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JOGADA REPUGNANTE EM TREINO DA SELEÇÃO EM DANILO!

Enquanto o Brasil sonha com o hexa, a realidade dentro da Seleção Brasileira está virando um circo vergonhoso que deixa qualquer torcedor de cabelo em pé. Decepção total com esses jogadores. Que coisa nojenta que vocês estão virando! Entradas desleais nos treinos, falta de união, ninguém protege ninguém e Neymar, mesmo machucado, aparece como o único que ainda carrega o peso de uma nação. O lance absurdo de Léo Pereira pisando no tornozelo de Danilo Santos num simples rachão ou bobinho virou símbolo de tudo que está errado na preparação para a Copa. Craque Neto detonou e tem toda razão: isso não é brincadeira, é sacanagem com o torcedor que sofre há anos esperando título.

Antes de continuar esse drama que está deixando a torcida em choque, já se inscreva no canal, ative o sininho e deixe aquele like nervoso para não perder nenhuma bomba sobre Neymar, Ancelotti, os bastidores quentes da Seleção e tudo que pode explodir na estreia contra o Marrocos! 🔥🇧🇷

O clima nos treinos está insuportável. Em vez de preservação e foco na estreia de sábado, os jogadores parecem querer tirar vaga um do outro na porrada. Léo Pereira meteu uma entrada desleal absurda no tornozelo de Danilo Santos. A bola já tinha ido embora, mas o idiota pisou com tudo, de sacanagem. Se Danilo não puxa o pé, era fratura na certa. E o que fizeram? Nada! Ninguém foi pra cima, ninguém protegeu o companheiro. Craque Neto mandou o recado direto: “Nós torcemos contra”. Diferente da Argentina, onde se alguém encosta no Messi os 11 vão pra briga. Aqui? Silêncio e torcida interna contra. Que decepção com vocês, que coisa nojenta que vocês se transformam!

Isso mostra o início problemático do trabalho de Ancelotti. Personalidade zero, liderança inexistente. Neymar já foi líder técnico, mas nunca foi aquele cara de grupo que chama responsabilidade, que bate no peito e diz “vamos pra cima”. Lembra quando ele tomou tapa na orelha e ninguém fez nada? Rafinha deu entrevista dizendo que daria soco, mas na hora que levou no peito do Martínez na Argentina, ninguém foi brigar. Falta de caráter, falta de união. O brasileiro no treino precisa tirar o pé, mas não, querem dar porrada no companheiro em vez de guardar energia pro adversário. Modric não toma isso na Real, mas aqui os moleques levam. Marquinhos, Danilo, todo mundo apanhando enquanto Vini Jr. e Rafinha parecem intocáveis. Isso é falta de líder mesmo.

Ancelotti e o filho dele, que já treina na França, representam o que pro futebol brasileiro? Nome bonitinho, mas dentro de campo o time não tem padrão, não tem garra. A torcida vê e fica revoltada. “Que doideira, velho!”. Abre os treinos e só sai polêmica: todo dia lance feio repercutindo nas redes. Tinha que ser intenso, mas dá pra maneirar, chegar mais suave. Não é assim que se constrói um grupo vencedor. E o pior: a CBF blindando tudo, especialmente sobre Neymar. O camisa 10 está fazendo tratamento intensivo, 12 a 15 horas por dia, tentando se recuperar da lesão na panturrilha o mais rápido possível. Informações são escassas porque estão escondendo, mas o assunto está adormecido só até o time começar a tropeçar. Se o Brasil não apresentar futebol convincente ou resultados, Neymar vira o centro das atenções de novo – pra bem ou pra mal.

Curiosamente, o primeiro adversário é o Marrocos, o mesmo que deu olé na Seleção no início do ciclo. Estádio lotado cantando olé, humilhação que marcou. Agora, trocou de treinador em cima da hora, mas o destino quis que fosse novamente o primeiro jogo da Copa. Os jogadores falam em aprendizado, em não querer repetir a eliminação pra Croácia, as derrotas na Copa América. Mas será que tem personalidade pra isso? O grupo é mesclado, o desempenho nos amistosos foi ruim contra Panamá e Egito. Titulares preservando o corpo, reservas querendo mostrar serviço. E no meio disso, entradas criminosas entre companheiros.

A dúvida na lateral direita resume o caos tático. Danilo, experiente, vencedor, anos de Seleção, pode fazer a função tranquilamente. Ibanes chegou na última data FIFA e foi bem contra o Egito como zagueiro. Ancelotti avalia experiência, sequência, forma física, o calor, a estreia de Copa. Tudo entra na conta: talvez seja melhor ter os dois experientes à disposição. Mas o lado direito continua sendo o problema número um, com planos A e B destruídos por lesões. Improviso puro, risco de lado vazio ofensivamente. Danilo mais velho não vai subir e descer o campo inteiro no calor. Ibanes protocolar. Como resolver?

Neymar, mesmo “quebrado”, é a esperança. Ele foi convocado pelo peso do nome, porque os protagonistas não estão entregando. Sem ele, o time perde o principal farol. Lazaroni já disse que levaria ele e Romário de olhos fechados. Romário jogou Copa lesionado e virou herói. Hoje o cuidado é maior, mas a ousadia falta. 24 anos sem mundial pesam. A torcida reza pra Neymar se recuperar, mas vê com revolta esse ambiente tóxico: ninguém protege ninguém, só briga interna, falta de liderança. “Que decepção com a FIFA, que coisa nojenta que vocês são, como vocês se transformam num jeito nojento” – a frase famosa de Neymar contra o Senegal ecoa agora contra os próprios companheiros.

Hipóteses preocupantes circulam: e se essas entradas desleais piorarem lesões importantes? E se a falta de união explodir dentro de campo? E se Ancelotti não conseguir fechar o time pra estreia? O lado direito fraco, meio-campo vulnerável, dependência de nomes que não rendem. Marrocos vem com outro momento, mas o Brasil não pode vacilar. A torcida não aguenta mais decepção. Os jogadores precisam acordar: parar de torcer contra o companheiro, proteger uns aos outros, mostrar garra de verdade. Senão, mais uma Copa pra lamentar.

O filho do Ancelotti, as influências, os nomes bonitos – nada disso ganha jogo. O que ganha é atitude, e isso está faltando feio. Danilo fez gol de Libertadores, Alisson, Ederson, Everton são grandes goleiros, mas ninguém protege. No treino vira bagunça, no jogo some a agressividade. Isso não acontece em lugar nenhum do mundo. Quando você critica, dizem que é inveja. Inveja de quê? Queremos que eles tenham avião, barco, sucesso, mas não podemos omitir a verdade: falta personalidade.

A Seleção está clara na falta de um líder que chame responsabilidade. Neymar é o mais próximo, mas nem ele consegue sozinho. O ambiente na Granja Comary é de aprendizado forçado, mas o relógio corre. Sábado é a estreia, e o torcedor brasileiro segura a respiração. Vai ser mais um olé do Marrocos ou o começo da redenção? Os treinos abertos estão expondo tudo: as rachaduras, as brigas internas, a falta de união.

Essa Copa está virando novela pesada. Neymar contra o tempo e contra o próprio corpo, Ancelotti improvisando planos, jogadores se matando por vaga em vez de se ajudar. O hexa parece distante, mas enquanto tiver talento e torcida apaixonada, a esperança resiste. Só precisa de atitude, de proteção mútua, de liderança de verdade. Senão, mais decepção, mais nojo, mais lamentação. O Brasil merece muito mais que isso.

A torcida está de olho. Qualquer vacilo vai explodir nas redes. Ancelotti tem que resolver a lateral, conter as entradas violentas e, principalmente, fazer esse grupo virar uma família de verdade – como só o Neymar consegue inspirar quando está inteiro. Vamos ver o que vem por aí. O país inteiro torce, mas não aguenta mais palhaçada.