socialmente aceito.

Em uma reflexão que também trouxe a percepção de que saber que ser tão amplamente aceito é mais prejudicial e perigoso. Apesar das dificuldades típicas do fim de um casamento que durou mais de uma década, Ingra e Duca mantiveram um bom relacionamento e viram esse episódio como um capítulo encerrado.

Ingra, no entanto, não se casou novamente e agora foca especialmente em seus projetos profissionais e desenvolvimento pessoal, deixando de lado as questões causadas pelo divórcio, que em seu caso específico é o segundo. De certa forma, é natural que algo assim abale e desestabilize alguém emocionalmente, especialmente no caso de uma pessoa que usava álcool diariamente na tentativa de lidar com os problemas, mas sem dúvida o efeito é o mesmo que apagar um incêndio com gasolina.

E ao reconhecer no momento certo que precisava deixar para trás o ritual da dose diária para confrontar problemas reais, a atriz encerrou uma fase de sua vida para começar outra. Uma carreira mais produtiva com novas possibilidades, como sua aptidão para a escrita, com o lançamento de novos livros, bem como um foco no retorno ao trabalho como atriz de TV, uma profissão de toda a vida.

Algum tempo depois, em 2018, aos 51 anos, a atriz decidiu dar um passo que pode ter causado alguma surpresa entre aqueles que a conhecem há muito tempo e acompanharam sua carreira desde o início. Lá nos anos 90, Ingra fez um ensaio fotográfico, um artístico, no qual decidiu exibir suas curvas para o Pelproject.

A estranheza decorreu principalmente de sua decisão, anos depois, de mostrar o corpo após tantas rejeições de revistas masculinas enquanto estava no auge de sua carreira. Claro, com o tempo, as pessoas tendem a mudar de ideia e, de uma forma mais madura, Ingra pode ter decidido fazer o ensaio fotográfico não por dinheiro, mas simplesmente pelo lado artístico da coisa.

De fato, a atriz até comentou: “A roupa mais bonita é a pele”, insinuando que não tem vergonha de ter posado nua naquela fase de sua vida. Outro fato curioso foi a mudança de uma letra em seu nome. Ela parou de usar “Liberato” com “i” e começou a usar “Lyberato” com “y”, porque, segundo ela, foi influenciada pela numerologia a fim de atrair novas possibilidades para sua vida, especialmente em seu campo profissional.

Isso e mais ocorreu em um momento em que ela estava passando por mudanças e sentiu que novos dons estavam surgindo, o que ficou evidente em suas escolhas de carreiras paralelas. Ingra tornou-se escritora, terapeuta e engaja-se em outras atividades. Mais de 30 anos se passaram desde que ela se tornou nacionalmente conhecida como estrela de novelas, conquistando papéis principais em produções conhecidas e logo se tornando um símbolo de desejo, uma verdadeira musa dos anos 90.

Sua carreira e vida pessoal passaram por altos e baixos, tanto devido às suas próprias escolhas quanto a circunstâncias fora do controle de qualquer um. Ingra Lyberato tem atualmente 59 anos. Nos últimos tempos, ela participou, ainda que esporadicamente, de novelas e outras produções de TV, além, é claro, de filmes. Sua última aparição na televisão foi uma pequena participação especial no remake da novela Pantanal, que foi ao ar em 2022 na Rede Globo.

Desde então, ela se colocou disponível para novas oportunidades. Embora durante seu tempo longe, ela descobriu novas paixões, como a escrita. Na última década, ela publicou dois livros, começando com O Medo do Sucesso, sua autobiografia contando seus medos, sucessos e falhas na carreira. E seu segundo livro, lançado em 2020, intitula-se A Natureza Oculta Iluminada.

Seu terceiro e mais recente livro chama-se O Despertar do Amor Sistêmico, que discute como reconciliar o passado e liberar o potencial do presente. Além de escritora e atriz, ela também se tornou terapeuta focada na terapia de constelação familiar. Desde 2020, ela se qualificou nesse tipo de abordagem terapêutica, focando no autoconhecimento e ancestralidade, e também promove ações de autocuidado, compartilhando sua rotina de exercícios e tratamentos estéticos, focando no bem-estar e no envelhecimento saudável, com foco no público 50+.

Outras ocupações notáveis incluem a de facilitadora de banho de floresta. Ela pratica xamanismo e também se tornou vegetariana, vivendo uma dieta que apoia seu estilo de vida atual. “Já faço isso há vários anos”, sempre enfatizando a importância de cuidar da minha saúde. Você pode segui-la em seu perfil no Instagram, obter suas dicas e até lembrar da atriz por seu trabalho notável de décadas passadas.

Você já conhecia a história de vida de Ingra Lyberato? O que mais te surpreendeu? Não se esqueça de se inscrever, deixar um like e compartilhar com seus amigos. Eu selecionei um vídeo para você. Ele está aparecendo na sua tela agora mesmo. Vejo você lá. É isso.