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uma mulher de 37 anos fingiu ser uma menina de 12 por 14 MESES!

eu não dou conta desse país, mano. Vai tomar no cu. Isso aqui é o fim do mundo mesmo. Uma mulher de 37 anos fingindo ser adolescente de 12 anos, vivendo 14 meses dentro de uma família como se fosse filha adotiva, tomando mamadeira, usando chupeta, pedindo para dormir com a “mãe” e manipulando emocionalmente todo mundo. Isso não é filme, não é novela mexicana. Isso aconteceu de verdade no Brasil, e o pior: ela fez isso em seis estados ao longo de 15 anos. O nome dela é Amanda Maria Souza Oliveira, a golpista serial que usou a vulnerabilidade alheia para viver de mentira, luxo e conforto. Hoje a gente vai contar essa história completa, porque é de deixar qualquer um de boca aberta, revoltado e com raiva. Prepara o coração, porque a manipulação dela foi tão perfeita que famílias inteiras acreditaram na farsa por meses.

Tudo começou a vir à tona em Joinville, Santa Catarina. Amanda se apresentou como Gabriele, uma menina de 12 anos autista, vítima de maus-tratos de um pai abusivo que supostamente aplicava hormônios e agulhas no corpo dela. A história era trágica, dramática e perfeita para tocar o coração de quem tem boa vontade. Uma família de classe média, acolhedora, ligada a igreja, recebeu a “menina” por intermédio de líderes religiosos. Durante 14 meses, Amanda viveu como filha deles. Tomava mamadeira, usava chupeta, tinha um cheirinho para dormir, fazia crises de pânico para não dormir sozinha e pedia colo da “mãe adotiva”. A família chegou a fazer festa de 12 anos, comprar bonecas e tratar ela como criança de verdade. Imagina o nível de frieza e manipulação? Ela sequestrou emocionalmente a família inteira.

O delegado Rodrigo Bueno Gusso resumiu bem: “Ela conseguiu sequestrar emocionalmente a família. Era uma família com boa situação financeira, então ela levava uma vida de adolescente muito boa”. Tudo do melhor: comida, roupa, atenção, carinho. Amanda não pedia dinheiro diretamente, mas vivia no conforto. A farsa só caiu quando uma tia da família, desconfiada, pesquisou na internet e encontrou casos semelhantes. Aí a polícia entrou e descobriu que Amanda não era de 12 anos — ela tinha 37! Natural do Ceará, a mulher já tinha aplicado o mesmo golpe em vários estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e mais. Uma golpista profissional, reincidente, que usa sempre a mesma estratégia: se apresenta como adolescente vulnerável, fugida de abusos, autista, com história triste de pai bruxo ou abusador que colocava agulhas no corpo dela.

Em 2023, ela foi presa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, fazendo o mesmo papel. Em Porto Alegre, ficou seis meses presa por estelionato depois de ser desmascarada em abrigo para menores. Em 2010, em Natal, foi internada com agulhas na barriga e dizia ter 13 anos — o hospital já desconfiou na hora. Sempre a mesma tática: história dramática, aparência infantilizada, fala manhosa, crises emocionais. No Rio, a nutricionista Renata Magalhães e a amiga Viviane Henriques acolheram ela como Duda, achando que era adolescente. Passou um mês lá, até ameaçar se machucar se Renata não ficasse perto. Quando desconfiaram, chamaram a polícia e descobriram tudo.

O advogado dela pediu exame de sanidade mental, alegando transtorno. O delegado foi claro: “Ela não apresentou nenhuma característica que pudesse indicar inimputabilidade penal. Mostrou-se muito racional, colaborativa e com raciocínio bastante lógico”. Ou seja, a mulher sabe exatamente o que faz. Não é loucura — é frieza calculada. Ela pesquisa como autistas se comportam, como fingir vulnerabilidade, como tocar o coração das pessoas. Mapear a carência alheia e atacar. Famílias que querem ajudar, igrejas acolhedoras, pessoas de bom coração — todas viram alvo fácil. O sequestro emocional é tão forte que a família de Joinville demorou 14 meses para desconfiar. Eles queriam acreditar na história triste. Queriam salvar a “menina”.

Pensa na crueldade disso. Enquanto a família abria as portas, dava amor, gastava dinheiro e tempo, Amanda ria por dentro. Ela vivia como rainha, sem trabalhar, sendo paparicada como criança. Festa de aniversário, brinquedos, atenção 24 horas. E quando a farsa caía, sumia e recomeçava em outro estado. 15 anos aplicando o golpe. Seis estados confirmados. Quantas famílias destruídas emocionalmente? Quantas pessoas se sentiram traídas, usadas, idiotas depois? A nutricionista Renata resumiu: “A gente não olhava para a mulher, mas para a história que ela contava”. É exatamente isso. O coração fala mais alto que a razão. A história triste de abusos, autismo, fuga, hormônios forçados… toca fundo na alma de quem tem compaixão.

No Brasil, infelizmente, tem muita gente boa demais e muito otária também. A lei permite acolhimento familiar, mas exige processo legal, Conselho Tutelar, verificação. Muitas famílias, especialmente ligadas a igrejas, acabam fazendo de forma informal, por boa vontade. Amanda explorava exatamente essa brecha. Chegava com história pronta, aparência cuidada para parecer mais nova, comportamento infantilizado e pronto: casa, comida e proteção. Em Florianópolis e Chapecó, Santa Catarina, a polícia investiga outras ocorrências. Ela não para. Sai da cadeia e volta à ativa.

Esse caso levanta questões sérias. Como uma mulher de 37 anos consegue enganar tanta gente por tanto tempo? Resposta: manipulação emocional pura. Ela não rouba dinheiro diretamente — rouba afeto, tempo, estrutura familiar. Faz as pessoas se sentirem heróis salvadores. Depois some e deixa trauma. As vítimas ficam com vergonha, dúvida, culpa. “Como não percebemos?” Porque o ser humano quer acreditar no bem. Quer ajudar o próximo. Amanda usava isso como arma.

A Justiça ainda vai julgar todos os casos. Em alguns estados ela já responde por estelionato, falsidade ideológica e falsa identidade. O advogado pede transtorno mental, mas o delegado foi direto: ela é racional, lógica e sabe o que faz. Se tiver transtorno, que seja tratado, mas crime é crime. Ninguém pode usar problema psicológico como carta branca para destruir vidas.

Famílias acolhedoras, igrejas, projetos sociais: fiquem alertas. Verifiquem tudo. Exijam documentos, Conselho Tutelar, processo legal. Não acolham menores (ou supostos menores) sem regularização. O coração é importante, mas a cabeça também. Amanda passou 15 anos explorando isso. Quantas outras estão fazendo o mesmo agora?

Pessoal, esse país às vezes parece sem limite. Uma golpista de 37 anos fingindo 12, tomando mamadeira, dormindo com chupeta, fazendo festa de aniversário infantil. É surreal. Mas serve de alerta duro: nem tudo que parece vulnerável é inocente. Nem toda história triste é verdadeira. Fiquem espertos, protejam suas famílias e não deixem o coração falar mais alto que a razão.

O que você acha dessa história? Acha que Amanda tem transtorno ou é só frieza pura? Como as famílias não perceberam? Deixa sua opinião nos comentários, porque esse caso está rendendo e o debate está pegando fogo. Compartilha para alertar mais gente. Se inscreve no canal, ativa o sininho e fica ligado nas próximas reportagens que mostram a dura realidade do nosso país.

Amanda foi presa em Santa Catarina. Que a Justiça seja firme e que as vítimas encontrem paz. E que ninguém mais caia nesse tipo de golpe. Cuidado com quem você acolhe. O mundo está cheio de lobos em pele de cordeiro — ou melhor, de “menininha” de 12 anos.