
A Copa do Mundo de 2026 finalmente começou e não poderia ter tido uma estreia mais polêmica e caótica. México venceu a África do Sul por 2 a 0 no primeiro jogo do torneio, mas o que ficou marcado não foram os gols, e sim as três expulsões, a arbitragem rigorosa demais do brasileiro Wilton Pereira Sampaio e um México que, mesmo jogando em casa, mostrou o mesmo velho problema de sempre: falta de ambição, intensidade e poder de fogo para atropelar um adversário claramente inferior. Enquanto o mundo assistia, o Brasil, que estreia daqui a pouco contra o Marrocos, já liga o alerta vermelho. Se a arbitragem brasileira vai continuar nesse padrão, e se times como o México não conseguem dominar como deveriam, o que nos espera nessa Copa?
O jogo mal começou e já deu sinais do que pode ser esse Mundial: muito cartão, polêmica, VAR em ação e times que ainda não mostram cara de campeão. A África do Sul, que já tem histórico de fracasso como anfitriã em 2010, apareceu frágil, com apenas três finalizações contra 16 do México, saindo jogando com dificuldade absurda e cometendo erros infantis. O México pressionou desde o início, fez gol rápido e controlou o jogo, mas pecou na hora de liquidar a fatura. Poderia ter sido 4 a 0 ou 5 a 0 fácil. No final, placar modesto de 2 a 0, com o segundo gol de Jiménez, que enfim desencantou na sua quarta Copa do Mundo aos 35 anos. O centroavante, que já passou por Benfica, Atlético de Madrid e agora brilha na Premier League, chorou emocionado após marcar o primeiro gol dele em Mundiais. Bonito, mas não escondeu as limitações do time mexicano.
O grande protagonista negativo da noite, no entanto, foi o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio. Três expulsões logo no primeiro jogo da Copa: duas para a África do Sul e uma para o México no finalzinho. Wilton, que já apitou em 2022 no Qatar e agora está na sua segunda Copa, trouxe o famoso “padrão brasileiro” de arbitragem: rigor excessivo, VAR inquieto e decisões que mudam completamente o rumo da partida. Pelo menos duas das expulsões foram consideradas exageradas até pelos comentaristas mais experientes. A primeira falta, uma briga comum por espaço, e a última do mexicano, um lance normal de jogo, não mereciam vermelho. A do jogador sul-africano, com a mão no rosto, até pode ser discutida, mas o conjunto da obra mostrou um juiz brasileiro que não conseguiu se adaptar ao nível internacional e acabou transformando um jogo tranquilo em circo.
Mauro César Pereira e os comentaristas não pouparam críticas. Wilton foi rigoroso demais, o VAR foi chamado, mas ele insistiu nas decisões polêmicas. Isso já entrou para a história: desde 2006, esse foi o jogo com mais expulsões em Copas do Mundo. Antes, o recorde era de Portugal x Holanda em 2006, aquele jogo violento com quase 20 cartões e porradas para todo lado. Aqui não teve violência generalizada, foi um jogo normal, e mesmo assim três vermelhos. Wilton conseguiu o que poucos conseguem: envergonhar a arbitragem brasileira logo na abertura da Copa. O mundo inteiro viu. México e África do Sul certamente não vão esquecer tão cedo. E o Brasil, que tem outros árbitros no torneio, já sente o peso dessa imagem.
O México jogou em casa, com torcida lotada, altitude conhecida, apoio total da nação. Tudo a favor. Tomou gol cedo, o adversário ficou com um a menos ainda no segundo tempo, e mesmo assim não conseguiu golear. Isso mostra o DNA mexicano: time com motor 1.0, bonito por fora, mas sem potência, sem agressividade, sem ambição de verdade. Raúl Jiménez, Quinones (que vem fazendo gols absurdos na Arábia Saudita) e companhia tiveram chances, mas faltou intensidade. O técnico conhece o time, já comandou o México antes, mas o time pareceu preguiçoso, lento, previsível. Um rojão molhado mais uma vez. Se querem sonhar com título ou pelo menos quartas de final, precisam mudar urgentemente essa postura. Porque contra times mais fortes, essa falta de fome vai custar caro.
A África do Sul, coitadinha, confirmou o que todo mundo já esperava: seleção fraca tecnicamente, com muitas dificuldades para sair jogando, passes errados e pouca resposta. Perdeu o primeiro jogo e a tendência é sofrer mais nas próximas rodadas. O técnico viu o time desanimar rápido, especialmente depois das expulsões. Eles tentaram, mas não tinham armas para enfrentar o México mesmo com desvantagem numérica.
Enquanto isso, no Brasil, a torcida assiste tudo com atenção redobrada. Faltam poucos dias para nossa estreia contra o Marrocos e já surgem questionamentos: a arbitragem brasileira vai atrapalhar também nossos jogos? Ancelotti e os jogadores precisam se preparar para um torneio onde cada lance duvidoso pode virar expulsão ou pênalti. Wilton Pereira Sampaio mostrou que o “jeitinho” brasileiro de apitar ainda existe e isso assusta. O VAR, que deveria ajudar, acabou sendo usado de forma inconsistente mais uma vez.
Jiménez, com 35 anos, vivendo sua quarta Copa, finalmente marcou. Ele já sofreu contusão grave, foi dúvida se voltaria a jogar, e hoje emocionou o México inteiro. É um bom centroavante, mas sozinho não carrega o time. O México tem bons jogadores, estádios lotados, clubes fortes que pagam bem e conseguem segurar talentos em casa. Mas na hora H, falta aquela garra, aquela intensidade que times europeus ou o próprio Brasil (nos bons momentos) mostram. O time parece sempre satisfeito em participar, em chegar às oitavas ou quartas, mas não sonha alto de verdade.
Os comentaristas foram unânimes: o México desperdiçou uma chance enorme de começar a Copa com goleada, empolgação e moral alto. Em vez disso, venceu apertado, com ajuda da arbitragem e de um adversário fraco. Isso não anima ninguém. A torcida mexicana esperava mais. E o mundo também. Porque ser co-anfitrião traz pressão extra. Eles conhecem o estádio, a altitude, o público. Tudo deveria ter sido mais fácil.
Essa estreia caótica já dá o tom da Copa 2026: polêmica, arbitragens questionáveis e times que ainda precisam provar seu valor. Para o Brasil, é um aviso. Ancelotti elogiou Neymar, o time mostra união nos bastidores, Ederson foi chamado estrategicamente para dar segurança, Danilo deve ser titular na lateral. Mas ninguém pode bobear. Marrocos vem com desfalques, mas com garra africana, transições rápidas e perigo nos contra-ataques. Se o Brasil cair no mesmo erro do México, de controlar sem matar o jogo, pode sofrer.
A torcida brasileira, que pinta as ruas de verde e amarelo, não quer ver repeteco de frustrações passadas. Quer ver garra, quer ver gols, quer ver liderança. Neymar, mesmo em recuperação, é a grande esperança. O ambiente de família na Seleção é positivo, Ancelotti transmite experiência europeia, mas a pressão é enorme. Depois de ver Wilton expulsa três no primeiro jogo, o torcedor já pede: árbitro brasileiro, por favor, não atrapalhe nosso caminho!
O jogo México x África do Sul terminou 2 a 0, mas deixou mais perguntas do que respostas. México avança com moral relativa, África do Sul vai lutar para não ser goleada nas próximas. E o mundo do futebol comenta: arbitragem brasileira exportando polêmica mais uma vez. Wilton Pereira Sampaio entrou para a história negativa, igualou recordes de jogos com mais expulsões e deixou claro que o padrão rigoroso demais ainda existe.
Enquanto isso, no CT da Seleção Brasileira, os treinos seguem intensos. Coletivas com Alisson, Ancelotti e Vinicius Júnior, ajustes táticos, foco na estreia. A CBF traz presidentes de clubes e federações para apoiar, mostrando união. O torcedor faz sua parte: like, inscrição, mensagem de força. Porque Brasil é assim: paixão que não acaba nunca.
Essa Copa promete emoção do início ao fim. O primeiro jogo já mostrou que nada será fácil. Expulsões, gols, emoção, crítica. México venceu, mas não convenceu. África do Sul lutou, mas não teve armas. Wilton roubou a cena de forma negativa. E o Brasil assiste, aprende e se prepara para entrar em campo e mostrar que a penta campeã mundial veio para brigar pelo hexa.
O torcedor brasileiro acorda ansioso. De onde você está acompanhando? Qual sua expectativa para o Brasil? Muitos acreditam em campanha épica, com Neymar brilhando nos mata-matas, Hendrick correndo como louco, Vinicius e Rafinha decidindo. Outros pedem cautela, sabem que Copa tem armadilhas. Mas o sentimento é de esperança. A Seleção tem talento, tem camisa pesada, tem torcida que empurra.
Que a arbitragem não atrapalhe, que os jogadores brasileiros mostrem mais garra que o México, e que a estreia contra o Marrocos seja o começo de algo grande. O mundo está olhando. O Brasil não pode decepcionar. Depois de ver o caos da abertura, a nação verde-amarela clama: vamos com tudo, Seleção! Honra a camisa, cala os críticos e traz a taça para casa.
A Copa começou com polêmica, com expulsões, com vitória mexicana morna. Mas o verdadeiro espetáculo ainda vai começar. Quando o Brasil entrar em campo, o mundo vai tremer. Porque Seleção Brasileira é sinônimo de paixão, drama e glória. Força, Brasil! O hexa está mais perto do que nunca. Vamos juntos nessa jornada que mal começou e já promete emoções inesquecíveis.