
Fala rapaziada, como é que vocês estão? Imagina ser o maior atleta de todos os tempos no seu esporte, chegar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a cidade do pecado, da festa e da fornicação, e se envolver com a ex-mulher de um dos bandidos mais violentos do Comando Vermelho da época. Se fosse um cara comum, estaria escondido até hoje com medo de retaliação. Mas se você é Usain Bolt, o Relâmpago Jamaicano, o Pelé do atletismo, aquilo passa batido como se nada tivesse acontecido. O cara corre mais rápido que bala, então quem ia atrás dele? Hoje a gente conta essa história curiosa e cheia de perigo que muita gente já esqueceu, mas que na época deixou o Brasil inteiro de boca aberta. Uma noite quente no Rio, uma mulher viúva de bandido, fotos vazadas e um dos maiores símbolos do esporte mundial no meio de uma confusão que poderia ter dado muito errado.
Estamos em agosto de 2016. Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro estão a todo vapor. A cidade vive um momento de grande visibilidade internacional, com turistas, atletas e festa para todo lado. Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo, chega como a grande estrela. Ele havia se recuperado de uma lesão meses antes e muita gente duvidava se ele conseguiria repetir as glórias de Londres 2012. Mas Bolt não é de brincadeira. Ele disputa os 100m rasos, os 200m rasos e o revezamento 4x100m pela Jamaica e leva ouro em tudo. Tríplice campeão olímpico mais uma vez. O cara olha para trás na corrida, diminui o ritmo e ainda ganha. É o Satanás das pistas, um fenômeno que transcende o esporte.
Depois de zerar a vida nas provas, Bolt fica mais alguns dias no Rio. Tem compromissos de marketing, patrocinadores que pagam fortunas para tê-lo por perto e, claro, a vontade de curtir a cidade maravilhosa. Ele sai com amigos jamaicanos para uma balada. É aí que entra Jad Duarte, uma carioca bonita, ex-namorada de Douglas Donato Pereira, o famoso Diná Terror ou Cu na Cara, um dos indivíduos mais violentos do Comando Vermelho. Diná era tão cruel que chegou a ser afastado do Tribunal do Crime porque queria picar as pessoas antes mesmo do veredito final. Ele matou mulheres, praticou violências extremas, comandava o terror no morro do Vai Quem Quer. Morreu em confronto com a Core, a elite da Polícia Civil, em março de 2016, poucos meses antes das Olimpíadas.
Jad era viúva recente, mas já tinha se separado dele antes. Na balada, ela vê vários jamaicanos altos, atléticos, todos parecidos. Não reconhece Bolt de cara. Mas o atleta começa a dançar, levanta a camisa, mostra o abdômen tanquinho e troca olhares com ela. Os pombos notam que podem compartilhar o mesmo milho. Bolt manda o segurança chamar Jad para o camarote, regado de bebidas boas. Ali começa a dança dos golfinhos, corpos se entrelaçando, saliva trocada, fungadas quentes. No fim da noite, o cheiro de sexo no ar. Eles vão para o quarto e o resto vocês imaginam: medalha de ouro dentro e fora das pistas.
No dia seguinte, fotos vazam. Bolt na cama com Jad, cheiro de atos libidinosos, uma noite quente carioca. Jad ganha milhares de seguidores do dia para a noite. Bolt, que na época namorava uma jamaicana, vê o negócio viralizar. Mas ninguém faz nada. Porque é o Bolt. Quem vai atrás do cara que corre mais rápido que bala? A história rendeu memes, piadas e muita curiosidade. “Bolt invadiu o morro do Comando Vermelho e saiu vivo”. “O Relâmpago pegou a viúva do Terror”.
Diná Terror era um monstro. Matou duas moças, batia nelas, mandava o bonde fazer violências filmadas. Extremamente violento, fora até do Tribunal do Crime por ser descontrolado. Seus parceiros ainda estavam vivos, mapeando tudo. Mas Bolt é intocável. O cara ganhou tudo nas Olimpíadas, ficou no Rio curtindo, conheceu mulher e voltou para casa como se nada tivesse acontecido. A foto com Jad tem cheiro de sexo, de suor, de noite inesquecível. Ela mandou para as amigas, vazou e virou lenda.
Essa história mistura esporte, crime e sexo de forma absurda. Bolt, o maior velocista da história, se envolve com a ex de um bandido pesado do CV. Em qualquer outro caso, o cara viraria alvo. Mas com Bolt é diferente. O cara corre 100m em menos de 10 segundos. Ninguém pega. A cidade do Rio, cheia de festa, drogas, mulheres e perigo, recebeu o Relâmpago e ele saiu brilhando. Jad Duarte virou “Jad Bolt” por um tempo. Ganhou visibilidade, seguidores e provavelmente muitas invejas.
O mais curioso é que tudo aconteceu logo após a morte de Diná. A viúva recente se divertindo com o maior atleta do mundo. Os parceiros do bandido devem ter ficado de olho, mas ninguém ousou mexer. Porque é o Bolt. O cara que olha para trás na corrida contra os melhores do planeta e ainda ganha. Imagina tentar correr atrás dele para cobrar alguma coisa? Impossível.
Essa história ficou marcada na memória de quem acompanhou as Olimpíadas de 2016. Bolt não era só velocidade nas pistas. Era carisma, festa, mulher e uma vida de superstar. Veio ao Rio, ganhou tudo, curtiu a cidade e foi embora. A noite com Jad Duarte virou lenda urbana. Uma mistura perfeita de glória esportiva com o perigo da cidade maravilhosa. O Comando Vermelho, o morro, o crime organizado — nada parou o Relâmpago.
Bolt é exemplo de que talento, carisma e velocidade podem abrir portas (e camas) inimagináveis. Enquanto atletas comuns teriam medo, ele viveu o momento. Fotos vazadas, memes, comentários… tudo passou. Hoje, anos depois, a história ainda rende curiosidade. Quem não sabia, agora sabe. O Pelé do atletismo pegou a ex de um dos caras mais temidos do CV. E saiu ileso.
O Rio de Janeiro, com sua mistura de beleza, perigo, festa e pecado, proporcionou esse encontro. Bolt dançando, levantando a camisa, chamando Jad para o camarote. Bebidas, olhares, corpos se encontrando. Uma noite que entrou para a história paralela das Olimpíadas. Enquanto o mundo via o atleta, o Brasil via o homem curtindo a vida após as vitórias.
Jad Duarte, por sua vez, viveu o sonho (ou o pesadelo) de estar com o homem mais rápido do mundo. Perdeu o ex bandido violento e ganhou uma noite com o ídolo global. As fotos mostram o clima. Cheiro de sexo, cumplicidade, diversão. Ela mandou para as amigas, vazou e ganhou fama instantânea. “A mina que pegou o Bolt”.
Essa história é curiosa porque mistura mundos opostos. O atleta multimilionário, ídolo mundial, e a mulher ligada ao submundo do crime carioca. O Relâmpago e a viúva do Terror. Uma noite quente no Rio que poderia ter dado muito errado, mas que, graças à aura de Bolt, passou como uma aventura a mais na vida do jamaicano.
Bolt é assim. Corre, ganha, festa, mulher, sorriso e vai embora. O Brasil guardou na memória essa passagem dele. Medalhas, recordes e uma noite inesquecível com Jad Duarte. A ex do Diná Terror. Uma história de amor (ou de sexo) que o país nunca esqueceu.
O que você acha dessa história? Acha que Bolt arriscou demais ou que ninguém ousaria mexer com ele? Deixa sua opinião nos comentários, porque o papo está rendendo. Compartilha para quem gosta de histórias curiosas das Olimpíadas. Se inscreve no canal, ativa o sininho e fica ligado nas próximas reportagens.