
Pô, brincadeira, né? A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de 2026 com um empate decepcionante de 1 a 1 contra o Marrocos e a torcida saiu do estádio (e das redes) com o sangue fervendo. O que era para ser uma festa virou um verdadeiro pesadelo tático. Carlo Ancelotti, o técnico milionário com currículo invejável, errou feio na escalação, nas substituições e na postura. E o pior: deixou Hendrick mofando no banco enquanto o time implorava por sangue novo. Neto e Casagrande não perdoaram. E você também não vai perdoar depois de ler isso.
O jogo mal começou e já dava para sentir o cheiro de panela velha. Casemiro, aquele que muitos chamam de “segurança do míster”, foi titular. Um volante que mal marca, que aparece pouco e que, segundo os críticos, vive da carteirada. Ao lado dele, Igor Thiago – um centroavante que nem vem brilhando no Corinthians – foi escalado como referência. O resultado? Um primeiro tempo morno, sem força aérea efetiva e com o ataque dependente de lampejos individuais de Vinícius Júnior. O resto? Apatia pura.
As críticas duras de Neto e Casagrande que viralizaram
Logo após o apito final, a Band explodiu. Neto, com sua famosa sinceridade sem filtro, detonou: “Pô, brincadeira esse treinador da seleção brasileira, hein? Isso é absurdo, cara. Escalou errado. Casimiro, um jogador medíocre, um jogador que não marca ninguém.” Ele não parou por aí. Mandou ver no Igor Thiago: “O tal do Igor Thiago não pode jogar, não joga no Corinthians!” E o desabafo máximo foi sobre o garoto revelação: “Absurdo não ter colocado o Hendrick. Tá de sacanagem com o Hendrick!”
Casagrande também não segurou a língua: “Decepcionante para mim foi o Ancelotti. Demorou para mudar, mudou mal, deixou o Rafinha os 90 minutos. O Rafinha não dominou uma bola!” Segundo ele, o time precisava de velocidade, juventude e fome. Hendrick e Ryan eram as armas perfeitas para isso, mas ficaram no banco. Enquanto isso, o lado direito com Rafinha foi um desastre completo – sem passes, sem cruzamentos, sem drible, só frustração.
A torcida brasileira, que lotou o estádio esperando uma vitória convincente, viu um time lento, previsível e sem coragem. Vinícius Júnior até tentou carregar o time nas costas, Bruno Guimarães deu alguma consistência no meio, mas o conjunto? Um verdadeiro desastre coletivo.
Por que Ancelotti errou tanto?
Ancelotti chegou à Seleção com o status de “messias europeu”. Ganhou tudo na Europa, jogou Copas do Mundo como atleta, passou por Milan, Roma, Real Madrid. A expectativa era que ele tivesse personalidade suficiente para quebrar a panela que assombra o Brasil há três Mundiais. Mas o que vimos na estreia foi o contrário: repetição de velhos erros.
Ele quis um centroavante alto e forte para explorar bolas aéreas. Colocou Igor Thiago. Resultado? Pouquíssimas jogadas aéreas perigosas. Na única chance clara de cabeça, o jogador furou. Casagrande ironizou: “Se era para ter presença aérea, Geraldão faria melhor”. O técnico demorou uma eternidade para mexer. Quando mexeu, as mudanças foram tímidas e tardias. Rafinha ficou o jogo inteiro. Hendrick, o garoto que vem decidindo jogos, não entrou nem no segundo tempo, quando o Marrocos já estava com o cansaço batendo.
Isso gera uma pergunta que a torcida faz há anos: qual é o problema de apostar na juventude? Hendrick tem 19 anos (ou próximo disso na ficção da Copa 2026), velocidade, fome e qualidade técnica. Ryan também. Juntos com Vini Jr., formariam um trio letal. Mas Ancelotti preferiu a “experiência” de nomes que já não entregam mais a mesma intensidade. Casemiro, segundo Neto, “não tem mais fome”. Outros veteranos também perderam aquela garra de quem quer o prato de comida – não o dinheiro, mas o sucesso, o título, a glória.
A panela que ninguém quebra
O grande drama da Seleção Brasileira não é só um jogo. É estrutural. Há três Copas do Mundo que o debate volta: a tal panela de jogadores intocáveis. Convocações por amizade, status e marketing, não por momento. Dorival Júnior já fazia o mesmo. Agora Ancelotti, com todo o seu glamour, repete o roteiro. Neto foi duro: “Enquanto não renovar a seleção brasileira, enquanto não quebrar essa panela, nós estamos ferrados.”
O Brasil precisa de coragem. Precisa de um treinador que tenha peito para bancar um garoto de 19 anos como titular. Que coloque Hendrick desde o início, que arrisque um 4-3-3 ofensivo com volantes que marcam e saem jogando, meias criativos e atacantes famintos. Em vez disso, vimos um time empacado, sem criatividade e com medo de perder.
No segundo tempo, a torcida quase dormiu. O jogo morreu. Marrocos, mesmo sendo uma seleção africana organizada, não precisou se esforçar muito para segurar o empate. E o pior: o Brasil poderia ter perdido se o adversário tivesse mais capricho nas finalizações.
Hendrick: o maior crime da noite
O que mais desesperou a torcida e os comentaristas foi exatamente o tratamento dado a Hendrick. O jovem que já decidiu jogos importantes, que tem faro de gol e que representa o futuro da Seleção ficou 90 minutos no banco. Neto quase gritou: “O que o Hendrick fez para essas pessoas? Eu não consigo entender como o Hendrick não joga!”
Casagrande completou: “Eu tiraria Rafinha e Igor Thiago no intervalo e colocaria Hendrick e Ryan. Faria um ataque muito mais rápido, mais agressivo, mais jovem, mais empolgante.” Mas Ancelotti não teve visão. Não teve coragem. Preferiu manter o status quo e pagar o preço com um empate que já começa a pesar na chave.
O que esperar agora?
O próximo jogo é contra o Haiti (ou quem vencer o confronto com a Escócia). A torcida espera uma reação imediata. Ancelotti precisa provar que aprendeu com o erro. Tem que dar espaço aos jovens, mexer no meio-campo, colocar Hendrick como titular e exigir intensidade desde o primeiro minuto.
Porque futebol brasileiro se joga com garra, com raça, com alegria. Não com medo de errar ou com apego a nomes que já deram o que tinham que dar. Casemiro pode ser importante em alguns momentos, mas não como pilar intocável. Igor Thiago não convenceu. Rafinha foi um sumiço em campo.
A Seleção tem talento de sobra. Tem Vini Jr. voando, tem garotos com fome. O que falta é personalidade no comando. Ancelotti ganhou tudo na Europa, mas a pressão de uma Copa do Mundo com a camisa amarela é diferente. É Brasil. É paixão. É cobrança pesada.
A torcida não aguenta mais desculpas
Empate contra Marrocos na estreia não é o fim do mundo, mas é um sinal vermelho enorme. Se Ancelotti não mudar o rumo, a “panela” vai continuar cozinhando o sonho brasileiro. A torcida quer ver Hendrick brilhando, quer ver ataques fulminantes, quer ver a Seleção que encanta o mundo.
Você concorda com as críticas de Neto e Casagrande? Hendrick tinha que ter entrado? Ancelotti errou na escalação? Deixa sua opinião nos comentários, mete o dedo no like, se inscreve no canal e ativa o sininho. Porque a Copa está só começando e a briga vai ser boa.
O Brasil merece mais. A torcida merece mais. E Hendrick, principalmente, merece a chance de mostrar que é craque. Tá de sacanagem deixar ele no banco, Ancelotti. Acorda!