
Por Que NINGUÉM Fala com Endrick no Vestiário? Casemiro dá Carrinho Criminoso!
O que deveria ser apenas mais um treino preparatório para a Copa do Mundo 2026 virou um dos maiores escândalos internos da Seleção Brasileira dos últimos anos. Endrick Felipe, o jovem prodígio de 19 anos, vive um verdadeiro inferno nos bastidores da equipe comandada por Carlo Ancelotti. Enquanto brilha em campo, driblando veteranos e decidindo jogos, o atacante é tratado como pária no vestiário. Ninguém conversa com ele. E o pior: carrinhos criminosos vindos de quem deveria ser exemplo estão se tornando rotina.
Tudo veio à tona durante um treinamento aberto no Columbia Park Training Center, em New Jersey. Com torcedores nas arquibancadas e imprensa presente, Endrick mostrou toda sua genialidade. De costas para o gol, ele domina a bola, aplica um lençol perfeito em Danilo e Marquinhos, e finaliza com um delicado toque por cobertura por cima do goleiro. Um gol de placa que viralizou instantaneamente. Mas a resposta dos “companheiros” foi chocante: Casemiro chegou por trás com um carrinho de tesoura, daqueles que em jogo renderia cartão vermelho direto e possível lesão grave.
O menino caiu no gramado. Casemiro até pediu desculpas, mas foi algo fraco, sem convicção. A internet explodiu. André Henning, renomado comentarista, detonou: “Contra Endrick ele é leão, contra Modric na Copa do Qatar virou gatinho”. Não foi a primeira vez. Gabriel Magalhães, pilar da zaga do Arsenal, já havia feito falta dura desnecessária em Endrick em outro treino. O clima está pesado. Muito pesado.
E não para por aí. Após o Brasil marcar um gol contra o Panamá, Danilo, lateral do Flamengo, deu uma bronca sem sentido no meio do campo com Endrick, mesmo o garoto tendo sido um dos destaques da partida, criando várias chances claras. O atacante não marcou, mas foi uma das boas surpresas brasileiras. Ainda assim, o tratamento é de rejeição clara. Fontes próximas à CBF revelam que Endrick é considerado uma das “ovelhas negras” do vestiário. Raramente é visto interagindo com o grupo principal. Os únicos com quem ele conversa são Ryan e Igor Thiago – os três “cachorros magros”, como são chamados internamente, os underdogs que ninguém queria no elenco, mas que estão entregando resultados.
Casemiro, em entrevista, piorou tudo ao dizer que Endrick “ainda não faz parte do grupo”. Depois tentou se redimir, alegando que queria proteger o jovem da pressão. Mas o efeito foi o contrário: expôs ainda mais o isolamento. Enquanto isso, no campo, Endrick responde da única forma que sabe: jogando. Dribla, decide, marca. Contra Espanha, Inglaterra, Croácia… o garoto nunca se esconde. No Lyon, por empréstimo, ele foi fundamental para derrotar o PSG. Em Madrid, superou dúvidas. No Palmeiras, decidiu títulos.
Por que tanto incômodo? A teoria que circula com força nas redes é pesada: Endrick não faz parte do “esquema”. Não chegou através dos mesmos empresários, recusou proposta da Nike que outros aceitaram, e não segue o padrão dos veteranos da “geração perdedora”. Ele incomoda porque expõe as limitações dos mais velhos. Enquanto muitos falharam em momentos decisivos, Endrick entrega. E o vestiário não perdoa quem brilha demais, especialmente um menino de 19 anos.
A turbulência não fica só no campo. Fora dele, a vida pessoal de Endrick também vive um drama. Sua esposa, Gabriele Miranda, grávida do primeiro filho do casal, publicou stories fortíssimos no Instagram: “Só vou deixar você me desrespeitar como mãe uma vez. Depois disso, perde o acesso ao meu filho, às notícias dele e à nossa vida”. Não citou nomes, mas a torcida imediatamente apontou para Cíntia Ramos, mãe de Endrick. O relacionamento entre nora e sogra é tenso desde o início. Em 2024, durante entrevista no programa do Bial, o clima já era visivelmente estranho. Depois, Cíntia teria cortado Gabriele de uma foto postada nas redes.

Enquanto a família explode em indiretas públicas, Endrick mantém o foco. Não reclama, não posta desabafo, não dá entrevistas pedindo espaço. Aos 19 anos, com o peso do vestiário, da família e da expectativa de um país inteiro, o garoto ainda encontra forças para fazer piada na coletiva de imprensa. Imitando repórter, ele pegou o microfone e perguntou para Igor Thiago: “Boa noite, Sr. Igor. O senhor acha que vai ganhar a Copa?” Leveza impressionante em meio ao caos.
Essa resiliência lembra as origens dele. Corinthians não quis pagar R$ 2 milhões pelo garoto. Real Madrid o deixou no banco, Lyon foi o recomeço. Sempre que duvidaram, Endrick calou as críticas com gols e atuações. Agora, na Seleção, o padrão se repete: tratado como intruso, ele responde driblando veteranos e fazendo gols impossíveis.
Igor Thiago e Ryan formam com ele um trio poderoso. Igor, que trabalhou como pedreiro e perdeu o pai aos 13 anos, explodiu no Brentford e hoje brilha na Premier League. Ryan, que muitos achavam que era cedo demais para Europa, virou sensação no Burnley. Três histórias improváveis que o campo validou, mas o vestiário tenta sufocar. No jogo contra Panamá, a primeira metade foi equilibrada. Só após a entrada dos “cachorros magros” o Brasil dominou. Mas em vez de celebrar, os veteranos parecem incomodados com o novo vento.
Ancelotti assiste a tudo. Sabe do talento de Endrick, mas também do clima interno. O italiano precisa equilibrar egos de jogadores experientes com o frescor da nova geração. Mas até quando vai permitir que o talento seja alvo de carrinhos criminosos em treino? A torcida já escolheu seu lado. Endrick, Ryan e Igor Thiago são os favoritos do momento. A nova cara da Seleção.
Enquanto Casemiro, Danilo, Gabriel Magalhães e outros da velha guarda tentam manter o controle, Endrick segue seu caminho. Silencioso, focado, letal. Cada carrinho que leva, ele transforma em motivação. Cada indireta familiar, em concentração extra. Cada comentário de que “não faz parte do grupo”, em gol no treino seguinte.
O Brasil vive momento de transição. Neymar ainda é referência, mas o corpo pede cuidado. A nova geração chega com fome, carisma e determinação. Endrick não é apenas um jogador. É símbolo de superação. De quem vem de baixo, enfrenta rejeição dentro e fora de campo, e mesmo assim sorri e decide.
Será que Ancelotti vai blindar o garoto? Vai dar mais minutos e transformar o banco em ponto de partida? Ou o lobby dos veteranos vai continuar prevalecendo? As respostas virão nos próximos jogos. Mas uma coisa já está clara para a torcida: Endrick não vai se curvar. Ele vai driblar os carrinhos, os egos, as indiretas familiares e as pressões. E quando menos esperarem, o número 19 vai estar levantando taças e fazendo o Brasil sonhar novamente.
O vestiário pode tentar ignorá-lo. A torcida, não. As crianças que raspam o cabelo com o número dele, os pais que levam filhos aos treinos, os milhões que vibram com cada lance genial – todos já escolheram. Endrick é o presente e o futuro. E por mais que tentem derrubá-lo com carrinhos ou palavras, ele sempre se levanta. Mais forte. Mais determinado. Pronto para escrever sua própria história na Seleção.
O caos no vestiário brasileiro tem nome: Endrick. E o garoto está transformando cada pedra no caminho em degrau para a glória. O hexa pode depender exatamente dele. E o Brasil inteiro torce para que ninguém consiga pará-lo – nem dentro, nem fora de campo.
A tempestade está só começando. E no meio dela, um jovem de 19 anos brilha mais forte que nunca. ⚽🇧🇷